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Arquivo de agosto, 2008

30/08/2008 - 11:53

Homens em obras

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O Blig está passando por múltiplos conflitos de banco de dados. As atualizações do site podem ser prejudicadas. Assim que tudo estiver ok, voltaremos ao ritmo normal do Magaiver.

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28/08/2008 - 16:20

Neuromarketing: como enganar o cérebro e fazer as piores com

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duh

Durante muitos anos alguns economistas acreditaram que fazer negócios é um processo até certo ponto racional. Ao longo dos anos, a economia de mercado mostrou que não é bem assim. Pelo menos é o que acha Dan Ariely, autor de Previsivelmente Irracional. Boa parte das nossas compras são movidas por lógicas meio tortas, o que ele demonstra no livro, por meio de testes de campo bastantes interessantes, como o seguinte.

Pesquisadores fizeram duas ofertas de assinaturas da revista The Economist para grupos diferentes de pessoas, mas com características parecidas.

Oferta A:

US$59 – Assinatura só para Internet (68 pessoas escolheram a opção).
US$125 – Assinatura para Internet e revista impressa (32 escolheram)

Retorno previsto – $8,012

Oferta B:

US$59 – Assinatura só para Internet (16 escolheram)
US$125 – Assinatura só para a revista impressa (0 escolheu)
US$125 – Assinatura para Internet e revista impressa (84 escolheram)

Retorno previsto – $11,444

É o mesmo preço. Mas, segundo os pesquisadores, a segunda opção da oferta B serviu para captar a atenção das pessoas como uma isca.

Esse tipo de assunto é bem sério e deu origem a uma nova disciplina, chamada de neuromarketing. Como não poderia deixar de ser, ela é cheia de subtemas. Um delas é exatamente o Decoy Marketing (algo como “marketing de isca”). Em seu blog, o consultor Roger Dooley fala mais sobre o caso acima. Para ele, nossos cérebros não são bons em lidar com valores absolutos, gostam de relatividades. Por isso podem ser enganados enquanto tentam tirar vantagem de uma situação.

Os economistas da época de Adam Smith talvez dissessem que isso ainda é racionalidade. O consumidor tenta, para usar um jargão, “maximizar seu prazer” e eliminar o que parece ser prejuízo.

Não sei porque, mas isso me lembra as ofertas de planos de celular. É preciso ser bem sistemático para calcular toda aquela conversa dos diferentes minutos e tipos de ligação disponíveis, não?

De qualquer forma, até para economizar dinheiro, vale relembrar a importância de estudar a mente e as maneiras pelas quais ela frequentemente engana a si mesma.

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27/08/2008 - 14:42

Quer usar a web 3.0, agora e sem esforço? Fale com a Mozilla

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Ubiquity for Firefox from Aza Raskin on Vimeo.

O ataca novamente. Acaba de lançar uma extensão para Firefox chamada , que promete tornar qualquer pessoa um criador de mashups profissionais. Traduzindo: imagine que você está no Gmail e quer convidar um amigo para almoçar no restaurante (meu favorito, em SP). O que faria? Selecionaria a palavra Halim, procuraria o endereço no Google e, se fosse muito prestativo, encontraria um mapa em algum serviço on-line. Enfim, teria que, no mínimo, abrir 3 abas do navegador e gastar tempo juntando informações. A idéia da Ubiquity, baseada no , da , é colocar todas essas informações num só lugar, à distância de uma linha de digitação. Você digita Option + Espaço para abir a extensão, depois escreve “map nome da rua” e tudo o que você precisa aparece de uma só vez. Depois é só arrastar a informação para o e-mail. Só vendo para crer? Assista ao vídeo acima. Ainda que toda essa conversa seja voltada a quem domina o inglês, já é, sem dúvida, um grande avanço na história dos navegadores.

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27/08/2008 - 11:19

Quando temos vontade de pagar por programas

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bundles
Um costume do mundo Apple: promoções de pequenos programas.

Depois que voltei a usar computadores Apple, meu comportamento mudou muito em relação aos softwares. Agora tenho certo prazer em pagar por alguns programas. Sinto-me apoiando empresas pequenas. Incentivando-as a continuar com bons produtos.

Parece algo um tanto idiota de se dizer, mas é verdade. Empresas como , , entre outras, lançam aplicativos bem desenhados, inteligentes, simples e baratos. Você começa a usa-los e QUER pagar os US$ 50 cobrados pelos produtos. Parece justo, não uma imposição.

Quando estava no Windows, pode até ser que existissem softwares assim (nenhum me vem à mente agora). Mas eu não tinha esse desejo natural de patrocinar um bom trabalho. No máximo, colaborava com projetos open source.

A culpa seria do sistema operacional? Não exatamente. Tem mais a ver com mentalidade de design e de desenvolvimento de produtos.

Boa parte dos aplicativos para Mac OS X se baseia sim na idéia de “menos é mais”. Mas vai além, afinal, às vezes, a experiência de usuário pode ser até mais importante do que a robustez técnica ou até mesmo a mera eficiência do produto.

Erros se tornam até toleráveis quando parecem divertidos, humanos, inteligentes (vide o Twitter, que é uma porcaria, mas poucos largam). Eficiência fria e tecnicista não é percebida, não aparenta agregar valor.

Nada me afasta mais do que a usabilidade deselegante. Não estou falando de programas “feios”, mas de coisas que parecem mal-feitas, sem atenção e cuidado. Ou interfaces com um ar de “tiozão”. Você se lembra do cachorro que aparece na busca do Windows XP? Esse é o princípio da humanização de interfaces aplicado de maneira um tanto joselita, forçada.

Ainda não vejo porque devemos aceitar pagar por pacotões de software inflados e cheios de coisas que não usamos – e que consomem recursos do micro. Isso vale pra Mac ou PC. Aplicativos simples, funcionais e diretos me parecem mais passíveis de “engajamento”. Ou seja: de receber pagamentos por convicção.

(Se bem que ainda prefiro open source).

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26/08/2008 - 14:06

[Inferno Digital] 10 pecados mortais ao usar o e-mail

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zé do caixão
Zé do Caixão: “Como você acha que ganhei essas unhas? Digitando e-mails infernais.”

Não sei se os religiosos já lhe contaram, mas existe um inferno digital. Tome cuidado. Se você for para lá, será constantemente torturado por spammers de mil cabeças. Cada vez que você desviar os olhos do monitor, será marcado a ferro em brasa com o símbolo “@”. Será cercado de vampiros, que sugarão seu tempo e energia vital. Enforcado por fios de mouses. Conviverá com tendinites avassaladoras. Os teclados serão feitos de lâminas afiadas e que emitirão descargas elétricas. As cadeiras serão de espinhos e os assentos embebidos em óleo fervente.

Aqui está a lista de pecados que vão condená-lo à danação eterna nos campos de pixels de lava. Começando pelos e-mails:

1. Enviar mensagens sem preencher o campo Assunto. Ou com títulos genéricos, que informam absolutamente nada sobre o conteúdo do texto. Algo como “Leia”, “importante”.

2. Escrever para perguntar coisas óbvias ou que poderiam ser facilmente encontradas no Google. Por exemplo: sugar tempo do colega de trabalho questionando “o tamanho do documento é Carta ou A4?”, quando você poderia abrir o arquivo e verificar por si mesmo.

3. Encaminhar e-mails com cópia aberta para seus contatos. Isto é: em vez de inserir os endereços no campo BCC (cópia oculta), você os coloca no campo “Para”. Isso vai fazer com que todos os seus amigos recebam mensagens indesejadas, como se tivessem se cadastrado involuntariamente numa lista de e-mails. Além de colocar em risco a privacidade de gente que supostamente confia em você.

4. Enviar arquivos PPS (Power Point). Assim, pode inserir vírus na caixa postal dos outros, fazê-los esperar vários minutos para carregar e-mails (já que haverá um enorme PPS baixando no meio do caminho) e irritá-los ao máximo.

5. Encaminhar piadas e correntes. Em especial aquelas que já foram reenviadas tantas vezes que o leitor precisa rolar a página por vários segundos para poder finalmente chegar ao texto.

6. Acreditar em todas as mensagens que dizem que há vírus em seus programas. Se quiser, use este modelo de e-mail: “Por favor, não abra nada que eu mandar. Estou com vírus no MSN!” Combine-o com o item 3 e já poderá sentir o bafo quente do inferno.

7. Escrever e-mails longos, vagos, cheios de auto-justificativas e conversa mole, tudo num só parágrafo, de preferência escrito sem pontuação e em miguxês.

8. Faça reuniões por e-mail, que seriam mais produtivas se realizadas pessoalmente. Inclua um funcionário que só precisaria ser chamado no final do processo. E no meio do décimo parágrafo da vigésima mensagem, diga, afinal, o que ele tem que fazer. Mas esconda bem a informação. A idéia aqui é confundir o colega ao máximo. Faça com que ele tenha de ler 40 e-mails para chegar num pedido de trabalho que poderia ser feito de modo claro e direto, numa só linha de texto.

9. Envie e-mails sem pensar direito no assunto. Depois outro para cancelar o que disse anteriormente.

10. Envie a mensagem e ligue 2 minutos depois para saber se a pessoa a recebeu. Faça perguntas rapidamente, pressupondo que a pessoa tem um conhecimento profundo sobre o texto.

Como diria Galvão Bueno, “é, amigo”. Com todos esses procedimentos, é inferno na certa. Vá fazendo a reserva.

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25/08/2008 - 16:40

Trabalhando a partir de qualquer lugar

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digital nomad
Meu escritório é no deserto.

Uma repórter de um site sobre tecnologia me escreveu pedindo uma entrevista sobre aquilo que está ficando conhecido como “nomadismo digital”. Publico as respostas que enviei por e-mail, com algumas observações complementares e exclusivas para você, leitor fiel desta humilde choupana na web.

Definições

Em vez de nomadismo digital, prefiro a expressão trabalho remoto, pois não se fixa apenas no uso de tecnologias digitais. E não dá a idéia de que esse tipo de atividade seja nova. É até o contrário: se descartarmos o trabalho familiar no feudalismo, o nosso tipo de sedentarismo profissional é que existe há bem pouco tempo na História.

Vamos às perguntas:

Na sua opinião, quais são as vantagens e as desvantagens – para o profissional – do uso das tecnologias para o trabalho remoto?

Vantagens:

1. Livrar-se da escravidão de estar preso a um horário fixo e um espaço físico de trabalho.

2. Livrar-se de trânsito e de perder tempo no escritório só para cumprir regras.

Desvantagens:

1. Se o profissional não souber impor limites, transforma sua vida inteira num escritório.

2. No Brasil, há várias dificuldades tecnológicas fora dos grandes centros. Para ser mais específico, fora de RJ e SP. Celulares que não pegam, lanhouses mantidas por leigos, redes wi-fi mal configuradas, essas coisas. Isso deve ser incluído nos custos de trabalho.

Qual o limite para os nômades digitais não se tornarem escravos do trabalho?

O limites é a negociação. Isso significa:

1. Aprender a dizer não para clientes.

2. Saber dizer sim de modo realista, eficiente e organizado.

Quem sai ganhando com o trabalho remoto?

Empresa e profissional. Mas nas seguintes condições:

1. Se o profissional for criativo e organizado.

2. Se a empresa entender que também há custos estruturais no trabalho remoto.

Ou seja: ainda há impostos, despesas de transporte, custos dos diferentes níveis de tecnologia das cidades e do mundo etc. Eles são pagos pelo profissional, mas devem ser repassados no custo.

Resumindo: trabalho remoto não é liquidação, mas pode sim ser mais barato para ambos os lados.

Nômades podem trabalhar mais que profissionais dentro de empresas?

Só posso responder por mim. Trabalho mais, só que em menos tempo. Em vez de enrolar 8 horas por dia, concentro minha produtividade em 2, 3 horas (E ainda sou desorganizado e procrastinador. Perco muito tempo com feeds completamente inúteis sobre mercado de tecnologia).

Aliás, essa mentalidade de medir o trabalho em horas, como se fôssemos uma planilha do Excel, me irrita profundamente.

Geralmente meus clientes precisam de atenção e resultados. Raramente isso significa tempo a mais de trabalho.

Porém, muitos deles ACHAM que precisam de mais tempo. Quando são abertos para discussão, conto-lhes a verdade. Quando não são, evito fazer o que muita gente bem-intencionada faz: gastar o tempo do cliente em procrastinação.

Detesto esse teatro. Mas há gente que não confia em trabalho rápido e efetivo. Simplesmente confiam mais na burocracia do que na efetividade. São clientes escravos da mentalidade da ocupação: você precisa parecer que está dando duro, ainda que só esteja jogando os recursos do contratante no lixo.

Quando o cliente REALMENTE precisa de mais tempo, fico feliz em lhe oferecer. Não é uma luta: eu contra meu inimigo, o empregador. É uma parceria. Se for uma relação de guerra, é melhor pedir demissão ou reavaliar o trabalho.

Muitas vezes, nosso maior carrasco é a insegurança profissional. Ter que provar algo ilusório para alguém ou para si mesmo, só porque você tem medo de tudo e de todos à sua volta. Ou porque quer criar uma imagem de “rei do gado” em alguma área. E isso acontece com nômades ou qualquer outro tipo de profissionais.

Assim, não quero ser o melhor, nem o pior, nem o medíocre. Quero viver além dessas amarras conceituais inúteis. Trabalho sustentável.

Qual o seu conselho para aqueles que já começaram a sentir os ‘sintomas’ do nomadismo digital? Ou seja, já começaram a trabalhar da rua, do carro, das cafeterias e shoppings com Wi-Fi, etc?

O sintoma não está em trabalhar em ambientes como esse. O sintoma é fazê-lo irritado, odiando a vida.

Semana passada, por exemplo, trabalhei 2 horas num café de cinema em São Paulo, usando banda larga 3G. Na hora do filme, fui assisti-lo. Depois retomei minhas tarefas. Terminadas, fui jantar com amigos. Poderia dizer a mim mesmo: “como sou miserável, trabalhando aqui”. Mas a verdade é que estava lá para gastar menos tempo de condução entre as diversões que eu havia programado para depois.

O segredo é: quando for trabalhar, trabalhe. Quando for se divertir, divirta-se. Parece simples e óbvio, mas pouquíssima gente consegue. Geralmente estamos no meio do expediente com a cabeça no jogo de futebol ou no estádio pensando no trabalho. Assim, só podemos criar irritação e frustração.

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21/08/2008 - 13:48

Como definir quais são minhas prioridades?

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paretoAtualmente, é cada vez mais difícil conseguir definir prioridades. Tendemos a lotar nossas caixas postais de e-mails desnecessários, assinar mais feeds do que podemos ler e gastar dinheiro com serviços que não usamos. O resultado é que nossas vidas às vezes se tornam “obesas”, cheias de rituais que consomem tempo e energia, criando uma sensação de sobrecarga e tédio.

Nessas horas, há quem recomende aplicar a velha Lei de Pareto (imagem acima). Atribui-se ao economista italiano a constatação de que 80% dos resultados das nossas ações viriam de 20% das causas. Isso se aplicaria a muitos fenômenos. Por exemplo: 80% da sua renda viria de apenas 20% dos seus clientes. E por aí vai. A idéia, então, é detectar quais são as coisas que realmente importam e cortar os excessos.

Mas isso não é assim tão simples. Olhe para sua rotina de trabalho. Você consegue identificar rapidamente quais são os 20% que fazem a diferença? Provavelmente não.

Em termos simples, você pode definir prioridades se baseando em contextos: prazos, energia disponível para realizar as tarefas e recursos disponíveis. Exemplo: digamos que você precise fazer uma viagem internacional, mas só tem um jegue: a prioridade é fazer o possível até chegar a um aeroporto. Você não vai poder transportar um sofá de couro francês em cima do animal, certo? Então, já sabe o que descartar.

Mas há um outro nível que não é tão prático e claro: o dos objetivos a longo prazo.

Desde o século 18, somos treinados a acreditar que mais significa melhor. Fomos tão acostumados a acumular coisas, técnicas, sonhos e estratégias que tendemos a enxergar todos os fenômenos como fazendo parte de um currículo de “desenvolvimento pessoal” e de objetivos a perseguir.

E há mais. Depois dos anos 60 e 70, começamos um outro movimento, aparentemente contrário, que diz que menos é mais. Então produzimos outra busca, outra ocupação: a luta para simplificar a vida. E nos complicamos ainda mais. Aderimos a estilos de comportamento, atividades físicas e até religiosas que nos levam a crer que, afinal, encontramos nosso foco, nossa tranquilidade, “paz interior”. Mas algo sempre nos diz que nos enganamos, que somos uma sucessão de personagens mal construídos.

Isso surge porque somos viciados em estar engajados em buscas. Tanto que se eu começar a sugerir que devemos abandonar essa atitude, provavelmente você ficará perturbado. Vai acreditar que proponho vazio, inatividade, acomodação, morte em vida. Nossos sinais de alerta disparam. Como assim, viver sem um objetivo?

Não é isso que estou sugerindo. Nem apatia, nem luta. Aliás, não estou sugerindo nada. Este é um mero exercício. Permita-se questionar.

Imagine que você não tivesse qualquer batalha para enfrentar. Como seria? O que faria? Será mesmo que se tornaria um vegetal, inútil, apático? Ou será que possui qualidades intrínsecas que escapam à sua consciência agora, exatamente porque está muito ocupado em tentar ser outra pessoa, em provar algo?

Por isso, sugiro um outro exercício. Para descobrir quais são os 20% significativos das suas atividades, tente parar sua rotina por algum tempo. Uma semana, 2 dias, o quanto puder. Não se trata de férias, de substituir a agenda de trabalho pela da agência de turismo. Fique um tempo dedicado somente às obrigações básicas da sua vida e veja o que acontece.

“Mas o que vou fazer?” Não sei. O que tiver vontade. Apenas faça-o conscientemente. Observe-se. Não tente apenas se ocupar. Você vai se descobrir viciado em TV, e-mails, notícias, comida, conselhos, sabe-se lá o quê. Pode inclusive desejar fortemente que a confusão da segunda-feira volte.

Assim, sem muito esforço, vai começar a enxergar o que é prioritário para manter sua estrutura emocional sadia. E principalmente quais são os obstáculos à sua tranquilidade. Talvez, a partir daí, os 20% vão começar a dar as caras. Mas não se iluda: isso é só o começo do processo.

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21/08/2008 - 11:44

Converta vídeos do YouTube para áudio mp3

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vid to mp3

Quer copiar o áudio daquela entrevista ou palestra que você só encontrou no Youtube? O pode ajudá-lo. Trata-se de um aplicativo on-line bem simples. Você copia o endereço do vídeo no local indicado na interface do site, clica em download e salva o resultado no seu computador. A qualidade da conversão obviamente vai depender do arquivo original.

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21/08/2008 - 10:23

Direto do mês do cachorro louco

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spock

Há 66 anos, começava a Batalha de Stalingrado, na Segunda Guerra Mundial.
Há 89, Monalisa era roubada do Louvre.
Há 35, nascia nos EUA, Sergey Brin, um dos fundadores do Google.
Há 11, morria o cantor Raul Seixas.
Há 33, nascia no Hospital do Servidor Público, em SP, mais uma unidade de carbono. Deram-lhe o nome de Eduardo Fernandes.
E há mais ou menos 1 ano, o blog Magaiver ia para o ar.

Vida longa e prosperidade.

PS- Promoções, redesign e comemorações do aniversário do Magaiver virão assim que o iG migrar o blog para o sistema novo. Já vai.

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20/08/2008 - 10:55

Como gerenciar sua equipe evitando a negatividade

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A negatividade pode ser um dos maiores problemas nos ambientes profissionais. É como se você trabalhasse no alto de uma montanha, com ar rarefeito. Tudo parece mais cansativo. As pessoas ficam “pesadas”, reclamam pelas costas, fofocam, segregam-se e prejudicam umas às outras. Embora parte desse fenômeno seja tradicional nos agrupamentos humanos, ainda pode ser combatido.

Essa é a vantagem de trabalhar num ambiente como o meu, no qual todos tentamos ficar alertas para treinar nossas mentes e perceber como funcionam nossas negatividades. Na verdade, nossas tarefas cotidianas são como que estratégias para atingir esse objetivo.

Assim, ao longo de minha convivência de 7 meses aqui e de algumas leituras em diversas outras áreas, cheguei a 17 sugestões para lidar com a negatividade no trabalho. Todas, obviamente, foram devidamente adaptadas para pessoas que estão fora de monastérios. Leia mais »

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19/08/2008 - 12:56

Medo e delírio nas lan houses

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Lan house é como motel. Cuidado com as bocas de porco.

Deve haver muitas lan houses boas por aí. Mas não tenho carna para encontrá-las. Apenas a da Saraiva do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre, RS, ofereceu o tipo de serviço que eu precisava. E que era simples: conectar meu Mac e manter uma rede wireless de bom desempenho.

Nas outras vezes, mesmo em SP, encontro uma mesma cena: computadores bugados, com sistemas operacionais desatualizados, vulneráveis a vírus e funcionários destreinados. Alguns até com má-vontade, por causa das minhas escolhas tecnológicas – ou seja: usar Mac OS X ou Linux.

Montar uma lan house é uma grande responsabilidade. Nem todas as pessoas utilizam esse tipo de serviços apenas para jogar Quake. Há quem faça transações bancárias, escreva textos confidenciais etc.

Portanto, aqueles que escolhem esse ramo de negócio, devem oferecer um serviço minimamente seguro e sério. No mínimo devem procurar se informar sobre sua profissão. Não basta ligar computadores, liberar senhas e cobrar os minutos no final.

Boa parte dos usuários mal sabe o que é um navegador e não tem noção dos riscos de usar senhas em qualquer computador boca de porco. Assim, se você precisar mesmo encarar uma lan house no seu dia-a-dia, vale considerar as seguintes dicas:

1. Evite fazer trabalhos muito importantes nesse tipo de ambiente. Você não conhece a rede instalada, os padrões de segurança etc.

2. Nunca deixe suas senhas expostas ou salvas nos computadores. Por exemplo, ao entrar no Gmail, lembre-se de desmarcar a opção “lembrar meus dados neste computador”.

3. Se possível, use o seu próprio laptop. Se o funcionário demonstrar que não sabe como conecta-lo, desconfie. A lan house deve ser mantida por amadores e seus dados podem estar mais vulneráveis.

4. Confira qual é o sistema operacional e navegador usados no local. Windows 2000 com Explorer 6 é uma configuração arriscada. São softwares muito antigos e problemáticos. Se precisar mesmo permanecer no local, verifique – ou pergunte – se os computadores têm antivírus, firewall etc.

5. Limpe o cache e o histórico do navegador quando for deixar de usar o micro.

Eu poderia ir além. Mas vou resumir no seguinte: lan house não é um neo-fliperama. Lan house é como um motel. Você não vai querer expor suas intimidades em qualquer lugar, vai?

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18/08/2008 - 11:23

Segunda-feira: 5 dicas para combater o saco-cheio

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saco cheio
No pódio é fácil. Mas atleta também tem segunda-feira.

Para muitos de nós a segunda-feira é uma verdadeira tortura. É o dia de enfrentar o sentimento de que se está no lugar errado, forçando-se a mais uma semana chata e repetitiva. Em especial, em época de Olimpíadas, o saco-cheio ganha ainda mais poder, já que a mídia entope nossas mentes o tempo todo com casos de superação pessoal, de perseverança, numa sucessão diária de cinderelas e gatas borralheiras. Parece que, se tivermos um “sonho”, imediatamente tudo fará sentido.

Não é tão fácil assim. Boa parte das pessoas passa a vida toda sem conseguir encontrar um sonho claro para perseguir. Então, vamos ser práticos e enfrentar o que temos agora. Como evitar o saco-cheio na segunda?

1. Não dê tanta realidade às suas próprias emoções. Quando está com dor de cabeça, você não se condena, achando que nasceu para sofrer ou que sua vida inteira é uma porcaria. De modo geral, pensa: agora estou com enxaqueca. Em vez de entrar no espírito de vítima, perceba que emoções aflitivas são um fenômeno impermanente, assim como o prazer. Aprenda a pensar por contexto: o que está acontecendo agora?

2. Identifique claramente a situação. Quando, como e por que você fica de saco-cheio? Você não odeia “seu emprego” ou “sua vida”. Detesta um conjunto de detalhes que, interconectados, causam mal-estar. É possível criar soluções caso a caso? Renegociar acordos, desistir de certas frescuras, mudar procedimentos? O que pode ser feito? Qual é a próxima ação?

3. Você já tentou enfrentar a situação de vez? Ou está se bloqueando? Suponha que você tenha que terminar uma planilha chata no Excel. Ela é realmente tão tediosa? Ou você não sabe exatamente, já que está muito ocupado remoendo seus próprios sentimentos? Muitas vezes, nosso maior obstáculo é a resistência ao cotidiano. E essa é a maior tortura que alguém pode se auto-aplicar. Não resolve, não cria mudanças, nos deixa estagnados.

4. O que você faz enquanto procrastina? Quando não quer realizar uma tarefa supostamente chata, de que se ocupa? A maneira como você foge do trabalho pode ser reveladora. Pode indicar algum outro caminho profissional menos problemático. Por exemplo, quando estou de saco cheio de escrever, geralmente gosto de criar temas para WordPress. E você, fica só no MSN? Sobre o que fala? Há algo que possa ser usado a seu favor?

5. Tente reinventar sua rotina. Sempre que puder, mude de sala, a organização do seu espaço, seus procedimentos, renove o entusiasmo pelo que faz. Resgate a diversão de trabalhar.

Durante as olimpíadas, enquanto os contos de fada circulam, poucos se lembram de que os treinamentos dos atletas são rotinas emocionalmente aflitivas. Todos os “heróis” enfrentam segundas-feiras tediosas. E, se eles trabalharem pensando só no pódio, na consagração do sonho, provavelmente não se manterão na profissão. De alguma maneira, eles têm que gostar do treino, do cotidiano das micro-superações, de esticar seus limites, nem que seja por segundos.

Quem pensa só em resultados, está no caminho das grandes frustrações. Quem estabelece uma boa relação com os processos cotidianos pode ter vitórias diárias.

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15/08/2008 - 11:42

Por que o suporte técnico não ajuda?

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A relação entre conhecedores e leigos em informática tende sempre a ser tensa. Várias vezes já defendi leigos por aqui, sugerindo que, nós, profissionais de tecnologia, precisamos desenvolver uma linguagem que seja capaz de mantê-los calmos e confiantes quando se sentam em frente aos computadores. Mas há limites.

Uso os termos “calmos e confiantes” porque, na maioria das vezes, os problemas dos leigos não vêm de linhas de código e sim do sistema operacional emocional. Ou seja: da impaciência, ansiedade, ignorância e arrogância.

No Brasil, infelizmente, temos essa cultura de querer ensinar medicina aos médicos. Antes mesmo do resultado do exame, já queremos criticar o profissional. No caso da informática, há a famosa expressão “deu pau”. A pessoa escreve para o suporte, cheia de direitos, dizendo que algo saiu errado e que alguém deve consertar o aplicativo bugado. Imediatamente.

Como assim, bugado? De onde a pessoa tirou essa idéia? Executou testes? Investigou todas as alternativas? Não. Apenas pratica a ansiedade leiga, que é digna de pena, já que é totalmente improdutiva. Cria mais obstáculos do que resoluções.

Seria como ir ao médico com dor de cabeça e reclamar que o cérebro está bugado. “Dê um jeito nisso, doutor. Mas sem me dar muito trabalho, afinal, a cabeça deveria funcionar”. Isso sem dar uma vírgula de informação sobre o que aconteceu. “Fulano tentou enviar uma ficha de inscrição duas vezes e deu pau”. Como assim? Quem é a pessoa? O que está fazendo? Que softwares usa?

Aos olhos de quem reclama, todo problema tecnológico parece ser simples. Mas se você não entende do assunto, seja humilde. Coloque-se no seu lugar e faça o que o suporte pede. Ao falar com a equipe de TI, esteja disponível para responder perguntas e ajudá-la.

Ou você prefere continuar tomando remédios sem ler a bula e ficar pulando de médico em médico, cada vez mais doente?

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14/08/2008 - 18:06

[Vídeo] Bienal: os livros recomendados pelo Magaiver

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13/08/2008 - 21:23

Como manter o foco em ambientes de trabalho barulhentos

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Neste exato momento, estou em SP, escrevendo num Starbucks. O ambiente tem todo tipo de distrações que você puder imaginar: de James Taylor cantando no rádio a vários adolescentes nas mesas ao lado. No cotidiano, vários de nós temos que conviver com locais de trabalho mais ou menos assim. Como fazer para se concentrar e dar conta das suas tarefas?

Primeiro, entender quais os tipos de distração que podemos enfrentar:

1. Distrações ruído de fundo. São as mais fáceis de lidar. Por mais incômodas que sejam, o cérebro é capaz de isolar a informação e deixar de dar significado consciente a ela. Em outras palavras, você não presta muita atenção. Se deixar de resistir, se deixar de tentar lutar contra a distração, se não der realidade demais a ela, seu cérebro rapidamente se encarregará de produzir uma concentração sem esforço. Isso é um processo tão natural que não percebemos, por exemplo, o ruído da nossa própria respiração, embora ele esteja lá o tempo todo.

2. Distrações-requisições. Acontecem quando alguém se dirige diretamente a você. Por exemplo: digamos que esteja trabalhando em casa e seus filhos queiram atenção. Muitas vezes, não é possível simplesmente ignorar situações como essa. Você vai ter que parar, ouvir e negociar quando e como vai poder atender a quem o interrompeu. Nesses momentos, a melhor saída é ter um bom sistema para anotar onde parou. Um simples bloco de notas pode ajudar. Não confie na sua memória. Você pode demorar vários minutos até lembrar o que estava fazendo antes.

3. Auto-distrações. Quando você, de alguma forma, quer ser distraído. Ou seja: começa a visitar sites aleatoriamente, procrastinar, se perder nos próprios pensamentos. Em especial, estados emocionais aflitivos podem distraí-lo completamente. Eles aparecem quando você quer martelar para si mesmo que tem a pior vida do universo, que tudo lhe dói, que o mundo é horrível etc. Ou que está atarefado demais, entediado etc. Geralmente, gostamos de fazer essas cenas em público, para que recebamos algum tipo de colo – muitas vezes totalmente imaginário, como postar uma reclamação no Twitter e pensar que alguém a leu, mesmo que não tenha recebido qualquer feedback.

As auto-distrações são as mais difíceis de evitar. Mas também são as mais reveladoras. Porque deixam claro que a distração não está exatamente no ambiente de trabalho. Mas na sua cabeça. Você pode se isolar numa caverna, fechar todos os programas divertidos do computador, mandar o universo parar de se expandir. Nada vai adiantar.

Ainda mais se você estiver envolvido no processo de criar uma tragédia pessoal. Quer dizer, um conjunto formado por um personagem e uma situação para odiar, evitar e repelir. Por mais estranho que pareça, isso pode ser extremamente divertido. Muita gente prefere passar o dia reclamando de si mesmo a enfrentar uma planilha supostamente chata. Quando finalmente cria coragem, vê que ela não era tão horrível assim. E, ao trabalhar nela, você acaba criando um estado de “fluxo”, no qual esquece do próprio sofrimento por alguns instantes.

Já escrevi isso antes aqui, mas não custa repetir. Concentração não é necessariamente ficar atônito, babando fixamente num só objeto ou situação. É ser capaz de retomar o foco cada vez mais rapidamente e por mais tempo. E isso você não vai aprender lutando contra o mundo, nem medindo seu “desempenho”. Vai precisar relaxar, fazer amizade consigo mesmo, ser capaz de dançar no meio das inúmeras informações que circulam pelo cérebro. Desconcentrou? Retome o foco gentilmente. Sem transformar a situação numa queda da Bastilha.

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12/08/2008 - 15:06

[Vídeo] Como trabalhar sem o mouse

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Como trabalhar sem o mouse from Eduardo Fernandes on Vimeo.

Com a popularização dos notebooks e subnotebooks o mouse está ficando obsoleto? É possível substitui-lo por teclas de atalho? Saiba como.

Aplicativos citados no post:





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08/08/2008 - 12:13

10 dicas para fazer palestras como as de Steve Jobs

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No início do Magaiver, eu mesmo tentei dar uma de Steve Jobs. Lembra? Confira o vergonhoso resultado, Steve Trampos.

O blog yOZi publicou uma série de dicas para fazer apresentações como as de Steve Jobs, o patrão da Apple. Vou seguir o texto em inglês, mas alterando-o com minhas observações. Vale ler o original .

1. Desperte curiosidade, começando com frases de efeito. Por exemplo, “há algo de novo no ar”, que foi como Jobs inciciou a apresentação sobre o MacBook Air. “Hoje, reinventaremos os telefones”. Quer dizer: diga algo bombástico ou misterioso, que mexa com as expectativas da platéia.

Cuidado: é bom que você tenha algo realmente interessante para apresentar. Se não o tiver, a estratégia servirá para criar resistência no público. Você será taxado de arrogante.

2. Demonstre entusiasmo. Mas com naturalidade. Note que Jobs vive dizendo coisas como “não é incrível?”, “estamos muito empolgados com isso” etc. Mas nunca como se fosse um torcedor fanático de futebol. Ele dá um tom de tranquilidade para a sua grandiloquência. Não parece um sujeito inseguro tentando convencer, mas alguém se divertindo em compartilhar algo em que acredita.

3. Numere os tópicos dos seus assuntos antes de falar. É como se você estivesse elaborando uma lista de tarefas. “Vamos falar sobre vendas em outros países. Tecnologia 3G. Preço mais barato.” No final, volte para uma revisão, como quem mostra que cumpriu cada tarefa prometida.

4. Vai apresentar números? Traduza-os para o público. O método de Jobs é apresentar gráficos bem simples ou frases diretas, com a interpretação dos dados.

5. Crie um momento inesquecível, quando você finalmente chegará ao centro do seu tema. E ele deve impressionar. Ainda que geralmente nossas apresentações de trabalho não tenham assuntos tão passíveis de serem concentrados num momento central, podemos organizar os tópicos para evitar a linearidade. Criamos um ritmo e uma dinâmica, variando o tom, com momentos mais sérios, outros mais leves.

6. Crie slides simples, diretos, profissionais. Já tratei desse assunto .

7. Cuide dos detalhes. Sons, músicas, transições de slides, posicionamento no palco. Você não precisa tentar imitar uma apresentação do Calypso ou da Cher, é claro. Mas crie pequenos recursos divertidos que divirtam a platéia.

8. Deixe bem claros os benefícios daquilo que está falando. Todo tema tem uma utilidade específica para sua audiência, senão ela não teria comparecido. Mostre porque a presença valeu a pena. Não espere que as pessoas deduzam.

9. Pesquise, pesquise, pesquise. Não fale de maneira vaga e sem fundamentação. Improviso pode ser interessante. Mas também um desastre. Crie sistemas de ajuda, para a hora das emergências no tema e nos equipamentos que você vai usar.

10. Não tenha medo de dividir o palco. Se for o caso, passe a palavra para outros especialistas, sempre que isso for útil.

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06/08/2008 - 11:36

Sanguessugas ou semeadores?

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leecher seeds

Usuários de clientes já devem estar acostumados com a expressão leecher (de “leech”, sanguessuga, em inglês). É uma das práticas mais irritantes que existem na internet: a pessoa apenas baixa arquivos, mas não compartilha informação.

Isso acontece em muitos ambientes on-line, não só nos de download. Fóruns, listas de discussão, blogs etc. Recebemos informação passivamente, sem nenhum sentimento de comunidade. Que ótimo que aquele site publique dicas de graça. Não faz mais do que a obrigação. Entro, vejo se algo me interessa e caio fora. Não estou disposto a colaborar, nem sequer apontando erros ou melhorias nas dicas.

Outro dia percebi que, mesmo tendo um blog sobre lifehacking e tecnologia, mesmo compartilhando idéias, músicas e conteúdo próprio na internet desde 2000, ainda sou um belo leecher. Então resolvi doar alguns dólares para alguns dos sites que mais uso. Ainda assim, dei bem menos do que deveria. Porque várias das suas dicas me trouxeram trabalhos, dinheiro ou, no mínimo, economias.

Mas não quero me concentrar no dinheiro. Esses sites me trouxeram sim, pequenas doses de felicidade, nem que seja via distrações. E são mantidos por pessoas que gastam tempo para fazer um bom trabalho.

Por isso como a do Augusto Campos, do Efetividade.net e Br-Linux – que fez um concurso com renda revertida para a Wikipedia e outros projetos on-line – são tão importantes. Ajudam a mover nossa mentalidade da coluna dos leechers para a dos seeds.

Então aí vão algumas idéias de como você pode colaborar com seus sites e blogs preferidos:

  • – Sugerindo dicas, fazendo comentários construtivos, corrigindo e apontando erros sempre que estiver ao seu alcance.
  • – Clicando nos anúncios que lhe interessarem. Muitos blogueiros ganham dinheiro com programas de afiliados.
  • – Lincando nos seus sites, recomendando aos amigos, enviando textos por e-mails (sem dar uma de spammer).
  • – Doando dinheiro e produtos para promoções e parcerias.
  • – Investindo no site (com publicidade etc.)

Nem todos os sites têm estrutura profissional para receber ajuda. Mas sempre se pode fazer algo.

Mas é importante entender o seguinte: não é exatamente o blogueiro ou jornalista que precisa de ajuda. Deixar de ser leecher vai trazer vantagens para VOCÊ. E para o resto da comunidade on-line, claro.

O que você pode compartilhar? O que você sabe – ou tem – que pode ser útil para alguém?

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/08/2008 - 10:34

Como melhorar sua digitação?

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typing

Você digita rapidamente? Conhece seus principais erros de digitação? Ou melhor: sabe quais são os padrões de erros que podem causar saias justas na hora de enviar currículos, escrever para blogs, entre outras “situações públicas”? O site PowerTyping.com ajuda a testar suas habilidades e ainda ensina boas dicas para melhorá-las. Basta copiar um parágrafo que é apresentado na tela, da maneira mais rápida que você conseguir. Na sequência, o aplicativo indica não apenas a sua velocidade, como indica seus principais erros de atenção e digitação. Ainda que esteja em inglês, o programa é bastante útil. Melhor que isso,

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/08/2008 - 21:28

Como fazer: de webcam telescópio a pipoca com 4 celulares

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