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Arquivo da Categoria design

07/03/2009 - 10:07

Braun T1000 poderia ter sido fabricado pela Apple?

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Assistindo ao vídeo acima, pensei em comentar que o design do Braun T1000, rádio produzido no começo dos anos 1960, se parece com o dos atuais produtos da Apple. Mas, o .

O fato é que o rádio me fez lembrar de um equipamento de som um tanto menos sofisticado, quase , que fez parte da minha adolescência. Na real, ele foi responsável pelas minhas primeiras experiências em produção de áudio. .

Na época, sem qualquer conhecimento técnico, descobri que se eu ligasse um cabo P10 / P10 em duas das saídas do aparelho (não me lembro quais), ele conseguiria tocar fitas k7 e discos ao mesmo tempo. Isso me levou a produzir remixes estranhíssimos.

Às vezes, eu tocava a mesma música em fita e disco ao mesmo tempo. Obviamente, havia diferenças mínimas de rotação entre as duas execuções, o que resultava em efeitos de pitch, delay e até flanger. O toca-fitas tinha um botão de pause diferente: uma lingueta preta, que ficava em pé e movia-se para frente e para trás, não era uma tecla pressionável. Assim, eu podia atingir níveis de ninja na operação do pause, controlando a rotação da fita e, portanto, o efeito.

Enfim, aonde eu quero chegar? Acho que nisso:

1. O design de produtos não é uma coisa linear. Muitas vezes é preciso muita nova tecnologia para atingir o nível de certas antiguidades.

2. Nem sempre o valor do aparelho vem da capacidade tecnológica dos seus componentes. E sim da capacidade que ele tem de inspirar – ou permitir – o surgimento da criatividade.

3. Limites tecnológicos e falta de recursos, até certo ponto, podem ser uma vantagem porque nos impulsionam a ser criativos.

4. Em alguns casos, queremos comprar aparelhos novos, de última geração, quando há muita inteligência ali mesmo, nas tralhas da garagem. Vale sempre uma boa passada lá para “recontextualizar” aparelhos.

Autor: - Categoria(s): criatividade, design, ferramentas, fuçando, tecnologia Tags: , ,
05/02/2009 - 09:34

Como a Apple faz o design dos seus produtos?

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O diretor de engenharia da Apple, Michael Lopp, mais conhecido como Rands.

Em março do ano passado, na , o diretor de engenharia da empresa, Michael Lopp, que mantém o blog , contou em detalhes o processo de criar o design dos produtos da Apple:

1. Fazer mock-ups perfeitos. Com todos os detalhes. Sem textos falsos.
Mock-up é uma versão simplificada do design de um produto em fase de criação. Por exemplo, num site, seria uma versão da interface feita no Photoshop. Clicando nos botões e links, nada aconteceria. Isso porque é só uma sugestão de layout. Geralmente, o mock-up traz textos falsos, os famosos . Mas a estratégia da Apple é fazer mock-ups bastante realistas. Todos os detalhes devem estar inclusos. Texturas, entrelinhas, textos, nada deve ser deduzido.

2. Quantidade leva à qualidade.
Essa técnica é praticada em boa parte das empresas. De 10 sugestões, você aproveita 3, que são combinadas em 1. A diferença nasce da capacidade de filtrar e selecionar ideias.

3. Elimine. Foque a atenção.
Os engenheiros e designers da Apple são conhecidos pela capacidade de dizer não. Eliminam funções e até hardwares que possam confundir ou dispersar a atenção do usuário. Decidem o que é ou não importante para os seus consumidores. Não adianta criar algo incrível, é preciso eliminar as coisas medíocres que impedem o público de perceber as melhores.

4. Reuniões regulares juntando engenheiros e designers.
Na Apple, eles têm que participar, juntos, de pelo menos duas reuniões periódicas. Numa, praticam brainstorm. Na outra, resolvem problemas da implementação de ideias. As duas equipes devem se considerar como um único time. Geralmente, o engenheiro acha que o designer é um maluco sem noção que manda sugestões impraticáveis. Já os designers pensam que os engenheiros são limitadores e chatos. Trabalhando em conjunto, é possível entender as limitações de cada grupo.

5. Chefes têm que saber evangelizar.
Obviamente, um chefe deve saber quais ideias merecem maior atenção das equipes. Mas é preciso comunicar prioridades de um modo que elas pareçam verdadeiros objetivos de vida. Aquela ideia é fundamental, memorável, uma meta a ser perseguida com entusiasmo. Não uma obrigação, um luxo ou um detalhe desnecessário.

