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Arquivo de dezembro, 2007

21/12/2007 - 22:49

Boas festas

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santa claus

Boas festas, hermanos. Obrigado pela audiência, críticas e sugestões durante esses 5 meses.

O rítmo de atualizações deve diminuir um pouco até depois das festas. Mas, em 2008, voltaremos com muitas novidades, alguns projetos paralelos interessantes, uma renovação do podcast, um programa de vídeo semanal ao vivo no site e muito mais. Divirtam-se e muitas felicidades no próximo ano.

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21/12/2007 - 22:23

Google Toolbar agora lê widgets

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Já está disponível para download a nova versão da Google Toolbar. Desta vez a ferramenta vem com novidades de peso, além das costumeiras correções de segurança. Aos já conhecidos recursos de tradução, page rank, bookmarks, bloqueadores de pop-up, busca, entre outros, foram acrescentados atalhos para seus vídeos favoritos no YouTube e até um preenchedor automático de formulários. Mas um dos recursos mais interessantes é o gerenciador de widjets – pequenos aplicativos oferecidos pelo Google ou por outras empresas, capazes de fazer muitas coisas: de ler RSS a informar a previsão do tempo a calcular fuso-horários. Em vez de ter de instalar o Google Desktop, você tem a maior parte das suas funcionalidades diretamente no navegador. A parte polêmica é o novo sincronizador de toolbar. Ele armazena seus dados pessoais e permite que você os acesse a partir de qualquer outro computaador, desde que também tenha a barra instalada. A tecnologia é baseada no já conhecido Browser Sync. Uma mão na roda, mas um pouco preocupante para os paranóicos com privacidade.

Baixe a versão 5 beta da Google Toolbar.

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20/12/2007 - 22:02

Pare de sofrer com o menu iniciar

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launchy 01
launchy 02
launchy 03
Imagens do funcionamento do Launchy, que facilita na hora de abrir programas no Windows

Uma das tarefas mais chatas de quem trabalha com Windows diariamente é se encontrar no menu iniciar. Mesmo o do Vista é confuso. E a maioria das distribuições Linux só vêm copiando o modelão. No Mac OS X temos o Dock, aquela barra transparente que fica abaixo da tela (ou onde você preferir colocá-la), que tenta agrupar os programas e atalhos mais utilizados. Bem mais amigável. Você pode conseguir um efeito semelhante no seu XP, instalando um freeware.

Mas por que, afinal, não existe um software no qual se possa digitar o nome de um aplicativo e ele simplesmente abrir o que eu quero? Ele existe, é gratuito e chama-se Launchy. Funciona como as velhas linhas de comando – mas sem a necessidade de decorar códigos. Você digita “firefox”, tecla enter e o navegador é carregado. Por meio do mesmo processo, também pode buscar qualquer arquivo salvo no seu computador.

Quer testá-lo? Baixe-o aqui.

—-
E você? Como organiza seu desktop? Mande um screenshot para eduardofernandex(arroba)ig(ponto)com(ponto)br. Os melhores e mais criativos serão publicados por aqui.

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20/12/2007 - 00:15

Quer trabalhar menos? Pare de sentir pena de si mesmo

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Talvez alguns de vocês se lembrem de um hit do Lobão que repetia insistentemente a frase “é tudo pose”. Ao sentar para escrever, a música não saía de minha cabeça. Acho que sei porquê.

Aqui no Templo, somos cerca de 20 pessoas para dividir uma quantidade insana de trabalho. Além das obrigações diárias, você precisa “cuidar da família”. É como largar o Daniel San trabalhando numa cozinha industrial e, ao mesmo tempo, numa empresa de mudanças. Em 10 dias lavei mais louça do que nos últimos três anos, além de carregar estátuas pesadas, passar “Tapa Trinca” no telhado, configurar rede de internet a rádio, escrever, entre outras coisas. Algumas delas debaixo de chuva.

O Templo está na fase de acabamento, então há tudo por fazer. Dependemos muito uns dos outros. Assim, é comum, durante o dia, a conversa girar em torno do “como sou trabalhador”. Nos piores momentos, “fulano deveria ter trabalhado mais” ou “fiz mais que ele, percebe?”. Tudo pose.

