Publicidade

Publicidade

Arquivo da Categoria Sem categoria

01/05/2009 - 14:45

Rápidas férias

Compartilhe: Twitter


O blog Magaiver vai tirar férias até o dia 11/05. Há novidades vindo por aí. Mas dependo de algumas confirmações ainda. Então, aproveito para dar uma escapada. Boa semana.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/04/2009 - 18:13

Como aumentar a produtividade melhorando a vida sexual dos funcionários

Compartilhe: Twitter

“Segura essa, Buddy Boy”. Cena do clássico (1960), de Billy Wilder, que trata das desventuras sexuais que acontecem nos bastidores dos escritórios.

Todos sabemos que uma das melhores – e mais arriscadas – técnicas de gerenciamento de pequenas equipes é ficar amigo dos subordinados. Conhecê-los individualmente e saber como conversar de modo personalizado e contextual com cada um deles. Ou seja: se importar com as pessoas. Mas está aí um segredo que não ensinam em faculdades.

Conheço um gerente de uma grande empresa que vai fundo nessa metodologia. E os resultados são incríveis. Sua equipe bate constantes recordes internos de vendas. Os funcionários são quase que devotos dele.

Hoje fiz uma longa viagem de carro com essa pessoa e pude descobrir um dos seus segredos. Além da organização e competência técnica, ele sabe da vida sexual da maioria das pessoas da equipe. Falta de ética? Nada. Os integrantes vão espontaneamente lhe contar seus feitos ou angústias. Com toda discrição, o gerente me contou um dos seus casos de, digamos, microgerenciamento. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
03/04/2009 - 10:29

Pequenos detalhes, grandes consequências

Compartilhe: Twitter

Hoje uma conversa me fez lembrar de uma apresentação de Chris Jordan, para o , em 2008. O fotógrafo coleciona estatísticas de vários detalhes supostamente menores do cotidiano. Coisas como a quantidade de copos plásticos que são usados no mundo em 15 minutos, entre outros números aparentemente bizarros. Depois, Jordan transforma os dados em imagens e arte. Nos vídeos abaixo (legendados em português), ele explica porque é importante prestar atenção nesse material.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
01/04/2009 - 11:29

Até agora tudo ok

Compartilhe: Twitter

Alguns sites e blogs sobre tecnologia dos EUA já estão relatando casos de ataque atribuídos ao Conficker (leia post abaixo). Mas, de modo geral, até agora, são casos isolados. Pode voltar a se preocupar com o Bin Laden, seu Obama. Se você atualizou seu computador, deve estar trabalhando tranquilamente agora.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/03/2009 - 11:00

Banda larga no Brasil: a miséria continua

Compartilhe: Twitter

O postou um interessante artigo sobre os nossos velhos conhecidos planos de banda larga ilimitados, mas com limitações:

(…) Você contrata uma determinada velocidade máxima (jamais garantida) e pode baixar quanto quiser sem ficar se preocupando em monitorar o tráfego. Sem limites. Até, veja você, atingir o limite de 1GB de dados baixados no mês, momento em que sua velocidade cai drasticamente (…). Esse pessoal realmente entende de uso de Internet rápida? A Oi ainda está apanhando para montar sua rede 3G em São Paulo. Na Claro a coisa anda na mesma, como narrado pelo no texto que me motivou a sentar o rabo e escrever esse aqui. “Luciana, você acha que a Claro sabe o que ‘ilimitado’ quer dizer?”

Inclusive dando ferramentas para que você pudesse reclamar e se defender das operadoras. Mas, na verdade, por mais insistente que você seja ao exigir seus direitos, nada muda. E agora entendo o motivo. A revista Carta Capital explicando – do ponto de vista político e jurídico – porque, de modo geral, a banda larga no Brasil ainda é esse apavorante caso de desrespeito ao consumidor:

Uma das razões para este descompasso na popularização da banda larga no Brasil é justamente a ausência de um modelo definido de política para a universalização do acesso às conexões rápidas. (…) Nem o mercado nem o Estado ainda encontraram a fórmula capaz de prover de internet rápida a população de baixa renda e as cidades distantes dos grandes centros urbanos. Para parte dos especialistas, falta uma intervenção estatal mais clara. Para outros, o problema é a ausência de competição e regras pouco flexíveis, que, em alguns casos, criam monopólios virtuais. Enquanto a concepção de um modelo não avança, a União continua sentada sobre os cerca de 7 bilhões de reais do Fundo Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), criado na época da privatização do Sistema Telebrás.

