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Arquivo da Categoria cérebro

24/04/2009 - 15:50

Remédios para melhorar o desempenho do cérebro

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Cena do seriado Fringe, ficção sobre o que pode acontecer quando a biotecnologia está fora de controle.

O tem um vocabulário maravilhoso. Como saudáveis preocupadas (em inglês, ‘worried well’): aquelas pessoas que estão bem mas vão ao médico assim mesmo para ver se algo pode ser feito para torná-las ainda mais saudáveis. Esse parece ser outro daqueles fenômenos norte-americanos causados por abundância de tempo livre, dinheiro sobrando e consumismo. Veja também o rico empobrecido, o burro educado e o gordo em forma.

comenta um sobre como as drogas “aditivadoras de cérebro” vêm ficando cada vez mais populares. Vendidas sob prescrição médica, elas teriam como finalidade melhorar o desempenho da memória, manter a pessoa acordada por mais tempo, entre outros ditos updates de desempenho mental. Kottke se pergunta se em breve esses procedimentos serão tão aceitos quanto as cirurgias plásticas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): cérebro Tags:
16/02/2009 - 20:47

Você consegue prestar atenção?

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Imagem: revista Wired.

O publicou uma interessante matéria sobre fragmentação da atenção. Segundo a jornalista especializada em ciência, Maggie Jackson, vivemos numa era com cada vez mais distrações competindo entre si, o que nos leva a prestar menos atenção no que lemos, ouvimos e até mesmo nas conversas que temos uns com os outros. Tudo isso estaria nos deixando limitados e menos criativos:

Esse nível de interrupções está relacionado com estresse, frustração e diminuição da criatividade. Isso faz sentido. Quando você está disperso e difuso, você é menos criativo. Quando seu tempo para refletir está sempre esburacado, é difícil resolver problemas, criar relações entre pensamentos e pensar.

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Autor: - Categoria(s): cérebro, criatividade Tags: , ,
27/01/2009 - 05:00

Quantas horas precisamos dormir?

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A revista Time publicou uma interessante entrevista com Daniel Kriple, co-diretor de pesquisa da Scripps Clinic Sleep Center, nos EUA. Segundo estudos que ele realizou por volta de 2002, dormir muito também pode causar mal à saúde. E você vai se espantar que esse “muito” é bem menos do que estamos acostumados a ouvir.

Estudos mostram que pessoas que dormem de 6 e meia a 7 horas e meia por noite vivem mais tempo. E pessoas que dormem 8 horas ou mais – ou menos que 6 e meia, não vivem tanto. Há tanto risco em dormir muito quanto em dormir pouco. A grande surpresa é que esse muito começa em 8 horas. Dormir 8 e meia pode ser um tanto pior do que dormir 5.

Kriple diz que, na sua pesquisa, era mais comum encontrar pessoas depressivas e obesas entre os grupos que dormiam mais de 8 horas. Assim, para ele, o tempo ideal de sono seria não mais do que 7.

Dormindo no ponto

Esse é um assunto bem controverso. Quase todos aceitamos que 8 horas é o período de sono adequado. Mas meus mais de 4 anos de convivência diária com mestres budistas me diz outra coisa. A maioria dos que conheço não dorme mais de 5 horas por noite. Nossa principal professora, há mais de 20 anos dorme por volta de 4. Eu também, que sou um mero estudante preguiçoso, não costumo dormir mais que 5.

Fico cansado? Sim. Mas geralmente só na quinta-feira. Não me pergunte porquê. Já fiz várias experiências e notei que o cansaço não parece ter nada a ver com falta de sono. Acredito que ele obedeça a certos ciclos emocionais / corporais. E a alguns truques das minhas características psicológicas.

Por exemplo: há certos períodos do mês nos quais fico mais indisposto e acho que tudo é mais difícil. É como se fosse uma TPM. Um simples pedido de trabalho pode interpretado quase como um insulto. Depois de um tempo, as coisas voltam ao normal.

O mais curioso é que me sinto muito mais cansado quando acho que deveria ter dormido mais. Quando me auto-sugestiono, tagarelando para mim mesmo: “essa noite só dormi 4 horas. Amanhã estarei podre”. Funciona, acordo mal mesmo. Cérebros.

Autor: - Categoria(s): cérebro, comportamento, gtd e produtividade Tags: ,
15/12/2008 - 20:31

Ilusões de ótica (e de objetivos)

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Arthur Shapiro, professor da Bucknell University, no departamento de psicologia e neurociência, tem uma das profissões mais divertidas que se pode imaginar: enganar o cérebro. Ele cria jogos e animações que produzem ilusões de ótica.

No blog Illusion Sciences, publica parte desse impressionante material. Mesmo sem precisar enfrentar um xamã e tomar Aihuasca, como fez Marcelo Tas, é possível notar como nossa percepção daquilo que chamamos de realidade é frágil. Pequenas alterações nos gráficos fazem com que mudemos completamente de idéia a respeito dos movimentos, cores e formas. É espantoso imaginar que estamos imersos diariamente nessa fragilidade.

Boa parte do que pensamos e fazemos durante o dia tem a ver com fantasmas da percepção, falta de conhecimento amplo das situações e imperfeições de comunicação. Somos como náufragos da entropia, surfistas dos erros.

Um emprego insuportável nada mais é do que seu cérebro produzindo enzimas. Aquilo que lhe dá mais raiva, não passa de um padrão cultural que amanhã pode estar completamente obsoleto. A felicidade que você deseja pode ser uma ilusão que se tornará um pesadelo assim que você conquistá-la. Tudo isso são palavras e conceitos colidindo à nossa frente.

Desde o século 18, somos convencidos de que a felicidade estaria em encontrarmos vocações, aquilo que temos “tesão” em fazer, no qual seríamos “bons”. Mas boa parte da população nunca chega a isso. Ou pior: nunca se convence de ter chegado.

Uma vez que nossa percepção pode ser alterada tão facilmente como nos gráficos de Shapiro ou na química dos xamãs, como podemos levar tão à sério nossos sonhos, ou a ausência de realização deles?

Autor: - Categoria(s): cérebro, comportamento Tags: , , ,
10/10/2008 - 09:56

Seu cérebro também tem disputas por audiência

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Ressonância magnética + Google Analytics

A qualquer momento, o cortex é dividido por falta de consenso, como rivais se esbofeteando com luva de pelica. Distintas áreas do cérebro pensam coisas diferentes por razões diversas. Todos esses componentes mentais armazenados na sua cabeça estão constantemente lutando por influência e atenção. Nesse sentido, a mente é realmente um argumento extensivo (construído como uma torre com múltiplos níveis dependentes uns dos outros). (…)

Comentário , blog sobre neurologia. Pesquisadores usaram exames de ressonância magnética para tentar entender como lidamos com decisões de risco. No processo, descobriram que a disputa por atenção não está só na internet, TV ou publicidade. De alguma forma, cada uma das nossas idéias busca audiência, quer se transformar em viral e “subir no “. .

Autor: - Categoria(s): cérebro Tags: , , ,
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