6. Crie experiências, emoções. Não só objetos.
Você não está criando um produto para ser apenas vendido. Está entrando na casa das pessoas e estabelecendo relações humanas. Pense na pessoa tendo prazer ao clicar num botão bem desenhado. Não em “ok” e “cancela”.

Se você fala inglês, vale ouvir o podcast , no qual Michael Lopp conversa sobre essas e outras técnicas da Apple com de Joel Spolsky () e Jeff Atwood (). .

Autor: - Categoria(s): design, tecnologia Tags: , ,
12/01/2009 - 05:00

Mão na Massa: como criar logotipos

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Novo programa de vídeo no Magaiver. Chama-se Mão na Massa e serve para ensinar técnicas que podem ajudar a levar sua empresa ou pequeno negócio para níveis mais profissionais. Eu deveria estar bêbado quando chamei de o programa de “Como Faz”, no próprio vídeo. Mas releve a falha e aprenda um pouco mais sobre como criar logotipos para sua marca.

Autor: - Categoria(s): design, mão na massa, vídeo Tags: , , ,
07/01/2009 - 12:00

Meio dia: Idéias para você alimentar durante o almoço

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Eureka Park

Você acha que conhece estacionamentos bem sinalizados? Veja , em Melbourne, desenvolvido pelo designer . As pinturas são feitas nas paredes e no chão, para dar a sensação de três dimensões. Você se perderia? Leia mais »

Autor: - Categoria(s): criatividade, design, meio dia Tags: , ,
13/10/2008 - 09:43

Cartazes podem mudar a comunicação da sua empresa

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Cartaz na Segunda Guerra MundialColar cartazes ainda é um dos melhores jeitos de espalhar mensagens num ambiente de trabalho. Em muitas empresas, placas informativas são tratadas como lixo. Mal elaboradas, mal posicionadas, tediosas e burocráticas, tornam-se poluição visual. Portanto, deixam de comunicar e criar novos hábitos. Mas há muitos jeitos de usá-las criativamente.

Há algum tempo, desenvolvedores do Google chegaram a colar nas paredes dos banheiros trechos de um código que ninguém conseguia fazer funcionar. Parece absurdo, mas só um geek para entender como funciona a cabeça de outro. Nos momentos em que estamos mais relaxados, sem ter a obrigação de pensar em trabalho, tendemos a encontrar soluções naturalmente e sem esforço para problemas aparentemente insolúveis.

Nesse caso, além da piada, criou-se um certo desafio (quem vai encontrar a resposta?). E, claro, a oportunidade de encontrar funcionários talentosos em outros departamentos da empresa.

Poster de propaganda russaAgora imagine uma guerra. Soldados obviamente vivem em constante tensão. E, nos momentos de folga, tendem a beber e falar demais. O problema é que lidam com informações secretas. Conversas irresponsáveis podem causar muitas mortes.

Para diminuir esse risco, os cartazes tiveram um papel fundamental durante a Segunda Guerra (, você encontra imagens de alguns dos que foram distribuídos na época). Também vale lembrar da importância dos pôsteres na propaganda política da Rússia pré-comunista. Que diferença dos panfletos dos candidatos de hoje em dia.

Cartaz chega onde o e-mail não vai. É uma comunicação direta, contextual. Se você ainda cria os seus como se fossem Diários Oficiais de parede (chatos, oficialescos, texto em letras ilegíveis etc.), é melhor partir logo para os .

Autor: - Categoria(s): criatividade, design Tags: , ,
09/10/2008 - 10:23

[Coffee Break] Guarda-chuva aerodinâmico

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Guarda-chuva aerodinâmico

Pense rapidamente em duas coisas que não evoluem há pelo menos 40 trilhões de anos: frigideiras? Guarda-chuvas? Provavelmente nossos tatara-tatara-tatara-tatara avós australopitecus ramidus já sofriam com sombrinhas voando em dias de vento forte. Mas parece que, finalmente, alguém resolveu o problema. é o nome de um modelo de guarda-chuva aerodinâmico, desenvolvido por uma companhia de design alemã. O formato é bastante estranho, mas a propaganda oficial garante que ele resiste, sem inverter, a 112 km/h de vento (versão grande) e 64 km/h (mini). Os preços variam de U$54 a US$60 a unidade. Será que resistem a tempestades econômicas?

Via .

Autor: - Categoria(s): coffee break, criatividade, design Tags: , ,
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