Publicidade

Publicidade

Arquivo de março, 2008

30/03/2008 - 17:20

Como estamos navegando?

Compartilhe: Twitter

Gastando tempo demais na internet? Agora há um jeito de medir isso. O Rescue Time analisa seus hábitos de nevegação e cria estatísticas que revelam como você gerencia sua vida on-line. Você também pode definir metas e limites para seu tempo conectado ou surfando em determinados sites. Indispensável para quem quer liberar um pouco de tempo do help desk para usar na happy hour.

Nome: Rescue Time
O que faz: Mostra quanto tempo você gasta na internet e fazendo o quê.
Bom para: Interessados em controlar melhor seu tempo.
Preço: Gratuito.
Legal: Seus dados podem ser convertidos em gráficos.
Chato: É preciso instalar um aplicativo no computador. Há versões para Mac e PC.
Onde baixar: http://www.rescuetime.com
Avaliação: 4 magaivers

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
28/03/2008 - 13:15

MacBook air ajuda a recuperar infarto

Compartilhe: Twitter

macbook air

Cardíaco chique é outra coisa. Om Malik, dono da rede de blogs Giga Om, escreveu hoje que seu novo MacBook Air está lhe ensinando como ter uma vida mais saudável. Malik infartou no final do ano passado. Ele explica:

“O Air e minha recuperação têm várias coisas em comum. Agora tenho que ser muito cuidadoso com a maneira como uso meus recursos físicos e mentais. Similarmente, o MacBook Air vem com uma capacidade minúscula de armazenagem, então é preciso ter critério ao usá-la. As limitações da bateria também me lembram de quanto tempo gasto por dia no trabalho.

É duro usar um MacBook Air como seu computador principal, assim como é difícil mudar seus hábitozinhos irritantes. Mas aos poucos você pega o gosto. É também um reflexo esperto da estratégia da ‘simplificação pela eliminação’.

Há 3 meses, venho eliminando coisas da minha vida: excesso de aparições públicas, viagens e muitos, muitos feeds de RSS. Vou cortar a quantidade de esforço que gasto em certos projetos e me focar em fazer o máximo com os recursos disponíveis”.

Enfim, Giga Om se torna Mega Om para poder manter a saúde. Pode acontecer com qualquer um. Mas só acreditamos vendo, não é?

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
28/03/2008 - 00:02

Por que precisamos tanto de fins de semana?

Compartilhe: Twitter

Conversando com uma amiga no centro budista onde moro, em Três Coroas, RS, hoje me escapou algo assim: “Incrível. Já é quinta-feira”. E ela apenas respondeu: “e daí?”

Aqui os dias da semana não importam muito. Não costumamos folgar aos sábados e domingos, então o ritmo é completamente outro. Mas eu estava no meu modo buffer overflow. Quer dizer, sentindo-me sobrecarregado. No caso, com minhas próprias auto-exigências, prazos e critérios de qualidade. Naquela hora, nada me convenceria de que todos eles eram facilmente renegociáveis.

Durante toda a vida, me acostumei a esperar ansiosamente pelos gloriosos dois dias semanais de alforria. E agora, isso se tornou completamente irrelevante. Aqui há muito o que fazer, mas podemos relaxar e reorganizar as idéias. Não precisamos levar tudo tão à sério.

Porém, mesmo eu, que sou freelancer há algum tempo e bem mais livre do que a maioria das pessoas que conheço, venho descobrindo que continuo apegado ao ritmo dos computadores, com suas infindáveis barras de “executando a tarefa / concluído”.

Como disse nossa professora, Chagdud Khadro, não devemos trabalhar como maratonistas, querendo concluir um trabalho logo e se livrar da situação. É preciso, de alguma forma, saber saborear o processo de realização.

De outra maneira, tudo o que fazemos é sonhar com o fim de semana ideal, cercado de preguiça e diversão. Ou pior: com a ilusão da paixão irrestrita pelo que fazemos.

É aí que muitas teorias de produtividade pessoal falham: querem nos transformar em maratonistas e não em artistas do cotidiano.