. Mas é extremamente longa e chata. Sugiro comprar a revista, que ainda está nas bancas, para que a leitura seja menos dolorosa. É importante entender melhor que tipo de interesses políticos e econômicos estão envolvidos no assunto. Pelo menos para saber como economizar dinheiro rejeitando serviços vendidos de maneira mentirosa e desinformada.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/02/2009 - 13:18

Como deixar seu blog mais legível

Compartilhe: Twitter

Como usar simples técnicas de diagramação para fazer com seus textos on-line sejam mais lidos e melhor compreendidos. .

Aplicativos citados no vídeo:
(Mac)
(PC)

Pessoas citadas no vídeo:

Autor: - Categoria(s): mão na massa, Sem categoria Tags: , , ,
27/01/2009 - 13:00

Lá em casa: imagens para quadros

Compartilhe: Twitter

Anjo Peixe

Quem me conhece no cotidiano, sabe que nunca tive um quadro em casa (exceto thangkas, que são artigos de prática do budismo tibetano). Minhas paredes sempre foram de um vazio ornamental. É que nunca consegui me decidir que tipo de imagem gostaria de ver todos os dias pendurada numa sala ou quarto. Se eu conhecesse o , talvez tivesse escolhido algo. O site vende fotos como essas do post, em alta resolução, que você pode imprimir e emoldurar. Vale a visita.

Crosby

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/12/2008 - 06:51

Os posts mais acessados de 2008 no Magaiver

Compartilhe: Twitter

Sergio ChapelinAinda que sem a narração de Sérgio Chapelin, segue a retrospectiva do Magaiver em 2008. Daria um ebook, não é? Vou arranjar alguma paciência para fazê-lo.

Comportamento










Produtividade







Lidando com a tecnologia














Trabalhando sem paranóia





Aplicativos




Como fazer









Mercado




Aconteceu em 2008



Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/10/2008 - 15:57

Evernote: tome notas de um jeito inteligente

Compartilhe: Twitter

evernote
Com o Evernote, você pode guardar até imagens feitas na webcam.

Memória não é exatamente algo confiável. Mesmo que fosse, o simples fato de tirar uma idéia da cabeça e anotá-la já ajuda a gastar menos tempo resolvendo problemas cotidianos. Uma vez implementado, esse hábito nos torna mais práticos e objetivos. E também alivia aquela terrível sensação de que algo importante pode ser esquecido a qualquer momento.

O problema é que, para desenvolver o costume de tomar notas é preciso certa disciplina. É muito fácil voltar atrás e atulhar a mente de coisas e compromissos. Assim, você precisa de ferramentas funcionais e ao mesmo tempo divertidas para desenvolver o prazer de anotar. Com o tempo, você aprende a injetar criatividade no processo. Como no exemplo abaixo, encontrado numa palestra do empresário Jason Fried.

sketchbook jason fried

Perceba que anotar pode se tornar uma arte e ser combinada com técnicas mais avançadas, como os . Em especial se você usar algum suporte que lhe dê prazer, como boas canetas e blocos de nota como os famosos – que no Brasil .

Tudo isso você já sabe, certo?

Mas talvez não conheça o . Trata-se de um aplicativo gratuito que funciona como uma central de armazenagem e organização de informações. Tem versões para três tipos de plataformas: celular (iPhone ou smartphones com Windows Mobile), web e desktop. Obviamente, todos sincronizáveis.

Alguns dos recursos mais interessantes do Evernote:

1. Integração com webcam. Você pode armazenar informações contidas em imagens. É só colocá-las em frente da sua câmera e clicar.

2. Indexação de texto dentro de imagens. O programa entende sua letra ou qualquer texto que estiver escrito na imagem. No screenshot no começo do texto, ele entendeu não só a frase, como o nome do autor, Walter Bishop.

3. Busca avançada, para imagens, tags e textos.

4. Mapas. Com integração com o Google Maps, para você guardar a localização do seu restaurante favorito etc.

5. Bookmarklet, teclas de atalho e menus para a barra de navegação do sistema operacional. Assim, você pode inserir notas assim como copiaria coisas para o clipboard.

Enfim, só vendo para entender. Clique no play e diga o que achou.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/10/2008 - 17:15

Os programadores e seus jargões engraçados

Compartilhe: Twitter

cowboy
Programação Cowboy? Magia Negra? Os melhores termos criados pelos desenvolvedores.

Programadores são divertidos. E inventam termos ótimos, que podem ser usados perfeitamente em outras áreas de gerenciamento de pessoas e tarefas. A seguir, conheça alguns dos melhores, sugeridos por . Não aguentei e criei os meus também, em negrito.

– São técnicas de programação que funcionam, mas, aparentemente, não possuem explicações lógicas. Na Wikipedia, é dito que ela é diferente da Magia Profunda – cujas técnicas são deliberadamente mantidas em segredo – e da Feitiçaria Pesada, que usaria termos difíceis de entender, acessíveis a apenas poucos iniciados.

– Quando o desenvolvedor tem total controle da agenda do projeto, das ferramentas e dos estilos de programar.

Edição cuspe para cima – A arte da resistência fútil. Explico. Numa das empresas em que trabalhei, jornalistas e designers faziam reuniões de pauta escondidos do dono da empresa. Literalmente. Quando ele ou o seu representante apareciam na sala, todos mudavam de assunto. E a equipe sentia-se livre. Durante 10 dias. No final do processo de criar a edição do mês, o chefe cowboy surgia na redação e mandava refazer tudo. E nem argumentava muito. Apenas apontava o dedo e dizia: “isso não vai funcionar, derrube aquilo”. Obviamente, as pessoas precisavam trabalhar durante as madrugadas para dar conta das alterações à tempo.

– Quando acontece um problema, o programador cria o ritual de inserir código inútil no projeto. Isso porque não entendeu o que estava errado e nem sabe como consertar.

Programação Fuvest – O desenvolvedor sabe tudo sobre o assunto. Preparou-se perfeitamente. Mas ou está nervoso demais para raciocinar ou sua autoconfiança não é das melhores. Termina chutando as soluções.

Desenvolvimento Silvio Santos – Estilo de programar em grupo. Exemplo: aparece um bug e a equipe não sabe o motivo. As pessoas começam a levantar hipóteses. Num certo ponto, os integrantes nem se entendem mais. Aí chamam “algum universitário” que estiver passando pela sala. Como a pessoa não está bem informada sobre a situação, tende a emitir opiniões vagas e, geralmente, inúteis. E alguém pergunta: “você está certo disso?” A resposta – obviamente mentirosa – é sim. O grupo testa a idéia e tudo dá errado. Quem ganha é a carta. Mas ninguém quer admitir que está perdido.

E por aí vai. Eu poderia ficar o dia todo criando termos assim. Mas é por isso que temos a seção “De olho no jargão”, não é?



Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
01/10/2008 - 13:42

[Vídeo Review] Um novo jeito de compartilhar links

Compartilhe: Twitter

Cansado do Delicious (ex-Del.icio.us)? Quer compartilhar links na web de um jeito mais direto e preciso? O leva a troca de bookmarks a um nível mais específico e economiza tempo que perderíamos lendo coisas inúteis. Você pode escolher o trecho mais relevante do texto ou site que quer compartilhar, criar um destaque e envia-lo aos seus contatos, adicionando notas explicativas sobre porque, afinal, você mandou aquilo. Mais: ainda pode acompanhar estatísticas de como suas sujestões foram recebidas. Quer saber mais? Assista ao novo Vídeo Review acima.


Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:

30/09/2008 - 17:27

[Geek] Richard Stallman critica softwares on-line

Compartilhe: Twitter

Richard Stallman
Foto do site www.stallman.org

Quantos documentos e dados importantes você armazena em serviços como Yahoo, Hotmail, Gmail, Zoho, entre outros? Você confia 100% nessas empresas? Richard Stallman afirma que não. O guru máximo do movimento do software livre deu uma desancando a chamada computação em nuvem:

“É estupidez. É pior que estupidez: é uma campanha de marketing deslumbrado. Alguém está dizendo que (a computação em nuvem) é inevitável – e toda vez que você ouve alguém dizendo isso, é muito provável que haja uma estratégia de negócios em processo para tornar a ideia verdadeira”.

E completa:

Uma razão para evitar aplicações web é que você perde controle. É tão ruim quanto usar um programa proprietário. Trabalhe no seu próprio computador, com sua própria cópia de um software que respeite a liberdade. Se você usa um programa proprietário num servidor de outra pessoa, você está indefeso. Está nas mãos de quem quer que tenha desenvolvido o software.

O site , sugerindo que já há um movimento para levar o software livre para a área da computação em nuvem. Por exemplo, em vez de usar o Twitter, você pode optar pelo Identi.ca. Entre tantos outros serviços que já indicamos ao longo de um ano de Magaiver. Sem falar que a maior parte dos aplicativos on-line deixa seus códigos disponíveis para serem usados e alterados pelos usuários (as famosas APIs).

Tendo a concordar tanto com Stallman quanto com o Ars Tecnica. Mas é bom lembrar que, mesmo que usemos software livre, poucos de nós temos a capacidade de criar um serviço de hospedagem próprio.

Ou seja: nossos dados ainda estariam nos servidores da Locaweb, do Media Temple, ou qualquer uma dessas “hospedagens proprietárias”. Pior: boa parte dos principais usuários do Gmail, por exemplo, nem sequer sabe do que estamos falando aqui.

Portanto, acho que a luta de Stallman precisa estar não só no nível da criação de aplicativos livres. Para os não-geeks, ainda precisamos de gente traduzindo, explicando e ensinando como usar coisas muito básicas, como as leis e os direitos do consumidor.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/09/2008 - 16:56

De olho no jargão: Momento Acme

Compartilhe: Twitter

Momento Acme. Quando você planeja todos os passos de uma ação ou evento, gasta dinheiro e energia deixando tudo supostamente perfeito. Na hora de colocar a coisa toda em prática, ela se volta contra você. O nome refere-se à empresa que fornecia a maior parte dos equipamentos utilizados pelo Coiote, do tradicional desenho Papa Léguas.

Momentos Acme são bons para nos alertar para os riscos:
1. Do excesso de competitividade.
2. Dos usos incorretos e preguiçosos de produtos tecnológicos.
3. Da crença cega em métodos e esquemas.
4. Da falta de flexibilidade.
5. Do sadismo dos roteiristas de desenhos animados. :)

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/09/2008 - 15:08

Google lança linha do tempo com seus 10 anos de história

Compartilhe: Twitter

google em 1998

Que o Google fez 10 anos de vida todo mundo já sabe. Mas, afinal, você tem noção do que a empresa realizou nesse tempo? Coisas demais? Só no último mês lançou um e um . E isso é o que sabemos publicamente. Imagine o que deve acontecer nos bastidores. Mas, enfim, agora você pode conferir toda a história do Big G numa e direta, com direito a fotos, acontecimentos caricaturais, os diferentes logotipos etc. Por exemplo, a imagem acima é da página inicial do site em 1998, quando era hospedado nos servidores da Universidade de Stanford.


Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:

29/09/2008 - 10:53

Como podem ser os mecanismos de busca do futuro?

Compartilhe: Twitter

Dias atrás, uma colega de trabalho me perguntou como organizar tabelas alfabeticamente no Excel. Trata-se de uma norte-americana, 30 e poucos anos, inteligente, nada preguiçosa e não exatamente leiga em informática. Como, de modo geral, não tenho o hábito de usar produtos da Microsoft, fui ao São Google e fiz a mesmíssima pergunta. Obviamente, obtive a resposta exata, ensinando passo-a-passo o que eu precisava fazer. Li o tutorial em voz alta para a colega. E, quando o procedimento funcionou, a pessoa quase teve um orgasmo de satisfação.

Comecei a me questionar: por que, afinal, ela mesma não fez a busca? Veja: eu não estava irritado porque me pediram uma informação que poderia ser encontrada facilmente on-line. Como designer de interfaces, eu apenas queria entender que lógica leva alguém a consultar primeiro um ser humano em vez de um sistema simples, completamente otimizado para responder esse tipo de perguntas. E hoje, nem sequer podemos dizer que é difícil fazer buscas. Se você tem algo como o Google Desktop instalado, nem mesmo precisa abrir o navegador.

É claro que isso não tem uma resposta simples. Mas vamos pensar em algumas hipóteses:

1. Muitos usuários ainda não sabem fazer buscas corretamente. Apenas digitam termos no local indicado na tela e recebem uma massa genérica de informação. Depois precisam gastar tempo e atenção na triagem do material.

Para melhorar a situação, encontrei o vídeo no começo do texto, que explica um pouco como melhorar sua relação com ferramentas de busca.

2. Quando alguém lhe pede uma informação, não quer exatamente uma resposta. Quer interação social. Por exemplo, muitos precisam, de alguma forma, conversar sobre sua suposta inabilidade de lidar com informática. Querem algum calor humano, não só eficiência, simplicidade e objetividade. Você é o ombro geek disponível.

3. Também precisamos confiar em referências. E você é uma.

Mas o Google também, certo? Em tese, ele é muito mais “informado” do que qualquer um de nós. Mas poucos entendem que referência significa muito mais do que algorítimos, page rank, confiabilidade ou tradição no mercado. É algo bem mais complexo: queremos rostos, nomes, personalidades e histórias de vida.

Ainda que as chamadas ferramentas de “busca social”, como o Mahalo, não tenham se tornado populares, no cotidiano as pessoas ainda procuram triagens e reputações pessoais para traduzir informações técnicas ou corporativas.

Imagino que, no futuro, um bom mecanismo de buscas seja socialmente personalizado. Ou seja: capaz de ler meus feeds, posts em blogs, Twitter, MSN etc. e entender quem eu admiro, confio e respeito.

Pense no antigo , no ou no Stumble Upon. Os algorítimos vão traçando uma espécie de perfil dos meus gostos pessoais e sociais. Não é preciso gastar tempo se adaptando à linguagem das máquinas. Você só diz “sim”, “não”, “gostei”, “não gostei” – o que, do ponto de vista de uma mente comum, é uma interação extremamente divertida.

Assim, não é um absurdo pensar que, em breve, todos teremos algo como nossas próprias ferramentas de busca. E interagindo com os celulares.

4. Texto é uma forma muito lenta de comunicação. Ainda que, mesmo ao consultar humanos, precisemos adaptar a linguagem, falar do jeito que o outro entenda, aparentemente, pessoas são mais rápidas e flexíveis do que programas.

Isso porque são capazes de entender gestos, sinais corporais, não só texto. As buscas do futuro talvez saibam interpretar o movimento dos olhos ou gestos de mouse.

5. Gente é mais eficiente na arte da triagem. Continuando no exemplo acima, minha colega só entendeu as instruções que li em voz alta assim que eu guiei diretamente sua atenção por meio dos menus do Excel. Quer dizer, eu “desmenuzei” os menus. O que fiz foi simplesmente ajudá-la a ignorar informações paralelas e focar-se onde precisava.

Concentração traz um enorme prazer. Em especial quando você enfrenta um problema irritante. Mas, hoje em dia, o texto tem perdido sua capacidade de prender atenção. Por mais que se use bullets, ícones e concisão, massas de letras, em especial quando exibidas em telas, são fatores repugnantes.

Aliás, se você chegou linearmente até o final desse texto, hoje pode ser considerado uma exceção. A maioria deve ter vindo diretamente aqui por causa do ícone e da diferença visual no estilo.