Noto que venho assumindo alguns comportamentos ornamentais. Quer dizer: falar ou fazer algo só para conseguir aprovação do grupo. Um teatrinho estúpido e improdutivo, auto-siticom, tentando provar para mim mesmo que agüento o tranco e que – alguém me note – estou trabalhando muito. Acho que não estou sozinho nesta: muitas vezes os cafés e almoços parecem uma reunião do sindicato da autopiedade. Percebi isso ontem, quando fui perguntar para a nossa Lama onde estava uma determinada pessoa. Ela riu e disse: “está no quarto, sentindo pena de si mesma”.

Se tivéssemos como medir o tempo que gastamos com ações ornamentais (para os outros ou para nós mesmos), veríamos que jogamos boa parte do dia no ralo. Poderíamos nos divertir ou fazer outras coisas, mas passamos uma vida inteira apegados a essa imagem social de que “somos esforçados, trabalhadores e eficientes”. Não importa tanto se você trabalha, é preciso parecer que está ocupado, ofegante, acelerado. Ou então contar suas peripécias em frente de uma platéia (entediada, por sinal).

Louvores ao herói, o carregador do piano do universo. O que você ganha com isso? Afinal, trabalhamos para pagar as contas ou para manter o teatro em ação? É tudo pose.

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18/12/2007 - 23:08

Problemas são velhos amigos

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Há alguns dias, disse que ia contar algumas das aventuras do meu período no Templo Odsal Ling, onde decidi morar por algum tempo. As novidades não são exatamente boas para um geek. Estou conectado a partir de um laptop usando Vivo Zap. A 70 kbps. A sensação é a de estar preso numa bolha, em câmera lenta, sem conseguir trabalhar. Estamos próximos da cidade de Cotia, em SP, e nada funciona direito.

Você já deve ter enfrentado situações nas quais muitas coisas dão errado ao mesmo tempo. Parece que se juntam camadas de problemas, que se interconectam. Os budistas têm um nome para isso: sofrimento que tudo permeia. Minha experiência pessoal desse tipo de momentos é a de completa exaustão. Sua lógica não funciona, o corpo parece que quer ter uma explosão elétrica e o humor vai pesando cada vez mais. Mas o surpreendente é que, num certo ponto, me canso de surtar e fico absolutamente tranqüilo, sem tagarelice mental.

Estamos nessa de antropocentrismo há milhares de anos, então achamos que o mundo tem que fazer sentido. Quando aparece a frustração, é como se tivessem nos enganado. Nós deveríamos estar felizes. Algo está errado com o universo. Mas a verdade é que, não importa o que façamos, por mais que tentemos domar o mundo ao nosso redor, ele não se curva aos nossos conceitos. Ele não foi exatamente projetado para nós, para que instalássemos em cada esquina uma Starbucks e um ponto de internet grátis.

Deveríamos estar absolutamente acostumados com o fato de que as coisas vão dar errado. E que não há um jeito ideal de estar preparado para isso. Desde nossos tatara-tatara-tatara-tataravós australopitecos, esse é o dia-a-dia: enfrentar adversidades. Mesmo assim, no mundo de hoje, cada vez mais ficamos surpresos com elas. E paralisados, porque toda nossa energia está voltada ao hábito da autocomiseração e da reclamação.

Agora, conectado a 140 kpbs (já melhorou), tento lembrar que tanto o pessimismo quanto o otimismo são tentativas desesperadas de controlar a realidade. E muitas vezes inflexíveis. A felicidade pode ser o pesadelo de amanhã e vice versa. Problemas são apenas mais um processo na vida. Como comer, dormir, respirar. Velhos amigos incômodos mas, de algum jeito, professores.

Aprender a relaxar diante disso é um exercício diário. Como malhar. No começo é duro vencer a preguiça. Depois, vem o prazer.

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14/12/2007 - 10:27

5 produtos para trabalhar bem a partir de qualquer lugar

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Precisa trabalhar durante os feriados de fim do ano? Mas mesmo assim quer viajar? Se você tem um emprego que lhe permite agir a partir de qualquer lugar, esses acessórios devem ajudá-lo.

1. Mochila Targus
As mochilas da Targus são adaptadas para carregar as traquitanas de informática e equipamentos eletrônicos, desde laptops até iPods, com direito a espaço para guardar fones e cds. Têm ótima durabilidade, mas são caras (quase R$ 300 cada). O Efetividade.net fala mais sobre elas.

2. Travel Kit G
A principal vantagem dessa necessaire é um gancho que permite pendurá-la, quando aberta. Assim, ela se transforma numa espécie de mini armário portátil. Tenho dois Travel Kit. Num deles guardo uma placa de som externa USB + microfones e cabos (inclusive uns de rede), noutra guardo itens de higiene pessoal.

3. Travel organizer
Muitas carteiras são verdadeiros trambolhos, grandes e nada práticas. Deixá-las nos bolsos pode ser um incômodo, já que geralmente eles estão ocupados com coisas como celular e chaves. A Curtlo tem alguns organizadores de documentos que você pode inclusive prender ao corpo. Como uma pochete, só que dentro da roupa, evitando os chatos-fashion-anti-pochetes (se é que você se importa com eles) e os batedores de carteiras.

4. Vivo Zap + Laptop
Uma das melhores coisas que fiz este ano foi cancelar meu plano de banda larga residencial e adquirir um desses modens que se parecem com um pen drive e que se conectam à internet via rede de celulares. Não só me livrei dos fios, como também da necessidade de procurar lan houses, hotspots em aeroportos etc. Posso me conectar onde quer que esteja. Há diversos planos e especificações técnicas no mercado (pretendo voltar ao assunto com mais calma). Optei pelo plano ilimitado Vivo Zap, que custa a facada de R$ 134 mensais, mas que funciona (leeeento) até mesmo quando estou no meio da Serra Gaúcha. No centro de SP, ele chega a mais de 2Mbits, o que é bem satisfatório.

5. Nokia N95
O celular que vem se tornando fetiche dos jornalistas no mundo todo. Tem quadriband, GPS, 160 MB, sistema operacional Symbian v 9.2, capacidade de gravar vídeos em resolução de DVD, câmera de 5 Megapixels, USB 2.0, bluetooth 2.0 e vários outros recursos de smartphone (e-mail, programas de escritório, gravação de voz etc). Tenho amigos que dispensaram até mesmo o laptop por causa dele. A péssima notícia: custa quase R$ 2 mil.

Tudo muito interessante. Mas não se esqueça de que esses produtos têm sempre um duplo efeito: ajudam a liberar tempo que gastaríamos trabalhando, mas também nos obrigam a trabalhar mais para pagar o que investimos neles.

É. Não se pode ganhar todas. Principalmente quando o assunto é tecnologia.

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13/12/2007 - 13:54

Yahoo investe nos blogueiros

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yahoo

O Yahoo lançou um plugin matador para os blogueiros usuários do WordPress. Chama-se Yahoo! Shortcuts e automatiza o trabalho de encontrar links, referências, imagens e até mapas para os posts. Enquanto você escreve, ele vai automaticamente encontrando conteúdo relacionado na internet e armazenando numa página de sugestões. Depois você só precisará aceitá-las ou recusá-las e publicar o texto. Nada de copiar e colar códigos, é tudo automático. Isso vale até mesmo para compartilhar vídeos do YouTube. Você pode baixar gratuitamente o plugin e de quebra ainda ganhar uma camiseta (se morar nos EUA, claro).

PS – Obviamente, tudo vem com a identidade visual do concorrente do Google. Confira um teste em vídeo aqui. Mas, uma vez lançado, não deve demorar para aparecerem modificações e versões menos institucionais do plugin.

PS 2 – Espero que isso não incentive a preguiça de pesquisar para postar. :)

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10/12/2007 - 20:38

Aprenda a improvisar na vida com Charles Mingus

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mingus

O que você pode aprender sobre produtividade pessoal com Charles Mingus, um dos maiores baixistas da história do jazz? O site Lifehack.org responde: improvisar. Na vida cotidiana temos que fazer isso o tempo todo. Assim, seguem 10 dicas de Mingus para usar durante o improviso:

1. Não sofra por antecedência tentando controlar exatamente tudo o que seus parceiros fazem.
2. Não fique obcecado em fazer a coisa certa. Dê o seu melhor.
3. Não se importe demais com o que vem a seguir. Seja responsável, mas saiba relaxar.
4. Siga o fluxo.
5. Improvisar é se relacionar com os outros, não uma exibição de ego.
6. Aprenda as regras para poder quebrá-las.
7. Não se prenda a papéis e procedimentos (como as partituras). Saiba usá-los, mas também abandoná-los quando necessário.
8. Escolhas demais paralizam. Crie certos limites para a criatividade fluir com foco.
9. Use estruturas comuns, populares, e até idéias consagradas. Mas de forma criativa.
10. Deu errado? Não se abale, corrija o curso rapidamente e siga em frente.

Faz tempo que falamos sobre isso aqui no Magaiver também:

Caindo na Real: pela simplicidade e flexibilidade
Como treinar para ser flexível
O que os games podem ensinar sobre produtividade
Gambiarra ou soluções definitivas?
Como lidar com Momentos Tela Azul

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10/12/2007 - 10:49

Como transformar o MSN numa ferramenta de produtividade

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imified

O IMified é um dos programas mais úteis que testei no último ano. Mas é um pouco complicado no começo. Vamos lá:

Cuma? diz: Que nome é esse?
Eduf diz: IMifield é um trocadilho com Instant Messenger (IM). Significa algo como “Instant Messengerizado”.

Cuma? diz: O que o programa faz?
Eduf diz: Integra vários serviços na web com seu MSN, AIM ou Google Talk. Você pode postar em blogs, Twitter, criar uma lista de tarefas, consultar sua agenda no Google, definir lembretes, entre outras coisas, direto do MSN.

Cuma? diz: Como funciona?
Eduf diz: Adicionando o endereço do serviço no seu MSN, você cria uma conta gratuita no IMified. Depois é só enviar uma mensagem para ela, como faria para qualquer outro contato da sua lista. As instruções (em inglês) virão na resposta.

Cuma? diz: Parece simples.
Eduf diz: Mais ou menos. A resposta é uma lista de opções. Algo assim: “1- Configure sua conta, 2- Insira um serviço.” Todos os menus do IMified serão assim. Você só precisará responder “1” ou qualquer outra opção desejada.

Cuma? diz: Dê um exemplo do serviço funcionando.
Eduf diz: Digamos que eu queira postar no meu blog no WordPress. Mando uma mensagem para o IMified: “M”. Isso faz aparecer um menu com meus serviços cadastrados. Digito “2”, que é o número do meu blog. Surge uma resposta: “Qual é o título do seu post?” Escrevo. Nova resposta: “O que vai no corpo do seu post?” Escrevo, envio e está feito.

Cuma? diz: Aceita tags em html?
Eduf diz: Sim.

Cuma? diz: Dá pra editar posts?
Eduf diz: Ainda não.

Cuma? diz: É seguro?
Eduf diz: Como todos os serviços web 2.0. Seguros, mas fique esperto.

Não é uma mão na roda? Veja mais no site do IMified.

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08/12/2007 - 20:55

Cartões de fim de ano para enviar ao seu amigo geek

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cartao01
Modelo clássico para usuários de Windows.

cartao02
Para os fãs de Mac. E duros.

cartao03
Para os fluentes e certificados em miguxês.

cartao04
Para uma amizade que está apenas no startup.

cartao05
Para o pessoal do suporte técnico e sua sina.

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07/12/2007 - 10:53

Porque os Jetsons entendem mais de informática do que nós

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jetsons

Para os Jetsons, a tecnologia era algo comum, cotidiano. Nós ainda estamos deslumbrados com os aparelhos que criamos. Os Jetson entendem mais de TI do que nós?


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05/12/2007 - 21:35

As mais estranhas dicas de ecologia

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varal
Pano de prato? Secadora elétrica? Para quê, se podemos usar um varal para secar a louça?

O site Green Daily publicou uma série de dicas estilosas para diminuir seus gastos com energia e ter uma casa mais sustentável. As mais normais:

› 5 tipos de lâmpadas ecologicamente corretas.
› Modelos de chuveiros econômicos.
› Saiba quais são os maiores vampiros de energia da sua casa.
› Os melhores presentes para seu amigo geek preocupado com o ambiente (eco-geek).

Até as mais polêmicas:

› Como gastar menos dinheiro com papel higiênico.
› Como usar filtros de café recicláveis (essa é da época da sua avó).

Mas ninguém consegue vencer o Tree Hugger, um dos mais divertidos sites nessa área. Nele você encontra coisas como:

› Secar a louça no varal.
› Objetos de decoração feitos de material reciclado.
› Telhados vivos.
› Painéis de isolamento acústico baratos e funcionais.

Pelo jeito, o mercado de produtos com preocupações ambientais não pára de crescer e se diversificar. O Greenshopper é uma espécie de Lojas Americas verde. Mas ainda que tenhamos poucas lojas online parecidas no Brasil, circulando pelo site você pode ter idéias de como fazer suas compras aqui mesmo, já que muitos dos produtos têm suas versões nacionais.

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05/12/2007 - 20:38

Sincronize seu Firefox com qualquer computador

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O Google Browser Sync é mais uma daquelas criações úteis que dão medo de usar. Trata-se de uma extensão do Firefox que pode gravar todo seu histórico de navegação na internet: senhas, cookies, favoritos, abas e janelas. Os dados são armazenados na sua conta do Google, sob senha e um código de validação.

A idéia é que você consiga acessá-los de qualquer computador e sincronizá-los facilmente – desde que também tenha o Firefox e a extensão instalados. Você pode ter sempre suas preferências e personalizações à mão.

É funcional, mas arriscado. Deixar senhas salvas por meio de um aplicativo que ainda está em desenvolvimento no Google Labs, é sempre de se pensar duas vezes. Mas se você quer tentar, instale a extensão aqui.

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04/12/2007 - 21:29

Como deixar de ser esquecido

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sandy

Esquecer é um problema crônico. Eu vivia quase-perdendo prazos por causa de um fraco sistemas de lembretes de tarefas. Há até pouco tempo, acreditava que a solução era centralizar todas minhas listas de To-Do num só site que me enviasse e-mails sistematicamente, num só horário, para que eu soubesse exatamente o que precisaria fazer na seqüência. Cheguei a usar os simpáticos serviços da Sandy. Mas nem sempre tinha como verificar e-mails para saber o que fazer. Também não adiantava imprimir as listas, porque elas se atualizavam muito rapidamente. Então percebi que, como diz David Allen, o melhor é contextualizar seus lembretes.

Planejamento
Pela manhã, ao examinar meus projetos, crio uma lista do que tenho para fazer no dia. É claro que ela é só uma referência, porque tudo se atualiza muito rapidamente nas horas seguintes. Mesmo assim, é possível mais ou menos ter uma noção de onde estarei, a que horas, e que recursos terei à mão.

Calculando os contextos
Se estarei na rua, só com um celular e um bloco de notas, minhas notificações devem tratar, de modo geral, a respeito de coisas que posso fazer fora de casa. Ou seja: levo em consideração contexto, tempo e recursos disponíveis.

Tarefas flexíveis em lugares flexíveis
Assim, se a tarefa tem uma data certa para ser cumprida, se ela corre menos risco de ser atualizada minutos depois, agendo-a no Google Calendar e o programa envia reminders via SMS. Todos outros lembretes ficam no bloco de notas. Muito mais prático para conferir / atualizar.

Divirta-se organizando espaços de lembretes
Se preciso lembrar sobre coisas de cozinha, nela é que ficarão os reminders. O desafio é não deixar essa prática virar bagunça, colando post-its por todos os cantos. Espalhei pequenos cadernos com folhas destacáveis em pontos chave da casa (até no banheiro). Ficaram divertidos e se tornaram também objeto de decoração. Assim que termino de “definir meu dia”, escrevo cada tarefa no lugar em que deverá será executada / lembrada.

No começo, achei que daria um trabalho insano. Mas agora meu cérebro já está acostumado. Exemplo: toda vez que penso em supermercado, é como se já visualizasse que todas as instruções necessárias estarão no caderno de folhas amarelas, pendurado ao lado da porta da cozinha. Antes de sair, é só passar, destacar a folha e levá-la.

Agora na próxima fase no templo, esse esquema deve sofrer algumas alterações. Mas o espírito deve ser o mesmo: para não esquecer, é preciso desburocratizar os lembretes e contextualizá-los.

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03/12/2007 - 21:46

Como se livrar das suas tralhas

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templo
A casa nova, o Templo Odsal Ling.

Estou no meio de uma mudança. Não só de apartamento, mas, de certa forma, de estilo de vida. Decidi sair de São Paulo. Troquei um apartamento de 3 quartos nos Jardins por um de 3,5 por 3 metros num templo budista que freqüento há mais de 3 anos.

Não vou virar monge, nem iogue numa caverna. Nem mesmo estou em busca de “paz interior” (um conceito bastante ilusório e um tanto covarde). A bagunça e a calmaria se alternam na vida desde que a conheço, é sua natureza, por que viver com medo disso? Apenas tive a intuição de que era a hora de virar mais uma mesa.

Continuarei trabalhando e postando, claro. Na verdade, eu nem precisaria contar essa história. Ninguém perceberia a mudança, acho. Acontece que blog é isso mesmo, uma conversa. Então resolvi dividir com vocês como fiz para me livrar de todo material que acumulei nos últimos anos. Todos os discos, praticamente todos os livros, a TV, DVD e até mesmo alguns instrumentos musicais.

Não cometi nenhum ato de desapego. Pelo contrário, as decisões foram mais por praticidade. Pensei: afinal, do que exatamente eu preciso para viver? O que faz sentido? O que é tralha e acúmulo desnecessário? O que está guardado apenas por insegurança, medo e esperanças inúteis? Das coisas que possuo, o que poderia ser mais útil nas mãos de outras pessoas, em vez de mofar nos meus armários, à espera de uma atenção que nunca vem? Como faço para ter um armário sustentável?

Tudo foi bastante realista. Ok, desconte uns de 10% de hiponguismo, das velhas leituras beatniks. De resto, foi tudo bem racional. Por exemplo: pra que eu quero um DVD se o computador dá conta? Pra que uma TV de 29 polegadas num quarto pequeno? Para ficar cego? Para que TV à cabo, se há o Joost, se só assisto ao Cranky Geeks e filmes? E por aí vai. “Unpimp my ride, unpimp my mind”.

A única coisa que me impedia de doar tudo era o conhecido “e se?” E se eu quiser reler isso? E se quiser aquilo? “E se” nada. Não fiz até agora, não devo fazer nos próximos anos. Se precisar, praticamente tudo o que doei está disponível na internet.

Depois que me dei conta do ridículo da atitude “armazenadora”, desenvolvi um certo prazer em separar as pilhas da reciclagem, da doação, faturei uns trocados vendendo certos artigos e percebi uma vastidão de caminhos ainda por abrir. Fora que toda mudança é um transtorno. Quanto mais objetos você tem que empacotar e carregar, mais fácil fica desenvolver o desapego. Sobretudo se suas costas doem no final do dia.

Enfim. A dica é: corte rápidamente a mentalidade “e se”. Ela não significa precaução, mas, geralmente, perda de tempo. “Mas eu não consigo, admiro sua coragem”. Coragem? Eu apenas tentei antes de desistir.

Quanto à minha ida ao Templo Odsal Ling, aguarde os próximos capítulos do seriado. O que não vai faltar por lá é trabalho para inspirar dicas e matérias.

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03/12/2007 - 07:52

Pegaram o Facebook?

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zuckerman
Preocupado com sua privacidade na internet? O fundador da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, está. Ele entrou com uma ação judicial em Palo Alto, Califórnia, pedindo que o texto “Poking Facebook” (algo como “Intimando o Facebook”), do jornalista Luke O’Brien, fosse tirado do ar. Mais aqui, no Nokia Trends.

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