É louvável ensinar como terminar tarefas rapidamente. Mas é muito mais importante aprender a não se transformar numa máquina de concluir.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/03/2008 - 11:45

Os estranhos bastidores de algumas empresas de comunicação

Compartilhe: Twitter

empresa de comunicacao das antigas

O designer Mario AV está publicando em seu blog uma série de fábulas sobre como é trabalhar em empresas de comunicação no Brasil.

A leitura deve ajudar estudantes que pensam em ingressar na área e querem evitar os erros do excesso de expectativa profissional.

Pessoalmente, não posso reclamar muito. Venho trabalhando em editoras há mais de 10 anos, nas ditas independentes e nas mainstream. Já passei por situações que na época interpretei como “trairagem” (como diria Mano Brown). Mas, olhando pra trás, sempre saí no momento certo e nas melhores condições para meu futuro.

Saber quando parar é uma grande estratégia para seguir adiante.

PS – A dica foi do Henrique Martin, do Zumo, via Twitter.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/03/2008 - 10:47

Existe spam voluntário?

Compartilhe: Twitter

lecr

Atualmente há tantas redes sociais, blogs e microblogs que surgiram os chamados serviços de lifestream. São sites nos quais você lê – num só lugar – tudo o que seus autores preferidos publicam na web. É o que faz o FriendFeed, que já indiquei antes (minha conta lá é http://friendfeed.com/eduf).

A idéia é útil quando economiza tempo que perderíamos pulando de site em site. Mas já há gente se cadastrando em vários serviços. Logo mais vai aparecer um lifestream para agregar lifestreams.

O problema do cadastrismo é que, tentando encontrar o serviço ideal, enchemos nossas caixas postais com spams voluntários. Ou seja: serviços que requisitamos sim, mas que rapidamente viram ruído, chatice, e-mails que ignoramos.

Pior: criam novas tarefas que realizamos apenas por educação. Como aceitar convites de amigos em redes sociais. Você precisa acessar um site, lembrar sua senha, esperar carregar o sistema, aprender a interface e depois gerenciá-la.

Num dia cheio, isso pode levar ao que chamo de lesão por esforço cognitivo repetitivo (LECR). Ou seja: sentir-se esgotado sem ter feito nada de produtivo, apenas por ter lidado com aplicativos e suas mumunhas.

Alguém aí conhece algum exercício para combater isso? O único que conheço é: descadastre o que não usa. Já.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
24/03/2008 - 16:58

Ideologia, eu quero uma para viver

Compartilhe: Twitter

seth godin

No século 18 e 19 os manifestos eram espalhados de mão em mão e publicados de maneira clandestina. Muitos de seus autores eram considerados perigosos e acabavam presos. Agora você pode ir até o seu navegador preferido e baixar manifestos sobre os mais diversos assuntos. Gratuitos, em pdf, sem risco de parar na cadeia. É só acessar o site Change This e sair se engajando. Há material desde escritores iniciantes a gurus do Marketing como Seth Godin (foto acima).

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
24/03/2008 - 15:32

Assista apresentações de PowerPoint no iPod

Compartilhe: Twitter

power point pod

Mandar apresentações de PowerPoint via e-mail é uma das manias mais difíceis de abolir da web. Mesmo que se saiba que esse tipo de arquivo pode carregar vírus e cavalos de tróia. Se você precisa mesmo espalhar apresentações, pode tentar usar o E.M. Free PowerPoint Video Converter 1.0, aplicativo gratuito que transforma suas apresentações em vídeo, em diversos formatos. Inclusive mp4, para tocar no iPod. E enviar para o YouTube, claro. 100% livre de vírus.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/03/2008 - 10:58

Lost: o que podemos aprender com o seriado?

Compartilhe: Twitter

lost

O maior fenômeno geek dos últimos anos é, sem dúvida, o seriado Lost. Como toda boa ficção de mistério, tem um tema central: o gerenciamento de informações. Explico.

Dentro da ilha

1. Alguns parecem saber mais que outros (oops) o que é aquela ilha, porque as coisas acontecem de forma estranha e se há condições de sair dela. Mas, obviamente, não abrem o jogo.

2. Todos parecem ter algo a esconder. Traumas não revelados, segredos inconfessáveis etc. Assim, cria-se um clima de desconfiança geral.

3. A convivência entre pessoas já traz em si diversos problemas de comunicação. Mal-entendidos, coisas ditas pela metade ou de maneira inábil. São os bugs da linguagem.

3. Ainda assim, é preciso conviver e resolver problemas. Então, os habitantes da ilha desenvolvem algum nível de confiança mútua. Mas sempre num clima de manipulação.

Fora do seriado

Os roteiristas conseguem nos manipular em dois níveis:

1. Criativo. Lançando vídeos e espalhando teorias via web, eles dirigem nossa criatividade. Captam nossa atenção e nos fazem criar teses e interpretações.

2. Social. Mobilizam blogueiros, twiteiros, amigos em conversas offline etc. Lost é um prazer coletivo. Boa parte da sua graça vem em poder trocar informações e interpretações sobre a ficção.

Tudo isso você já deve saber. Mas por que será que o seriado tem toda essa ressonância em nossas mentes? Porque ele simula o que fazemos desde sempre: conviver com pessoas por meio de informações.

E, como acontece com os passageiros do Oceanic 815, criamos ficções o tempo todo. Por falta de informações completas – que, afinal, só teríamos se fôssemos oniscientes – , no cotidiano, também achamos que estamos envolvidos em conspirações (“a pessoa que quer puxar nosso tapete”, os invejosos, as hierarquias injustas etc.).

Também criamos facções: por exemplo, os outros do suporte técnico, que sabem coisas que não entendemos e se comportam de maneira estranha, nunca fazendo o que esperamos e estabelecendo regras aparentemente absurdas.

– Alô. É do SAC da operadora de celular?
– Digite 3 para plano voip ilimitado. 1 para plano light express 5 Giga.
– Eu só queria ligar mais barato para minha avó em Varginha do Norte.
– Seu protocolo é 4235378.
– Como?
– Volte a ligar em 15 dias e nós lhe daremos a informação.
– Hã?

Hoje, mais do que nunca, gastamos muito tempo gerenciando informações e mal-entendidos. Que se tornam cada vez mais virais, passíveis de ser espalhados por meio de celulares, Twitter, perfís em redes sociais, vídeos, fotos etc.

O seriado Lost – não só dentro da própria ficção, mas fora dela – nos ajuda a lembrar em que estamos sempre nos perdendo e nos encontrando: não necessariamente no tempo, mas principalmente nas informações.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
21/03/2008 - 21:42

Rode programas do Windows no Linux

Compartilhe: Twitter

Já está na área o Wine 0.9.58. A nova versão do programa que permite rodar aplicativos de Windows no Linux já vem com suporte para XP de fábrica. Você deve se lembrar que noticiei aqui que o Google está investindo no projeto, sobretudo para tornar o programa mais estável, para rodar o Adobe Photoshop. Agora você pode testá-lo e ver se compensa abandonar de vez o sistema operacional da Microsoft.

Baixe o programa aqui.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
20/03/2008 - 11:26

Vídeo testa sua capacidade de atenção em 30 segundos

Compartilhe: Twitter

Comercial genial para mostrar como funciona a mente. Em inglês.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/03/2008 - 23:54

Como colocar ordem em idéias?

Compartilhe: Twitter

foco

Às vezes nossas mentes são completamente estabanadas. Tentando sugerir ou aprender coisas úteis, nos parecemos com macacos num supermercado, derrubando tudo, nos manifestando na hora errada etc. Mas há alguns jeitos de lidar com isso:

1. Relaxar em frente ao turbilhão de idéias. Ou seja: reconhecer que há confusão na mente, mas focar-se no essencial. É como falar ao celular numa rua movimentada: você sabe que há barulho, mas concentra-se na conversa.

2. Desenhar as conexões e implicações dos pensamentos. Ou seja, usar mapas mentais, como os do aplicativo gratuito The Brain.

3. Anotar as idéias assim que elas surgem. Durante reuniões, nem precisamos falar tudo o que vem à cabeça e nem deixar passar boas sugestões. É mais prático escrever os pensamentos rapidamente e ouvir com atenção o que os outros estão dizendo. Naturalmente, a mente já decide se é relevante expor as anotações e como fazer para serem melhor compreendidas. Isso valoriza sua fala.

4. Relaxe o egocentrismo. Estamos quase sempre ocupados sendo, em algum nível, carentes e paranóicos. Ou queremos reconhecimento, ou achamos que ele não foi adequado ao nosso esforço, ou tememos perder algo. Muitas vezes, parece que estamos trabalhando mas, na verdade, procuramos atenção. Não dê muita importância a esses ruídos mentais e volte ao assunto principal.

5. Não supervalorize a criatividade. Nem sempre precisamos dela. Além do que, há muita falácia sobre como desenvolvê-la. Às vezes, a estratégia é mais útil do que a criação. Mas, quando combinadas, as duas são o método perfeito.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/03/2008 - 21:46

Google lança ferramenta para turbinar suas planilhas

Compartilhe: Twitter

google visualization

O Google lançou hoje uma nova ferramenta para criar gráficos no Google Docs, a Visualization API (que nome). Você vai poder turbinar suas planilhas com animações e apresentações visuais, depois inserí-las em sites ou blogs por meio de um código simples, no melhor estilo YouTube. Quando alterar os dados no original, atualizará automaticamente todos os sites nos quais o documento foi compartilhado. No Google Code, há uma galeria com todas as possibilidades para transformá-lo num ninja das tabelas.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/03/2008 - 22:09

Acesse seu computador a partir do celular

Compartilhe: Twitter

avvenu

Alguém aí se lembra do Avvenu? Desde 2005, é um dos melhores softwares para smartphones e PCs baseados em Windows. Permite gerenciar seu computador a partir do celular. Praticamente da mesma maneira que você o faria se estivesse usando um aplicativo de acesso remoto via web, como o LogMeIn. A velocidade de conexão não é das melhores, claro. Mas a liberdade é grande: é possível até mesmo mexer nas configurações do seu iTunes sem sair do aparelho. Pois a Nokia comprou o software. A notícia nem é tão nova assim, mas vale a pena ser retomada, porque o serviço voltou a funcionar no Brasil – desde a aquisição, em dezembro passado, esteve restrito aos EUA. Agora você pode usar o plano Acess and Share do Avvenu, totalmente de graça. É como ter seu micro na palma das mãos.

Baixe o Avvenu aqui.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/03/2008 - 11:50

Essa gente selvagem da Apple

Compartilhe: Twitter

apple logo

“Gastamos muito tempo reduzindo as opções dos usuários. Cortamos tudo o que eles não precisam. Bem… Torcemos para que não precisem. Nos esforçamos para transformar os recursos que ficaram em coisas incríveis. É um trabalho muito duro”.

Michael Lopp, engenheiro, coordenador de design da Apple e blogueiro.

“Na época da criação do logo da Apple, pedi a Paul que fizesse algumas opções. Ele se negou. Disse: ‘não faço opções, resolvo problemas. Se você não concordar, vá conversar com outros’. Achei essa postura bastante revigorante”.

Steve Jobs, falando sobre o criador do logo da Apple, Paul Rand. Veja um vídeo com a entrevista completa em inglês.

“Steve Jobs projeta um campo distorcido de realidade*. Pode convencer qualquer um a respeito de qualquer coisa. Quando você sugere uma nova ideia, ele geralmente diz que é estúpida. Mas, se realmente gostar dela, uma semana depois ele propõe a mesma coisa a você, como se ele mesmo tivesse tido a idéia inicialmente”.

Bud Tribble, um dos inventores do Macintosh, falando sobre o patrão, Steve Jobs.

* Sugestão de tradução enviada pelo leitor Luciano Ramalho.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/03/2008 - 23:39

10 dicas para viver sem patrão

Compartilhe: Twitter

Passeando pelos meus feeds hoje, um texto do blog Get Rich Slowly me chamou atenção. Chama-se “Entusiasmado e amedrontado: uma semana sendo um blogueiro profissional”. O autor, J.D. Roth, conta como está sua rotina após ter abandonado um emprego de seis anos para investir numa vida de autônomo.

O título já dá uma idéia do que J.D. vive agora: ao mesmo tempo que está feliz por achar tudo novo, começou a perceber as dificuldades de trabalhar num ambiente que não tem necessariamente a melhor infra-estrutura. Além do medo de só poder contar consigo mesmo para pagar as contas. Mas o blogueiro afirma que, mesmo assim, não voltaria atrás.

Já estou nessa há uns 10 anos. E também não abandonaria o barco. Perdi a conta de quantas vezes saí de empregos tradicionais para tocar algum projeto teoricamente arriscado. Nem sempre é fácil. Mas vale a pena. E acho que aprendi algumas coisas nesses anos de nomadismo profissional:

1. Como diria Tim Ferriss, é insano achar que sua identidade pessoal é determinada pelo seu emprego (“job description as self description”). A vida é muito mais vasta do que o seu trabalho. Carreiras (e personalidades) não precisam ser lineares.

2. Autônomos têm que lidar com uma enorme quantidade de burocracia. É preciso ter disciplina, organização e sistemas eficientes para gerenciá-la. Um contador confiável ajuda, mas não resolve. O governo sempre aparece com alguma novidade. Mantenha-se minimamente informado.

3. É preciso lidar com calotes. E saber cobrar com firmeza. Mais que isso: atenda uma lista enxuta de clientes e parceiros confiáveis. É desgastante e improdutivo tentar trabalhar para muitas empresas, principalmente para aquelas que enrolam para pagar. É importante também manter uma reserva no banco para os períodos sem grana.

4. Aprenda a vender bem suas idéias. Escreva projetos bem estruturados. Pense em como eles poderiam ser lucrativos para possíveis parceiros.

5. Disciplina ajuda tanto no trabalho quanto na diversão. Se você é diligente, focado e eficiente, pode trabalhar menos horas por dia. Afinal, quando estamos cansados geralmente fazemos tudo mal feito e provocamos o retrabalho, desperdiçando recursos e gastando mais dinheiro com saúde.

6. É importante manter uma rede de contatos. Não uma lista de “pessoas úteis”, mas de amigos. Na minha experiência profissional, as melhores soluções e oportunidades vieram de pessoas que eu apenas tentei ajudar em determinada época, sem pensar em interesses futuros.

7. Saiba dizer não. Mas também sair da sua zona de conforto. Não tente fazer com que as situações sejam sempre previsíveis. Isso seria a morte da criatividade. Aprenda a se divertir com os imprevistos.

8. Desenvolva a capacidade de ser flexível, a adaptabilidade e a boa-vontade para enfrentar situações nebulosas. Para um autônomo, elas podem surgir a toda hora.

9. Otimize seus recursos, diminua suas despesas. Mas não deixe de investir. É sempre importante reservar dinheiro para renovar seus conhecimentos e equipamentos. Pense no tempo que perde diariamente com computadores bugados. Ou com ignorância, teimosia e preguiça. Por exemplo, é melhor parar algumas horas e ler um manual chato do que desperdiçar tempo diariamente tentando fazer as coisas “do seu jeito” e estragar o computador, chamar o técnico e esperar até que tudo volte a funcionar.

10. Comunique-se bem com o cliente. Procure deixar tudo claro e certificar-se de que todos os acordos foram suficientemente compreendidos. Evite o “depois eu resolvo”. Isso pode acabar com seus negócios.

É claro que viver uma vida de autônomo dá certo medo. Mas aí é que está a graça. Com o tempo, a incerteza se torna um dos principais combustíveis da sua capacidade de realizar um bom trabalho.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/03/2008 - 23:23

Breve período de turbulências

Compartilhe: Twitter

Alguns de vocês já devem ter percebido que estamos com problemas em vários recursos do blog. Feeds que não lincam, permalinks errados, lentidão geral do sistema e, do meu lado, às vezes não consigo logar para postar.

O Blig (sistema por trás do Magaiver) está passando por reformas e algumas coisas estão meio instáveis. Mas melhorias consideráveis serão implementadas em breve. Até lá, vamos precisar lidar com algumas limitações. Sorry, pessoal.

No EdufLabs, vou mantê-los informados sobre qualquer novidade.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/03/2008 - 13:39

Quando a criatividade leva à improdutividade

Compartilhe: Twitter

Como diria Seth Godin, hoje em dia praticamente todos nós somos vendedores de idéias. Mas há quem seja uma usina delas, uma daquelas mercearias completamente desorganizadas e sem sinalização.

Já trabalhei com pessoas incrivelmente talentosas, mas sem a mínima capacidade de colocar idéias em prática. Às vezes, não conseguiam nem mesmo guardá-las, anotá-las num simples papel para serem devidamente aproveitadas depois.

Ou esqueciam suas idéias muito rapidamente ou achavam que era mais nobre e estiloso ser caótico. Na verdade, só produziam ruído. Eram tidos como verdadeiros malas.

Chamo essas pessoas de brainstormers. Nunca passam para a fase seguinte da reunião, a menos que alguém com espírito realizador assuma o controle da situação.

Um brainstormer poderia ser muito útil para qualquer grupo de trabalho. Mas geralmente mais atrapalha do que ajuda, porque dispersa a atenção dos colegas sugerindo centenas de coisas, antes mesmo que se possa identificar o problema.

Alguns são carentes e acham que precisam provar que são dinâmicos. Outros são tão inteligentes e rápidos que acham um tédio ter que contextualizar uma idéia – isto é, explicar porquê, afinal, estão abrindo a boca.

Em ambos os casos, o que era abundância de criatividade, se torna seu exato oposto, a impotência intelectual. Idéias demais, sem organização, podem se tornar procrastinação. Como fogo: sem ar, não existe.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/03/2008 - 08:39

Novo concorrente para o Twitter. Só que multimídia

Compartilhe: Twitter

microblogging

O número de serviços de microblogging está crescendo. Twitter, Jaiku, Pownce e a contagem continua (tanto que também já surgiu um aplicativo para postar em todas essas ferramentas de uma só vez – o Twhirl). Se no começo não conseguíamos entender claramente para que tudo isso servia, hoje é possível até mesmo acompanhar a bolsa de valores pelo Twitter.

E o fenômeno mostra que ainda têm fôlego para se expandir. Principalmente para os lados da multimídia. É exatamente o que faz o Poodz, site que fala francês e permite postar não só as já tradicionais frases curtas em texto, mas também vídeos e imagens.

O estilo é o mesmo consagrado pelo Twitter: integração com celulares, interface para ver as atualizações dos amigos etc. Mas desta vez agregando recursos de webcams e smartphones, com suas possibilidades de capturar e compartilhar o momento, bem na hora em que as coisas acontecem.

Será que o serviço vai pegar? Vai forçar os outros a investirem em rich media? Vamos “seguir” o assunto para ver o que acontecerá.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/03/2008 - 15:56

O laboratório de Dexter. Ou quase

Compartilhe: Twitter

Repare no menu à sua direita. Há mais um item ali, Eduf Labs. Esse é um espaço no qual concentro tudo o que publico na web: podcasts, Twitter, posts no blog de tecnologia do iG, vídeos, Magaiver etc. Também há material exclusivo. O site roda graças ao Tumblr, uma das mais divertidas ferramentas de microblogging da atualidade. Sinta-se convidado a visitar os nossos laboratórios.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/03/2008 - 14:50

Ferramenta online ajuda a gerenciar recursos humanos

Compartilhe: Twitter

A família de aplicativos online Zoho ganhou mais um poderoso integrante: o Zoho People. Trata-se de um sistema de gerenciamento de recursos humanos. Com diversas opções de personalização, pode ser usado para recrutamento de funcionários e compartilhamento de informações em ONGs, projetos sociais e pequenas empresas. Aqui você encontra vídeos que mostram como o software funciona aqui.

Update – Os vídeos do Vimeo não funcionam no sistema do iG, então você vai precisar vê-los no próprio site do Zoho.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo