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20/04/2009 - 16:45

[Vida de frila] Três coisas que você precisa saber antes de virar patrão

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Muita gente quer ser seu próprio patrão, mas desiste ao se deparar com a incerteza. “Será que darei conta de minhas dívidas regulares?” Parece algo terrivelmente preocupante. Mas, com o tempo, você percebe que esse não é o maior problema da vida de frila.

Segurança? Onde?

Também há muita insegurança na vida corporativa. Por mais que haja direitos trabalhistas, no limite, são todos temporários. Cedo ou tarde, seguro desemprego e fundo de garantia acabam. Já o estilo de vida frila pode ensinar a arte do planejamento financeiro. A incerteza contínua ajuda prestar mais atenção nos gastos. Você começa a eliminar “vazamentos” na conta bancária.

Mas, se dinheiro não é a principal questão, qual é o problema, afinal? São três. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): vida de frila Tags:
13/04/2009 - 05:00

Como iniciar uma carreira de freelancer?

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Você se lembra de , ex-? Em janeiro, ela abandonou seu posto de editora do conhecido blog sobre tecnologia que ela mesma fundou. Cansada de ter que fazer chover cliques em seus posts, resolveu voltar a desenvolver aplicativos e escrever por prazer. Assim, fundou um novo blog chamado e criou um modelo de negócios para seu trabalho.

Esse é um assunto complicado. Muitos sonham em ser autônomos. Mas falta coragem, disposição e, principalmente, disciplina para tocar um negócio. Assim que nos livramos do bafo do chefe no cangote, ficamos desorientados, patinando sem sair do lugar.

Isso acontece quando não sabemos exatamente no que gostamos de trabalhar. Temos listas de situações que detestamos enfrentar, mas não sabemos criar. Muito menos planejar mudanças. Gina passou por esse tipo de autoquestionamento. E, em artigo para o blog , contou como saiu do estágio da dúvida:

Primeiro, fiz uma lista de pessoas que admiro. Vivas ou mortas, históricas ou fictícias, no meu ramo de atividade ou fora dele.

Segundo, listei quais foram os projetos na minha vida e carreira nos quais mais gostei de trabalhar.

E depois, me perguntei: o que quero conseguir sendo freelancer? Quero fazer coisas que tenham significado para mim, aprender novas habilidades e fazer algum dinheiro”.

Foi então que Gina (foto ao lado) chegou ao gráfico do começo do artigo. 30% de importância para aprendizado, 30% para fazer o que gosta, 30% para ganhar dinheiro. Os 10% restantes são para gerenciar burocracias: emitir notas, pagar contas etc.

As porcentagens do gráfico devem variar de acordo com as circunstâncias. Mas a mensagem fundamental é que não podemos nos apoiar em sonhos e reclamações. Ambos são os maiores obstáculos para a mudança de carreira. Dopam a inteligência com pequenas doses de serotonina, que causam alívio imediato das frustrações, mas apenas solidificam o medo de mudar.

Não sei de você, mas eu só funciono quando começo a enfrentar questões concretas: “quanto dinheiro preciso por mês?”, “preciso mesmo morar numa grande cidade?”, “de onde vêm minhas despesas?”, “que tipo de trabalhos / pessoas admiro, nos quais gostaria de me inspirar?”. E por aí vai.

PS- Aliás, o próprio site traz ótimas dicas para se tornar seu próprio patrão. Se vocês quiserem, eu mesmo posso começar uma seção no blog dividindo minhas experiências sobre o assunto.

Autor: - Categoria(s): gtd e produtividade, mão na massa Tags:
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