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16/04/2009 - 16:36

Podemos confiar em livros de negócios?

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E o que isso tem a ver com livros de negócios? Os seus influentes autores assumem que as companhias que eles consideram ‘bem sucedidas’ (muitas das quais nem existem mais) são fundamentalmente melhores do que as pior sucedidas. Assim, gastam muita tinta tentando explicar os ingredientes do sucesso corporativo via engenharia reversa (…). Mas e se esses ingredientes forem contextuais? E se sucesso depender de sorte e bom timing? (…) De um ponto de vista amplo, é claro, os humanos têm dificuldade de perceber a (oni)presença da contingência e das oportunidades. Gostamos de explicações que façam cortes nas situações e não sejam sujeitas à aleatoriedade. (…) Sempre adorei essa frase concisa de Richard Rorty: ‘Liberdade é o reconhecimento da incerteza’.”

Desta vez, não sou eu que estou falando que as fórmulas são limitadas. , baseado num artigo de (Boston Globe), em pesquisas na área da psicologia e no conceito de . Ainda que o texto do blog seja um tanto genérico demais, traz algumas boas ideias sobre porque alguns livros de negócios são problemáticos.

Eu prefiro os de História. E, ainda assim, com restrições. Mas também sei que atacar auto-ajuda é chutar cachorro morto – exercício para quem quer se passar por inteligente e profundo. Então, vamos com calma, certo?

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