De qualquer forma, estamos sempre fazendo buscas. Dentro e fora do computador. Há tanta informação disponível, que a seleção da melhor fonte ainda depende de coisas muito prosaicas e antigas como a sensação de que há alguém do outro lado ouvindo e se preocupando com o que você deseja.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
28/09/2008 - 14:37

Joel on Software agora em português

Compartilhe: Twitter

“Vamos falar de uma interface social de sucesso. Muitos humanos são menos inibidos digitando do que falando cara-a-cara. Adolescentes são menos tímidos. Usando mensagens de texto de celular, são mais propensos a convidarem outros para encontros. Esse tipo de software está melhorando radicalmente a vida amorosa de milhões de pessoas (ou pelo menos seus calendários sociais). Mesmo que mensagens de texto tenham uma interface horrível, ela se tornou extremamente popular entre as crianças. O lado irônico é que há uma interface para comunicação entre humanos muito melhor no próprio aparelho: essa coisa inteligente chamada ‘telefonema’. Você disca um número e tudo que diz pode ser ouvido por outra pessoa, e vice-versa. É assim simples. Mas você detona seus dedos digitando apenas para dizer ‘droga, você é gostosa’, porque aquela string arranja um encontro para você, e nunca teria coragem para dizer ‘droga, você é gostosa’ usando sua laringe”.

Joel Spolsky, (foto acima) tentando explicar porque não podemos ser simplistas quando pensamos em experiência de usuário ou em coisas como facilidade ou dificuldade para usar equipamentos eletrônicos.

Não sabia dessa. Existe uma com alguns dos textos clássicos de Joel Spolsky, do , um dos blogs mais interessantes e divertidos para quem gosta de ler sobre o que significa conviver diariamente com informação e tecnologia. As traduções não são exatamente boas, mas ajudam quem não lê inglês a ter acesso a textos clássicos como o citado acima, ““. Agora, que tal traduzirem o ?

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/09/2008 - 13:10

Dois editores de textos como você nunca viu

Compartilhe: Twitter

Celtx

Por falar na fundação que mantém o Firefox, se você escreve roteiros para vídeos, screencasts e até cinema, provavelmente vai gostar do . Mais que um editor de texto, o programa se integra a algumas das tecnologias de calendários e comunicações desenvolvidos pela Mozilla. A idéia é escrever, organizar storyboards, referências, contextualizar personagens, locações e, de quebra, já agendar datas com seus colaboradores. .

SubEthaEdit

Se você acha que o Google Docs é um editor de texto colaborativo, precisa conhecer o , para Mac OS X. Ele é uma mistura de editor de texto com instant messenger. Usado em coberturas jornalísticas de eventos ao vivo, permite que você abra uma janela lateral com seus contatos e escreva junto com eles, como se estivessem ao seu lado, corrigindo ou editando o material na hora em que está sendo digitado. Funciona bem tanto para programadores quanto para escritos sem códigos. Para ter uma idéia melhor de como funciona, . Pensando bem, não use se tiver pouca concentração, chefes obsessivos ou crises de ego.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/09/2008 - 13:10

Adeus Outlook? Como usar o Evolution no Windows

Compartilhe: Twitter

evolution

Faz tempo que o Evolution é um dos melhores cliente de e-mails para Linux, em especial para os usuários que precisam de recursos parecidos com os do Outlook, como intergração com agendas, calendários e listas de tarefas. Já existiam versões para Windows circulando na web, mas nenhuma era exatamente fácil de achar. Agora a publicou o software numa página simples e funcional, para que usuários menos geeks possam baixar e instalar o programa facilmente. Basicamente, você encontrará um gerenciador de e-mails parrudo e fácil de configurar. Praticamente igual ao da Microsoft. Mas um pouco menos confuso. E gratuito (). É claro que você sempre pode optar pelo (e-mail) + (calendário) e (que junta os dois), todos da Mozilla.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/09/2008 - 12:01

Ouvindo a si mesmo

Compartilhe: Twitter

Não pude resistir a traduzir esse quadrinho do . Já voltamos à nossa programação normal.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/09/2008 - 11:17

iPhone no Brasil

Compartilhe: Twitter

moda iphone

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo