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Arquivo da Categoria comportamento

27/04/2009 - 09:35

Site estimula o orgulho de ser datado

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Há quem acredite que precisa ter os modelos mais recentes de cada aparelho que surge no mercado. Isso nem sempre é vantajoso. Ainda assim, muitas vezes temos vontade de aderir à moda da atualização burra. Mas acaba de surgir um site que pode ajudar a não cair nessa. Chama-se (Modelos dos anos anteriores) e pretende estimular uma atitude bem desvalorizada hoje em dia: estar feliz com aquilo que se tem. No site, há depoimentos de gente como Kevin Rose (do ), entre outras celebridades dos blogs sobre tecnologia. Gente que ganha a vida analisando gadgets, que vive no Vale do Silício, que respira informática, abre o coração: “se está funcionando, para que mudar?” Se eles dizem isso, quem sou eu para discordar?

Via .

PS- Isso só não vale para o Internet Explorer 6, ok? Se você ainda usa esse navegador, .

Autor: - Categoria(s): comportamento, tecnologia Tags: ,
24/03/2009 - 11:35

As 5 famílias de usuários de internet: 5 – os desligados

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A série de posts “As 5 famílias de usuários de internet” discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.

A quinta família a ser analisada é a dos desligados. Sua palavra de ordem é a tranquilidade.

Características gerais

Lado positivo: sossego, calma, despreocupação.
Lado negativo: preguiça, ignorância, egoísmo.

Comportamentos

O usuário de internet da família dos desligados:

• Gosta de usar a web para se divertir.
• Não se preocupa com vírus, ou cavalos de tróia.

• Não costuma refletir sobre como usa a internet. Não acha que isso seja um grande problema. Tudo está ok. Ele liga o computador e faz o que lhe der na telha.

• Não se importa se desperdiça o seu tempo e o dos outros. Na verdade, não pensa que tempo seja algo escasso e limitado. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags: , , ,
23/03/2009 - 11:12

As 5 famílias de usuários de internet: 4 – os eficientes

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A série de posts “As 5 famílias de usuários de internet” discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.

A quarta família a ser analisada é a dos eficientes. Sua palavra de ordem é a ação.

Características gerais

Lado positivo: capacidade de realização, precisão, produtividade, objetividade.
Lado negativo: ciúme, inveja, comparação, ingenuidade. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags:
21/03/2009 - 10:48

As 5 famílias de usuários de internet: 3 – os sedutores

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A série de posts “As 5 famílias de usuários de internet” discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.

A terceira família a ser analisada é a dos sedutores.

Características gerais

Lado positivo: gentileza, amabilidade, elegância, sensualidade, carisma.
Lado negativo: paixão, desejo de possuir, vontade de seduzir o mundo, sem se comunicar realmente com ele. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags: , , ,
20/03/2009 - 10:16

As 5 famílias de usuários de internet: 2 – os enriquecedores

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A série de posts “As 5 famílias de usuários de internet” discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.

A próxima família a ser analisada é a dos enriquecedores.

Características gerais

Lado positivo: Expansão, enriquecimento, plenitude, ausência de preconceito.
Lado negativo: Ostentação, exagero, prolixidade. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags:
19/03/2009 - 12:05

As 5 famílias, 1: os intelectualistas

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A série de posts “As 5 famílias de usuários de internet” discute 5 diferentes jeitos de se relacionar com a informação na web.

A primeira família de que vamos tratar é a dos intelectualistas, que também pode ser chamada de diamante.

Características gerais

Lado positivo: Dureza, agudeza, preciosidade, inteligência, informação.
Lado negativo: Fixação intelectual, ansiedade, preconceito.

Comportamentos

Conhece a relação entre as ideias, é extremamente lógica e intelectualizada. Tem o que chamam de senso crítico bastante apurado.

Por exemplo, um intelectualista não assiste a um filme sem passar antes no Internet Movie Database ou na Wikipedia. Quer saber quem é o diretor, quem o critica, quem o elogia e porquê. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags:
19/03/2009 - 11:57

As 5 famílias de usuários de internet

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Muita gente sente que sofre para lidar com o excesso de informação. E então quer fórmulas, tópicos, bullets, aplicativos e técnicas milagrosas para resolver o problema. Mas cedo ou tarde descobre que a maioria delas não funciona.

Cada pessoa tem um tipo de personalidade. Assim, não existe um excesso de informação genérico, nem uma procrastinação genérica. Assim, é muito mais eficiente entender primeiro quais são seus hábitos ao se relacionar com a informação. Depois escolher a técnica ou o programa que você precisa usar.

Na série de 5 posts a seguir, separei 5 tipos de comportamentos em relação à informação. Vamos discutir uma família por dia, para os textos não ficarem grandes demais.

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags:
13/03/2009 - 14:20

Tatuadores contra o capitalismo

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Eles também detestam seguir a lógica do ‘cliente tem sempre razão’

SSentados um em cada sofá do estúdio , em São Paulo, eu e o editor da revista Zero, Luiz Cesar Pimentel, folheávamos coleções de imagens para tatuagens. Os catálogos não nos impressionavam. Não fazia nem 10 minutos que olhávamos e já nos sentíamos entediados com tribais, caveiras e desenhos que pareciam não se renovar. Luiz tem uma bandeira do Nepal tatuada no braço e eu um detalhe de um quadro de Juan Miró na região do bíceps. Mal sabíamos que éramos a prova viva do descontentamento de algum tatuador. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags: ,
10/03/2009 - 12:04

Compra e venda de atenção

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Mashup de textos sobre atenção, um do TechCrunch, outro do Conector.

(…) Por outro lado, todo sistema com abundância de um elemento leva a escassez de outro. No caso, a abundância de informação leva a escassez de atenção. Temos uma vasta oferta e uma fome interminável, porém uma capacidade cada vez mais limitada de prestar atenção e investir tempo no consumo de todo esse manancial que nos está sendo ofertado. Estamos à frente de um banquete, beliscando rapidamente um pedacinho de tudo que nos põem na frente, maravilhados com a variedade e quantidade de sabores, mas perigando perder lentamente a noção de desfrute.

, no Conector.

À medida em que a “web social” e novos serviços continuam a permear tudo o que fazemos on-line, a atenção se torna não-escalável. Muitos se referem a esse dilema como escassez de atenção ou atenção parcial contínua (CPA – continuous partial attention) – como um estado de atenção que está continuamente ficando mais estreito. Isso está afetando como e o que nós consumimos, quando e, mais importante, como reagimos, participamos e compartilhamos. É como se alguma coisa sempre estivesse competindo por atenção e severamente nos impulsionando para fazer mais, guiados por um medo onipresente de estar perdendo algo.

, no TechCrunch.

Vale conferir – fiz a tradução na correria. De qualquer forma, acho que sempre vivemos em estado de atenção parcial contínua. Você só se lembrou de que tem uma testa porque eu acabei de mencioná-la. Mas você sabe que tem.

Estamos assistindo a uma mudança econômica: nossos produtos estão cada vez menos materiais. Ou melhor: materializamos cada vez mais os produtos intelectuais. Compramos e vendemos atenção. Assim, também criamos uma para ela, a atenção. 5 segundos? 140 caracteres?

De quebra, criamos novas ideias a respeito do que seja “usufruir” de algo. Mini continua:

Até pouco tempo atrás, a palavra consumismo era associada a um comportamento compulsivo de compra. Entretanto, é hora de alargar essa convenção e começar a incluir também o que é absorvido ou adquirido sem pagar nada. Todas as páginas de internet. Seus vídeos. Os arquivos de MP3. As imagens. Quais são as reais diferenças entre um closet abarrotado de vestidos caros que pouco serão usados e HD’s inteiros de seriados, filmes e música que, da mesma forma, precisariam de algumas centenas de anos para serem desfrutados e não apenas consumidos rapidamente?

Está aí um bom assunto para os economistas enfrentarem: o jeito como a sociedade conectada dos anos 2000 separa o valor do uso. Ou a compra da fruição do serviço. Importa muito mais a sensação de ter algo do que de experimentar a coisa detalhadamente. Ainda assim, é um tipo de fruição. Boa ou ruim? Não sei. Eu não gosto. Mas é um velho fenômeno econômico se adaptando.

Se é que conseguimos prestar atenção nessa argumentação toda. :)

Autor: - Categoria(s): comportamento, meio dia Tags: ,
06/03/2009 - 17:08

Twitter e a arte de perder o controle

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Como controlar suas próprias criações? Devemos tentar fazê-lo?

Na apresentação acima, Evan Williams mostra como o sistema de microbloging que ele criou, , foi muito além dos seus objetivos iniciais. No começo, era um projeto paralelo, despretensioso e até ingênuo – vide os diversos problemas que enfrentou por crescer rápido demais. Mas, à medida em que se popularizou, a ferramenta ganhou vida própria. Conectou-se à criatividade das pessoas e foi para caminhos inesperados.

No início, os desenvolvedores sugeriram que os usuários respondessem o que estavam fazendo. E eles responderam: subvertendo suas ideias. É como se chamassem o pai da criança de canto e mostrassem que poderiam cuidar melhor dela. Hoje o Twitter serve para inúmeras coisas, de traduzir textos a conferir cotação do dólar. Imagine se Williams batesse o pé e quisesse que as coisas fossem exatamente do seu jeito. Muitas vezes, o caos é muito mais esperto do que o plano.

Autor: - Categoria(s): comportamento, vídeo Tags: , ,
09/02/2009 - 04:00

Como lidar com clientes difíceis

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Trabalho há cerca de 15 anos com design e webdevelopment. É uma das melhores profissões para domar o ego, porque você precisa aprender a fazer exatamente o que o cliente quer / deseja. Ele o procura para ter soluções, ideias e opiniões de “um profissional”, mas, no fundo, quer dar a palavra final, por mais desinformada que seja.

Depois que passa sua adolescência criativa, fazer o que os outros querem não é exatamente um problema. Você se acostuma a não levar cada trabalho para o lado pessoal. Se tem uma necessidade muito grande de autoria, sempre pode criar seus próprios sites e projetos experimentais. A dificuldade é outra: boa parte das pessoas não sabe o que quer. Ou será que sabe? Leia mais »

Autor: - Categoria(s): comportamento, mão na massa Tags: ,
04/02/2009 - 14:06

Aliste-se nos bagunceiros anônimos

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Você é daqueles que adoram guardar tralhas em casa? Entope armários e gavetas de velharias e inutilidades, sem conseguir se desfazer dos objetos? Pode ser que você esteja doente. Pelo menos é o que pensam os integrantes dos . Eles formam uma associação semelhante aos Alcoólicos Anônimos, só que dedicada a ajudar pessoas e a conviver com .

Acha pouco? Pois saiba que nem todo armazenador é necessariamente organizado. Há quem atrapalhe a vida de parentes e colegas de trabalho com níveis assustadores de bagunça. Por isso, os bagunceiros também têm suas nos EUA. Muitas delas tratam a baguncite como um tipo de transtorno obsessivo compulsivo.

E agora? Ficou na dúvida? Quer saber se sua desorganização é patológica ou apenas relaxo? Faça o teste do site . Também vale a pena ver as das casas de pessoas realmente portadoras de problemas. São impressionantes.

Falta apenas levar os estudos dessa área para os ambientes digitais. Há quem guarde tanta bagunça no desktop do computador que precisaria de dois monitores de 24″ só para visualizar os documentos urgentes. Sem falar nas famigeradas caixas postais. Já trabalhei com pessoas tão desorganizadas que, pelo menos uma vez a cada dois meses, me encaminhavam por acidente algum e-mail confidencial do chefe ou de outros colegas. Imagine o problema que isso poderia causar se eu fosse um jornalista. :-)

Autor: - Categoria(s): comportamento, organização pessoal Tags: , ,
03/02/2009 - 08:38

Desemprego na era da internet

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O que as pessoas fazem para combater a depressão psicológica quando perdem os empregos durante depressões econômicas? O Wall Street Journal que compara a crise dos anos 30 com a atual. Naquela época, o cinema e os quadrinhos eram a grande válvula de escape. Hoje são os games via web. Pesquisadores norte-americanos acreditam que os jogos on-line assumiram um papel parecido com o da chamada Indústria Cultural de massa, nos seu primórdios:

Isso acontece em parte porque é uma diversão relativamente barata comparada a pagar U$ 10 por uma entrada de cinema, por exemplo, para ter apenas algumas horas de entretenimento. ‘A internet, em particular, detonou tudo’, afirma Gary Handman, diretor de pesquisas da Universidade da Califórnia. ‘As pessoas estão obtendo diversão de graça onde quer que possam encontrá-la’.

Segundo o artigo, outras tendências também ganham destaque: os sites e blogs de a auto-ajuda, os de recolocação profissional (LinkedIn) e as redes sociais mais populares (como o Facebook, nos EUA). Mas a grande consumidora de tempo e atenção ainda parece ser a indústria do entretenimento on-line. A atual crise financeira pode significar uma popularização ainda maior da web. Vamos ver no que dá.

Autor: - Categoria(s): comportamento Tags: , ,
27/01/2009 - 05:00

Quantas horas precisamos dormir?

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A revista Time publicou uma interessante entrevista com Daniel Kriple, co-diretor de pesquisa da Scripps Clinic Sleep Center, nos EUA. Segundo estudos que ele realizou por volta de 2002, dormir muito também pode causar mal à saúde. E você vai se espantar que esse “muito” é bem menos do que estamos acostumados a ouvir.

Estudos mostram que pessoas que dormem de 6 e meia a 7 horas e meia por noite vivem mais tempo. E pessoas que dormem 8 horas ou mais – ou menos que 6 e meia, não vivem tanto. Há tanto risco em dormir muito quanto em dormir pouco. A grande surpresa é que esse muito começa em 8 horas. Dormir 8 e meia pode ser um tanto pior do que dormir 5.

Kriple diz que, na sua pesquisa, era mais comum encontrar pessoas depressivas e obesas entre os grupos que dormiam mais de 8 horas. Assim, para ele, o tempo ideal de sono seria não mais do que 7.

Dormindo no ponto

Esse é um assunto bem controverso. Quase todos aceitamos que 8 horas é o período de sono adequado. Mas meus mais de 4 anos de convivência diária com mestres budistas me diz outra coisa. A maioria dos que conheço não dorme mais de 5 horas por noite. Nossa principal professora, há mais de 20 anos dorme por volta de 4. Eu também, que sou um mero estudante preguiçoso, não costumo dormir mais que 5.

Fico cansado? Sim. Mas geralmente só na quinta-feira. Não me pergunte porquê. Já fiz várias experiências e notei que o cansaço não parece ter nada a ver com falta de sono. Acredito que ele obedeça a certos ciclos emocionais / corporais. E a alguns truques das minhas características psicológicas.

Por exemplo: há certos períodos do mês nos quais fico mais indisposto e acho que tudo é mais difícil. É como se fosse uma TPM. Um simples pedido de trabalho pode interpretado quase como um insulto. Depois de um tempo, as coisas voltam ao normal.

O mais curioso é que me sinto muito mais cansado quando acho que deveria ter dormido mais. Quando me auto-sugestiono, tagarelando para mim mesmo: “essa noite só dormi 4 horas. Amanhã estarei podre”. Funciona, acordo mal mesmo. Cérebros.

Autor: - Categoria(s): cérebro, comportamento, gtd e produtividade Tags: ,
21/01/2009 - 05:00

Lost: mistérios são mais úteis do que explicações

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A quinta temporada de Lost estreia hoje. O seriado deve continuar a ser um fenômeno de mídia. Boa parte disso se deve à . Mas, nos dois vídeos publicados aqui, ele explica que sua inspiração para trabalhar vem de algo muito mais fundamental: a natural criatividade que se desenvolve quando temos que enfrentar situações desconhecidas. Ou melhor, o que ele chama de “caixas misteriosas”. Clique e veja se faz sentido para você.

Autor: - Categoria(s): comportamento, vídeo Tags: , ,
02/01/2009 - 05:00

10 tendências para 2009: o ano da faxina

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Limpando a rua
1. A crise deve estimular práticas contra o deslumbre (que se generalizou em 2008). Isso pode significar menos fenômenos estilo “corrida do iPhone”, menos compras de impulso e menos lançamentos prematuros de produtos.

2. As pessoas comuns terão maior consciência no uso de recursos ambientais. Assim, empresas com “selos verdes” ou “neutras” na emissão de poluentes devem ganhar alguma importância social.

3. Por outro lado, pode se disseminar a prática do greenwashing, que é o ato de fingir preocupação ambiental. A técnica consiste em usar marketing, conceitos falsos ou teses mal pesquisadas para explorar a ignorância alheia e ganhar fama de amigo da natureza.
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Autor: - Categoria(s): comportamento, sustentabilidade, tecnologia Tags: , ,
29/12/2008 - 11:45

Em 2009, apenas faça, não se desespere por sucesso

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Uma das mais importantes coreógrafas em atividade, , dá a letra.

Autor: - Categoria(s): comportamento, vídeo Tags:
29/12/2008 - 10:00

De onde vêm os vídeos virais e memes?

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Há muita gente no mundo batalhando para fazer o melhor e se tornar famosa. Mas, ao longo dos anos, internet vem provando que falhar e ser humilhado publicamente também pode ser um caminho para a tão sonhada popularidade e, pasmem, “respeito social”. Até mesmo na (prazer em assistir a desgraça dos outros), pode haver algum tipo de compaixão ou, ao menos, um acolhimento social via humor. Os chamados virais, ou os memes, são bons exemplos disso. Você deve se lembrar do vídeo de . Tay Zonday passou de motivo de piada para garoto propaganda de uma empresa norte-americana. É um jeito nada ortodoxo de conseguir emprego – e não deve entrar nos cânones dos recursos humanos. Mas, ainda assim, é um fenômeno cultural digno de análise. O site enfrenta essa tarefa, digamos, cientificamente. Em pequenos e bem humorados documentários, mostra possíveis explicações para fenômenos da web, desde até a chatíssima prática do . Quem está desesperado para ficar popular (na blogosfera, no Twitter ou sabe-se lá onde), talvez consiga criar um manual a partir dessas falhas travestidas de sucessos ou vice versa. Vai saber.

Autor: - Categoria(s): comportamento, vídeo Tags: , ,
19/12/2008 - 14:42

As ideias mais Magaivers de 2008 segundo o New York Times

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Gina, da BMW

Airbag para Terceira Idade? Sistema automático de anestesia? Transformar-se na sua própria tomada? Plástico bolha sem fim? Fórmulas matemáticas para nunca perder o busão? Carro feito de tecido? Sequestros imaginários? . Confira lá.

Autor: - Categoria(s): comportamento, criatividade Tags: , ,
19/12/2008 - 12:07

Manipulando a atenção do chefe

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Encurtando a conversa, estou me tornando um daqueles chefes malucos que aprovam coisas e depois ficam putos quando os funcionários as executam. Isso continua acontecendo. E deve deixar as pessoas doidas. Em minha defesa, posso dizer que geralmente as coisas me são explicadas de modo geral, em termos vagos que soam bem. E eu digo: “soam bem!” Então passo a vê-las de mais perto. E ficam horríveis. Dessa vez esqueço o que disse antes. Apenas pense que eu tenho amnésia ou algo assim. Não consigo formar novas memórias.

, que acabou de inaugurar (um questionável) design para o tradicional .

Já assisti a esse fenômeno descrito na citação ocorrer inúmeras vezes. Chamo a prática de tentativa de manipulação da falta de atenção do chefe. Imagine quantas leis são aprovadas dessa maneira.

Modo de usar: o funcionário acha que vai conseguir uma aprovação rápida e indolor de algum projeto se explicá-lo vagamente (ou hiperdetalhadamente) para o chefe, que está sem tempo, sobrecarregado, ou que conhece pouco o assunto. Para se livrar do empregado mala e voltar às suas prioridades, o chefe também responde de maneira genérica, mas com algum entusiasmo simpático. Ou seja: teatrinho básico.

O funcionário sai da sala achando que deu o golpe. Pura ilusão. Provoca apenas retrabalhos posteriores. Cedo ou tarde o big boss acorda e milagrosamente esquece tudo o que havia dito.

Moral da história: melhor um não preciso do que um sim vago. Desagrada no começo, mas não atrapalha o fim de semana.

Autor: - Categoria(s): comportamento, gtd e produtividade Tags: , ,
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