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Arquivo de julho, 2008

31/07/2008 - 17:31

O problema é comigo ou com o software?

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software engineering explained

A clássica ilustração que mostra como pode vir a funcionar um processo de desenvolvimento do software.

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É assim que muitos softwares se relacionam conosco: por meio de intermináveis passos. Quando você usa internet lenta, esse processo pode torrar sua paciência. Ou pior, abortar sua missão por time out (ou seja: demora para conectar). Quem levantou esse assunto foi David Pogue, colunista do New York Times. Ele se pergunta:

Por que designers de softwares querem que seu trabalho pareça mais em vez de menos complexo? Não consigo entender como eles não conseguem entender isso.

Imagine se Pogue tivesse que lidar com o Bradesco Pessoa Jurídica ou com alguns dos sites governamentais brasileiros.

O que talvez o jornalista não enxergue é que muitos desenvolvedores pensam que estão criando interfaces fáceis. Quer dizer: enchem-nas de FAQs e textos técnicos. Alguns até se dão ao trabalho de fazer desenhos pseudo divertidos. Até mesmo o Google usa esse tipo de estratégia. Não é tão simples praticar a simplicidade.

Muitas empresas não fazem testes de usabilidade. Trabalham com hipóteses e gostos pessoais dos designers ou dos níveis mais altos da hierarquia. Eu, como usuário, quando vou usar um sistema de banco, por exemplo, quero comunicação clara, direta, pouca dispersão em menus, rapidez, eficiência e alguma beleza.

É difícil pedir algo assim para um desenvolvedor, que está muito envolvido com os códigos. Do ponto de vista dele, não há nada mais lógico, intuitivo e fácil do que um menu com vários passos. Mas quem tem paciência para ler diversas opções?

De resto, a primeira coisa que você aprende quando faz testes de usabilidade para um produto é que as escolhas dos usuários geralmente são diferentes da lógica linear.

A resposta de Pogue é, de certa forma, fácil: as empresas não fazem produtos simples porque não as cobramos. Quando todos começarem a migrar para serviços melhores, quando os lucros começarem a cair, haverá mudanças. Ou, nos casos em que isso não é possível (sites governamentais, por exemplo), podemos reclamar até que não nos aguentem mais.

Ou seja: o problema não é só do software. Mas também nosso.

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31/07/2008 - 09:56

Produtividade não depende de milagres

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gina trapani

Se você quer ser e se manter organizado, saiba que isso demanda esforço sistemático. Você vai ter que usar ferramentas imperfeitas e criar novos hábitos durante um certo tempo. Isso é um processo confuso e difícil. Mas as pessoas querem perder 10 quilos instantaneamente. E boa parte da mídia promete isso. Inclusive alguns dos textos do blog em que trabalho.

Gina Trapani (foto), do Lifehacker, em entrevista para o New York Times. Via Chagdud Khadro.

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30/07/2008 - 20:15

A volta da maior ferramenta de procrastinação: o chat

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firefly

Até há poucos meses, no Brasil, o Orkut vinha sendo considerado como uma das maiores ferramentas de combate à produtividade já criadas. Mas houve um tempo em que esse posto foi dos chats. Eles acabaram caindo em certo esquecimento, considerados como datados, algo completamente anos 90. E é por isso mesmo que já estão surgindo os revivals.

O Firefly é um deles. Porém muito mais assustador do que o original. Trata-se de um aplicativo on-line que permite inserir uma ferramenta de chat em qualquer site.

As pessoas que estiverem navegando nele poderão conversar entre si. Deve ser útil para turbinar projetos de marketing e aumentar o tempo que os visitantes passam no site. Mas se você não tem nada a ver com esse mercado, fuja.

A experiência de usuário é bem estranha: você clica num botão e de repente aparecem vários ponteiros de mouse. Estes indicam quantas pessoas estão ali, disponíveis para conversar. Então pode clicar em qualquer parte da tela e começar a digitar. Ícones de outras cores e formatos (como gatos, Wolverine, o mestre Yoda, entre outras MSNices) começam a responder suas mensagens e emitir irritantes som de *pop*.

Acha pouco? Uma barra de navegação abaixo da tela possibilita que você acesse sua conta de Twitter e compartilhe as conversas com outros amigos. Tudo rodando via Flash Player, da Adobe. Aos poucos a tela se torna uma espécie de aquário. E o procrastinador compulsivo pode ficar horas assistindo às conversas dos outros.

O engraçado é que o blog sobre negócios em tecnologia, Giga Om, falou sobre o assunto e logo o site do Firefly estava cheio de pessoas perguntando como poderiam aplicar aquela ferramenta para ganhar dinheiro. Ninguém deu uma resposta convincente. Mas, em minutos, muitos estavam brincando com ícones dos desenhos do Cartoon Network e cogitando a possibilidade de inserir spam ali.

A ferramenta fará sucesso? Não sei. Mas para nós, interessados em produtividade, ela ajuda a revelar algumas das fórmulas que podem captar fortemente nossa atenção:

1. Ícones de cultura pop.
2. Conversas entre pessoas.
3. Diversão em público, com possibilidades de interações imediatas.
4. Novidades constantes (atualmente enjoamos muito rapidamente).
5. Visual um tanto infantil.
6. Voyerismo.

Se bem que de vez em quando, uma guerra de cursores pode ser divertida. Não sejamos tão radicais.

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29/07/2008 - 20:47

[Vídeo review] Yahoo Zimbra: já podemos abandonar o Outlook?

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zimbra desktop

Testamos o novo cliente de e-mails do Yahoo, o Zimbra Desktop. Clique na imagem acima e confira no vídeo-review.
Baixe o Yahoo Zimbra aqui.

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28/07/2008 - 19:34

Vampiros de energia

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Vídeo explica como pequenos descuidos com energia elétrica afetam seu bolso (em inglês).

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28/07/2008 - 16:36

Os aplicativos mais usados na redação do Magaiver

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swiss army knife

Inspirado por um post do Lifehacker, também vou compartilhar os aplicativos que mais uso no cotidiano. Como trabalho com um MacBook Pro, boa parte deles foi desenvolvida para o sistema operacional da Apple. Mas sempre que houver um similar para Windows, ele será indicado. Vamos lá:

Firefox 3 – Venho testando versões prévias do Safari 4. Ele é até mais rápido do que o Firefox 3 e certamente renderiza texto muito melhor. Mas extensões como Web Developer, Stumble Upon e Del.icio.us fazem muita falta. Assim, o navegador da Mozilla ainda é o programa no qual passo a maior parte do meu dia.

TextMate – O melhor editor de texto para quem escreve para web. Serve tanto para código puro quanto para textos com formatações em HTML e CSS. Tem inúmeros atalhos e macros para qualquer situação que você imaginar. E ainda é possível criar os seus. Para o Windows, há o Notepad ++, bem mais limitado, mas, ainda assim, leve e funcional.

Quicksilver – Pastas, subpastas, menus, que coisa mais anos 90, diria Merlin Mann. Por meio de uma interface simples e combinações de teclas, o Quicksilver encontra e abre quase tudo no seu computador. De arquivos de texto a aplicativos. Com o tempo, o programa vai aprendendo seus hábitos e já se oferece para abrir seus aplicativos mais usados, sem passar pelo mouse ou trackpad. Usuários de Windows podem usar o Launchy ou o Enso.

Text Expander – Aplicativo que cria teclas de atalho para economizar tempo na digitação. Você pode definir teclas de atalho para todos os textos que vive precisando digitar, não importa o tamanho deles e nem mesmo que programa está usando. No Windows, o Texter, desenvolvido pelos editores do Lifehacker, é uma boa opção.

Photoshop – Venho usando o editor de imagens da Adobe há mais de 10 anos. E às vezes a relação funciona como um casamento: acho que ele está com uns quilos a mais e que poderia ser mais fácil de lidar. Mas nunca encontrei nada melhor.

Net Newswire – Ler feeds é uma das partes mais chatas, porém indispensáveis, do meu trabalho. Troquei o Google Reader pelo Net Newswire por causa da sua interface, mais organizada, rápida e bem acabada. Há recursos de pastas, marcadores, destaques, estatísticas e muito mais, que me ajudam a aplicar o Princípio de Pareto no meus feeds. Usuários do Windows podem usar o excelente Feed Demon.

Twhirl – Aplicativo recentemente comprado pela Seesmic, que permite ler e publicar conteúdo nos principais sistemas de microblogging e lifestream do mercado, como o Pownce, Twitter, Jaiku, FriendFeed e Identi.ca. Tudo ao mesmo tempo. Funciona em Mac e Windows, via Adobe Air.

Transmit – O mais rápido e amigável programa de FTP com o qual já trabalhei. Quando usava Windows, ia de WS_FTP e de Filezilla.

ScreenFlow – Se você já viu meus screencasts, sabe que o ScreenFlow permite gravar o que está na tela do computador ao mesmo tempo em que captura imagens da câmera embutida do MacBook Pro. Isso torna os programas mais humanos e dinâmicos, porque você pode aparecer no vídeo. Além disso, ainda há como inserir alguns recursos simples de edição, como zoom, trilhas sonoras etc. Para Windows, um programa similar é o Camtasia Studio, bem mais profissional que as alternativas gratuitas no mercado.

E você? Quais são seus programas mais usados?

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24/07/2008 - 16:22

Não subestime a influência do corpo nas suas opiniões

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irritação

O webinsider publicou uma matéria sobre como trabalhar com geeks. De modo geral, são os mesmos pontos que foram tratados aqui há alguns meses. Mas preste atenção nos seguintes trechos:

Essas pessoas se aborrecem muito rápido. Todo o processo entre a faísca da curiosidade, a busca pela informação, a assimilação, o domínio e o aborrecimento acontece muito mais rapidamente com geeks. Por isso é importante ter um fluxo constante de desafios e novidades. (…) Nerds são rebeldes. Barreiras e limites são apenas sinais de obstáculos a serem superados. Numa empresa de geeks, dê espaço e defina em grupo os objetivos. Fique tranqüilo que dando liberdade eles encontrarão o melhor caminho.

O artigo completo está aqui.

Rebeldes que ficam entusiasmados e entediados muito rapidamente podem criar vários problemas para si mesmos. Como um bom geek, trabalhando em empresas de comunicação há quase 15 anos, sei que há um lado muito frustrante em ser geek. Seja como funcionário ou chefe.

Basicamente, temos energias muito intensas, superestimuladas pelo ritmo da tecnologia. E também certa dificuldade de nos concentrarmos por muito tempo.

Isso faz toda diferença.

Por exemplo, quando trabalhei numa das maiores editoras da América Latina, tinha acessos de raiva toda vez que precisava lidar com o departamento de TI. Ele juntava duas coisas que são terríveis para qualquer geek: burocracia e lentidão. Um dos gerentes da área tinha uma paciência incrível para me mostrar que, numa empresa como aquela, qualquer mudança tem um custo muito alto. Eu precisaria ser paciente e hábil.

Ambos sabíamos que eu poderia fazer o mesmo trabalho que eles de uma maneira mais barata e rápida. Mas eu não conseguia enxergar o todo, só minha parte. Mais que isso: tinha uma espécie de alien dentro de mim, mexendo com minhas energias, querendo derrubar tudo e fazer as coisas imediatamente do meu jeito. Assim, eu não era nem inteligente e nem preciso. Era uma espécie de jamanta desgovernada.

Assim, aos poucos aprendi a não subestimar a influência que meu corpo e o ambiente têm sobre minhas opiniões. Geralmente cometemos erros graves só porque deixamos que uma ansiedade difusa, combinada com 10 deprimentes dias frios e uma noite mal dormida se transformem numa batalha de egos.

Além disso, nós, geeks, lidamos diariamente com as dificuldades de comunicação, já que trabalhamos com detalhes técnicos. É muito fácil desenvolver arrogância e impaciência.

É claro que podemos estar certos. E vale bater o pé. Ou até sair do emprego – e já o fiz inúmeras vezes, sem hesitações. Mas, antes de tudo, é preciso respeitar as empresas, suas histórias e procedimentos. Elas não chegaram onde estão por acaso. Tanto as pequenas quanto as grandes – que, com o tempo, descobri serem muito parecidas. Não há mundo ideal.

O geek, como todos os outros seres, precisa ter paciência, esperteza, flexibilidade e visão de longo prazo. Ou, como diria Freud, têm de saber adiar o prazer. Se não for capaz de enxergar o todo, vai continuar preso e ressentido no seu cubículo.

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24/07/2008 - 10:30

Mude a cara do seu celular Symbian

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auto profiles mainscreenUsa um telefone com Symbian? Eu uso, num Nokia n95. Mas não sou exatamente um fã. O sistema operacional é lento, complicado e feio. Ainda assim, bastante funcional. Por exemplo, quase todos os vídeos deste site, salvo os screencasts, são feitos com a ajuda dele. Mantenho todos meus compromissos, listas de tarefas e calendários sincronizados entre o n95 e o Mac, usando o iSync e um plugin desenvolvido pela Nokia Europe. Para ajudar a tirar a cara um tanto infantil do sistema, o Symbian Guru lançou um pacote de aplicativos chamado Productivity Bundle. Basicamente, ele oferece recursos de personalização da interface do sistema. Um dos aplicativos mais interessantes do grupo é o AutoProfiles, que permite contextualizar seu celular. Ou seja: mudar a cara dele de acordo com sua agenda. Por exemplo, se você está no horário do expediente, os programas de produtividade aparecem com destaque. Se está no fim de semana, os aplicativos de entretenimento ficam mais fáceis de serem acessados. O pacote todo custa US$ 15,99, mas você pode baixar uma versão gratuita para testes aqui.

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22/07/2008 - 17:28

Wallpapers GTD

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gtd wallpaper

Publicada no blog Anabula uma série de wallpapers baseados no sistema de produtividade pessoal Get Things Done, desenvolvido pelo escritor David Allen. O da imagem acima é uma reprodução do gráfico de distinções e decisões que Allen propõe que tenhamos em mente toda vez que precisarmos dar conta de uma tarefa. Baixe os papéis de parede aqui.

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22/07/2008 - 17:06

Programa leva a pilha de “depois eu leio” para o celular

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instapaperAhhh, que notícia horrível. Criaram uma versão on-line para a velha pilha de “depois eu leio”. Não sei se você tem uma dessas em casa. Já cheguei a ter mais de 10. Eram textos, revistas e jornais que ficavam espalhados em vários cantos do apartamento, esperando para receber atenção. Raramente recebiam, só me davam a sensação de ter uma tarefa para concluir. De qualquer forma, o Instapaper é um aplicativo que pode levar essa incômoda utilidade para seu computador e até para o celular. Basta fazer seu cadastro e depois arrastar um bookmarklet para a barra de favoritos do seu navegador. Fácil. É melhor que o Del.icio.us? Não exatamente. Não tem ferramentas para organizar e compartilhar links. Mas a integração com aparelhos móveis, incluindo o iPhone, parece bem interessante. Se você também é adepto do “depois eu leio”, talvez também queira conhecer a extensão Read it Later, do Firefox. Blogueiros também podem usá-la para guardar assuntos para serem desenvolvidos depois. Isso para quem não usa o Google Notas.

Via Make Use of

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21/07/2008 - 17:06

Estou sem internet. Como resolver o problema?

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tcp ip

Onde quer que eu vá, algum usuário de Windows sempre aparece com as três fatídicas palavras: “estou sem internet”. Podem haver vários motivos para isso acontecer – de provedor fora do ar a cabo desconectado. Mas um problema aparece quase sempre: a pessoa têm um IP (Internet Protocol) específico configurado em seu micro que, fora de casa ou da empresa, a impede de acessar a web. Sei que o assunto parece técnico demais, mas uma hora você pode precisar. Então vamos ao passo a passo:

1. Na barra de navegação do seu XP ou Vista deve aparecer um ícone com dois micros interconectados. Clique com o botão direito do mouse nele. No XP você pode ir até Painel de Controle / Conexões de Rede.

2. No menu, escolha Propriedades. Depois Protocolo TCP/IP. Propriedades novamente.

3. Agora vem o segredo. Olhe as telas acima. Se houver números preenchendo aqueles boxes (na imagem da direita), você vai precisar clicar em “Obter um endereço de IP automaticamente” e “Obter o endereço dos servidores DNS automaticamente”.

Mas CUIDADO: anote os números que estão na tela antes. Quando você chegar em casa ou na empresa, talvez precise deles novamente.

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21/07/2008 - 11:36

Quer apostar que agora você vai atualizar o navegador?

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Segundo pesquisas feitas nos EUA, mais de 600 milhões de pessoas continuam usando navegadores desatualizados. Dados indicam que 52,4% dos que usam o Internet Explorer rodam versões consideradas inseguras. Até os adeptos de outros browsers escorregam na hora de atualizá-los (veja gráfico ao lado). A notícia saiu num dos blogs oficiais do Google:

O problema é que a maioria dos usuários não sabe que está usando uma versão desatualizada. Deve ficar claro para eles que isso implica em riscos substanciais. Pesquisadores sugerem que os programas devam trazer avisos claros sobre a necessidade de atualização, assim como os produtos alimentícios vêm com data de validade. As atualizações também devem ser fáceis de achar. Isso pode criar maior clareza sobre as fraquezas dos programas e deixar os usuários avaliarem melhor os riscos de manterem-se desatualizados.

Não acho que essas coisas funcionem. Assim, seguem algumas sugestões para mensagens de alerta mais eficientes. Com elas, as pessoas finalmente iriam baixar as versões mais recentes. Não acha?

atualize o navegador

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17/07/2008 - 21:32

3 dicas para não ficar escravo do computador

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computer slaveQuantas horas por dia você passa na frente do computador? Como você sabe, atualmente ele é usado para trabalho, diversão e relacionamentos. É tão onipresente que muitos de nós, usuários de serviços de blogs e microbloging, nos acostumamos a relatar praticamente tudo o que estamos fazendo. Ou até o fato de não estarmos fazendo nada.

O sujeito está na praia e usa o celular para se conectar ao micro, passa horas no aeroporto ou numa fila de banco imaginando que precisa encontrar um jeito de contar aquilo para uma audiência. Muitas vezes, um público que nem existe direito. A pessoa não consegue dialogar com a que está fisicamente ao seu lado, porque, mentalmente, está sempre cercada de um público, em tese, ávido por entretenimento.

Há muita gente que lida bem com isso. Outras pessoas usam o ambiente on-line para fins mais específicos. Gostam de se imaginar como espécies de micro-celebridades. Criam um espaço no qual são respeitadas. E sentem-se integrantes de um grupo social. Mas também há quem se sinta escravo dos computadores.

Recebo e-mails de pessoas que relatam um cansaço generalizado e certa aversão à tecnologia. Nem sempre são usuários inexperientes. Até mesmo geeks passam por isso. Para ajudar a melhorar essa situação, tenho 3 sugestões:

1. Saia da frente do micro pelo menos durante 10 minutos a cada hora. Geralmente, ficamos tão entretidos com as nossas tarefas e distrações, que mal nos levantamos da cadeira. Isso acaba com o corpo. Levante-se, antes que o cansaço acumulado crie um sentimento de repulsa geral.

2. Evite usar o micro para todas as suas diversões. Por exemplo, se quiser assistir a um filme, às vezes, vale dar preferência ao cinema e à TV. Não deixe o computador mediar todas as suas relações. Por mais cômodo que seja, ele pode causar estresse desnecessário – como ter que configurar um media center, enfrentar lentidão e travamentos, quando você só quer se divertir.

3. Desconecte-se da necessidade de se comunicar a toda hora. Certos posts no Twitter e em blogs mais se parecem com conversas de elevador: “está quente hoje… Será que chove?” Se não tem o que dizer, não force. Use os serviços quando isso for importante para você. Não crie o costume de relatar sua vida em detalhes para um público supostamente interessado. Seu cérebro certamente vai desenvolver um padrão de comportamento. E logo você poderá sentir-se dependente de platéia. O tempo todo. O que pode ser uma tortura, criando um modo de viver paranóico ou exibicionista. A web não vai precisar estar fora, vai permanecer na sua mente.

Os recursos de comunicação e de entretenimento digital são certamente um grande avanço. Contudo, podem produzir efeitos colaterais. Seja lá qual for sua relação com os computadores – tranquila ou difícil – é sempre bom estar alerta. Manter-se no controle da sua rotina. Estabelecer seu próprio meio termo.

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17/07/2008 - 15:29

O nascimento do Hackbook Air

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Não é exatamente o hardware que faz os computadores da Apple serem interessantes, é o Mac OS X. Assim, desde que a empresa passou a usar processadores Intel, circulam pela internet versões do sistema operacional da Apple hackeadas para rodar em micros de qualquer marca. O produto dessa gambiarra ficou conhecido como Hackintosh, que vem demonstrando bom desempenho, em alguns casos até melhor do que os originais.

O site Lifehacker publicou um guia – em inglês – para ensinar como fazer o seu próprio Hackintosh. Mas o The Register foi além e mostrou a última versão do OS X, Leopard, rodando num subnotebook MSI Wind, concorrente do Asus Eee PC. O vídeo acima mostra o Hackbook Air em ação. Ou seja: se você confia nesse tipo de, digamos, “subversão” das marcas e patentes, pode vir a ter um notebook quase Apple por menos de mil reais.

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16/07/2008 - 21:25

Semana de updates: WordPress, Gmail e Live Calendar

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wordpress 2.6WordPress – O gerenciador de blogs mais popular da atualidade chega à versão 2.6 (baixe aqui). Agora ele usa o Google Gears para melhorar a performance da parte que o visitante não vê do blog – a administração. O Gears funciona como um segundo cache de navegador: armazena no seu computador os arquivos que não precisam mudar a toda hora e, assim, agiliza o carregamento das páginas. Mas a maioria dos blogueiros não deve sentir muita diferença. Além disso, agora o WP suporta mais tipos de avatares e tem um novo visualizador de temas, que ajuda a ver como ficará o layout do seu site, antes mesmo de publicá-lo. Se você pretende atualizar seu WordPress já, cuidado com imagens e plugins. Nos meus testes, o banco de dados não se deu muito bem com elas. Tive que reinserir algumas nos posts. E os plugins funcionavam, mas não eram enxergados na administração do WP. A correção para esses bugs deve sair logo. O engraçado é que nos testes com as versões beta do 2.6 nenhum problema acontecia.

gmail contacts

Contatos do Gmail – Toda vez que você respondia a um e-mail usando o sistema do Google, ele automaticamente inseria o endereço do destinatário no seu catálogo de endereços. Isso criava uma verdadeira bagunça. Sempre há pessoas que têm mais de 5 contas. Quando você precisava escrever para elas, dava um certo trabalho detectar qual dos endereços era o principal. Depois da atualização, o Gmail passou a incluir os contatos num grupo chamado de “sugeridos”. Para promovê-los para “meus contatos”, você precisa fazer a seleção manualmente. Ou, se você troca e-mails frequentemente com um mesmo endereço, o sistema já o promove automaticamente. Uma boa melhoria. Assim você pode se organizar melhor, sem perder a comodidade de ter todos os endereços salvos.

livecalendar

Live Calendar – O calendário on-line da Microsoft recebeu aplicações de botox nos menus, suporte para Firefox 3 e agora permite assinar calendários públicos. Também ganhou uma ferramenta para gerenciar datas de aniversários. O blog Live Side está cobrindo o assunto e diz que virão mais novidades nas próximas horas. Mas prefiro chamá-las de “ajustes com a concorrência”.

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15/07/2008 - 21:37

Startups gonzo: cada época tem os chapados que merece

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provigilNos anos 70, havia o jornalismo gonzo, vertente ácida do chamado new jornalism. Basicamente, era uma tentativa de levar os repórter a experimentar diretamente aquilo que noticiam, para encontrar enfoques inusitados e mais agudos da realidade. O dono da patente era o norte-americano Hunter S. Thompson, um usuário contumaz de drogas, que se suicidou há alguns anos. Para muitos analistas, as substâncias alucinógenas tiveram um papel fundamental no seu trabalho. Não sou exatamente um partidário dessa opinião, mas em breve um documentário sobre a vida do jornalista vai ajudar a entender melhor o que o movia.

De qualquer forma, em algum grau, o consumo de drogas ilícitas sempre esteve presente nos ambientes jornalísticos e, claro, nos corporativos (desde o ópio no século 19). Agora assume características cada vez mais médicas. O blog TechCrunch, um dos mais importantes do mundo na área de tecnologia, reportou que o uso de drogas estimulantes como o Provigil está se tornando perigosamente comum entre os empreendedores do vale do Silício.

Funcionários e donos de startups – micro empresas de tecnologia – relataram ao blogueiro Michael Arrington casos de ingestão da droga para fins recreativos ou para manter o ritmo frenético dos workaholics da web 2.0. Doses regulares podem manter uma pessoa acordada por até 20 horas por dia, mas estudos com militares mostraram que esse valor pode subir para 88. O próprio Arrington já declarou que vive praticamente escravo de seu computador, em busca da última novidade da informática e que estava num ritmo insustentável.

É mais um caso em que tecnologia e produtividade beiram a insanidade. Num ambiente como esses, experiências como a do editor do blog Unclutterer – que limitou seu uso do laptop a apenas o tempo de duração da bateria – parecem ter vindo de outro planeta. Alô, Mulder & Scully estão na escuta? A verdade está lá fora.

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15/07/2008 - 21:03

AOL lança site para compartilhar fotos profissionais

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pixetera

Você acha que o Flickr é coisa só para amadores? Prefere fotos profissionais, com melhores luzes, enquadramentos e, principalmente, idéias? A AOL lançou um serviço para você, o Pixcetera. Lá você vai poder ver, avaliar e compartilhar as imagens que circulam pelos sites da rede de notícias norte-americana, incluindo material das agências Associated Press e Reuters. O site ainda traz galerias divididas por temas, como esportes, entretenimento, celebridades, astronomia etc. E, como muitos sites da atualidade, há espaço para criar mais um perfil (mais uma senha, mais dados pessoais) e fazer comentários para cada foto e enviá-la por e-mail e MSN. Mas dessa vez não é permitido publicar a sua foto, certo? Trata-se de uma rede social passiva, se é que você me entende.

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14/07/2008 - 18:48

Filme fala sobre a bolha da internet nos anos 90

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augustVocê desenvolve uma boa e aparentemente revolucionária idéia. Um dia, recebe a visita de um sujeito de terno e gravata que diz que vai investir no seu projeto. Booom. Você fica bilhonário em poucos meses. Essa foi a realidade da chamada bolha da internet, nos anos 90. Naquela época, garotos que programavam sistemas por hobby foram promovidos a mega-empreendedores de tecnologia. E, obviamente, a maioria não fazia idéia do que significava depender de investidores casca-grossa e números de Wall Street.

A época foi razoavelmente retratada por documentaristas. Mas ainda faltava um drama, uma ficção baseada na frebre do Vale do Silício. Até agora. Foi lançado na semana passada um filme chamado August (veja o trailer aqui). Dirigido pelo estreante Austin Chick (que está no segundo filme), conta a história de um empreendedor-geek engolido pela tal bolha.

Deslumbrado com o repentino sucesso, ele começa a se comportar como um rockstar, para meses depois se ver endividado e perseguido por credores. No elenco, há as presenças de Adam Scott, Rip Torn e até de David Bowie (ironicamente, um popstar considerado como um excelente empresário).

Ainda não há previsão do filme ser exibido no Brasil. Mas, você sabe, sempre se dá um jeito de consegui-lo.

Diz o vizinho Alexandre Inagaki que estamos em pleno revival dos anos 90. August parece indicar que sim. E não vamos nos lembrar apenas de Rick Astley, Faith No More, camisas xadrês etc. Também vamos rever a correria do começo da internet.

Se você quer saber como chegamos até aqui, sugiro pelo menos dois filmes que esbarram no tema: Pirates of Silicon Valley (a impressionante história do começo das carreiras de Steve Jobs e Bill Gates, nos anos 80) e Code Rush, documentário que conta o nascimento da Mozilla, dona do Firefox. Você se acha estressado? Confira como viviam os pioneiros da web.

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11/07/2008 - 11:11

Um Del.icio.us para o Twitter

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tweetmarks

Sabe o Del.icio.us, serviço para gerenciar e compartilhar bookmarks on-line? Agora existe uma ferramenta parecida para Twitter. Chama-se Tweetmarks.

O aplicativo faz uma busca no seu perfil, armazena e cria automaticamente uma página com os links que você publicou ao longo do tempo em que está no Twitter.

É uma ferramenta prática, principalmente para blogs como o Boing Boing, que utilizam o serviço de microblogging como um segundo RSS – postando apenas chamadas para artigos, em vez de criar conteúdo inédito ou participar de conversas abertas.

Acho essa prática um tanto broxante, mas enfim. Como diria Merlin Mann, o Twitter tem uma outra função interessante: nos ajuda a exercitar a concisão e escrever melhor.

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10/07/2008 - 21:20

As distrações podem ajudar na produtividade?

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Por que chamar as pausas durante o expediente de distrações? Prefiro chama-las de intervalos táticos. Eles fazem parte do processo criativo. Até para fazer musculação é preciso descansar antes das repetições dos exercícios. No blog Produtividade Pessoal, uma rápida conversa sobre porque a pausa faz parte do processo produtivo. É útil padronizar o ritmo de trabalho dos seus funcionários? Confira. Assistiremos em breve à morte do expediente?

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