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Arquivo de novembro, 2007

30/11/2007 - 13:42

Leopard é o novo Vista?

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pc mac
No site Nokia Trends, o caso do primeiro jornalista a anunciar que trocou o novo sistema da Apple, Leopard, pela versão anterior. Agora é a vez do Steve Jobs virar alvo.

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30/11/2007 - 10:45

A mulher que inventou a ciência das listas de tarefas

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Rádio Magaiver de hoje fala sobre Sasha Cagen, a primeira e única “to-do-listologist”. Cuma? Cientista das listas de tarefas. Ela acaba de lançar o livro To-Do List: From Buying Milk to Finding a Soul Mate, What Our Lists Reveal About Us (To-Do List: De comprar leite a achar a alma gêmea, o que nossas listas dizem sobre nós). Para entender que maluquice é essa, enviamos nosso guru-nerd-indiano de plantão, Maha Geek, nossa versão tosca de Om Malik. Vai perder?powered by ODEO

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To-Do List: From Buying Milk to Finding a Soul Mate, What Our Lists Reveal About Us

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29/11/2007 - 10:40

Google se engaja na busca social

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google

O Google experimenta uma nova ferramenta daquilo que vem ficando conhecido como busca social. Exemplo: digamos que você procure o termo “hacker”. Aparecem 100 resultados. O terceiro deles é Mundo Hacker. Assim como no Digg, você verá na tela um botão “eu gosto disso” ou “não gosto”. Clicando num deles, fará o Mundo Hacker subir ou descer na ordem de exibição dos resultados. Também há como indicar sites que não tenham aparecido na busca inicial. Mais detalhes aqui.

Esse esforço do Google pode aproximá-lo da nova e crescente tendência de busca social na rede, cujo maior representante é o site Mahalo.

Seus fundadores garantem que se trata da primeira ferramenta de busca gerenciada por gente e não por algorítimos. Diz o site da empresa: “Nos mecanismos tradicionais, você precisa encontrar resultados relevantes no meio de uma lista bagunçada, cheia de inutilidades, spam e sites medíocres. Como o Mahalo, você pode digitar um termo e obter instantaneamente uma página organizada, com ótimos links”.

Mas como isso funciona, exatamente? O Mahalo é mantido por um projeto chamado Greenhouse. Lá qualquer usuário pode se cadastrar e virar uma espécie de recomendador de links. A equipe de editores paga cerca de US$ 10 a 15 para cada sugestão aceita. Não há documentos com definições claras dos critérios de qualidade.

Enfim, o Mahalo está mais para busca aristocrática do que social. O que pode ser uma vantagem, dependendo dos seus objetivos. Para serviços técnicamente “mais sociáveis”, vale conhecer o velho StumbleUpon, que também usa o estilo gosto / não gosto / recomendo. Só que em vez de precisar de um site com um mecanismo de busca, disponibiliza todo seu serviço numa barra de ferramentas que você pode instalar no seu navegador.

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28/11/2007 - 20:36

Como lidar com o excesso de pedidos de trabalho

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sobrecarregado
Carregar um trem com os dentes? Para ontem? Pode deixar.

Hoje em dia é fácil ficar sobrecarregado com muitos pedidos de trabalho. Chefes, amigos e clientes aparecem ao mesmo tempo, de todos os cantos e todos com demandas urgentes. Geralmente, as pessoas acham que algo é prioritário apenas porque não sabem exatamente o que estão pedindo. Não definiram o trabalho, apenas têm uma vaga idéia de que tudo deve ser feito logo.

Para esses casos, criei um e-mail padrão, que deixo salvo no computador. Toda vez que chega um pedido de trabalho, copio e colo o seguinte:

Olá,

A vida é dura, então preciso priorizar meu tempo. Assim, você tem como responder as perguntas abaixo para que eu possa atendê-lo(a) melhor e num prazo adequado? Pode parecer chato, mas você verá que vai ajudá-lo(a) também.

1. Qual é o objetivo do trabalho?
2. Ele está atrelado a alguma data?
3. Conte rapidamente como será o trabalho quando ele estiver concluído.
4. Podemos criar fases de implementação?
5. Quem mais está no projeto?

Infelizmente, se você não responder a essas perguntas, não vou poder ajudá-lo.

Abs,

Eduf

Exemplo: “Preciso fazer um site urgentemente. Para o natal”. Vamos às respostas:

1. Objetivo simples e direto. Vender artigos de transporte natalício para profissionais e amadores.

2. Natal. Precisa estar no ar em 22/12.

(Se for preciso, convença o cliente a estabelecer uma data).

3. “O usuário vai acessar um site simples, com um nome claro, como natal.com. Layout limpo. Encontrará as melhores ofertas para pimpar seu trenó. Suplementos alimentares para renas, fantasias dry fit, sacos impermeáveis natalinos Targus, o melhor equipamento Kailash para escalar chaminés. Poderá pagar com cartão de crédito.”

(Nesse tipo de descrição humanizada do trabalho, você terá como elaborar a descrição técnica e já descobrir onde estarão as possíveis falhas de processo).

4. Fases: A) Pré-produção: definição do nome, compra do domínio. B) Criação e aprovação dos conceitos etc. Você pode agendar: fase 1, para 10/12. Fase 2: 16/12.

5. Se você não estiver sozinho no projeto, poderá delegar tarefas para funcionários com perfís mais adequados para elas. Exemplo: alguém pode comprar o domínio do site enquanto você faz o design. Quem vai fazer o que e quando?

Só essas 5 perguntas já facilitam a vida. E, enquanto o cliente está respondendo, você ganha algum tempo para respirar e concluir outra “urgência”.

Tem dicas melhores? Compartilhe com a gente.

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28/11/2007 - 10:28

Novo MSN terá editor de sons

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messenger 9

Direto do site do Nokia Trends, do qual sou editor de tecnologia: screenshot do novo editor de sons de alerta do Live Messenger 9. Mais aqui.

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27/11/2007 - 15:27

Mais de 60 alternativas para se livrar do Windows

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green os
O gOS, sistema do Green PC, que mistura o Ubuntu com alguns aplicativos online do Google.

Você já testou vários live CDs de distribuições Linux. Assistiu a vídeos com apresentações do Compiz Fusion, que traz para o ambiente Linux os avanços de interface do Mac OS X e Windows Vista. Já leu sobre o crescente sucesso de vendas dos computadores que trazem o sistema de código aberto pré instalado – como o Green PC, lançado pelo Wallmart. E já esteve prestes a instalar um Ubuntu em sua máquina pelo menos duas vezes. Mas sempre ficou com medo de não achar os programas que está acostumado a usar no Windows.

Seus problemas acabaram. O site The Linux Alternative Project traz uma lista de vários programas que podem substituir cerca de 60 aplicativos mais conhecidos que rodam no sistema operacional da Microsoft. Para cada um deles, há em média 3 alternativas open source. Fora que você ainda pode usar o Wine, que permite rodar até mesmo o Photoshop num Linux. Para quem já não aguenta mais o Windows XP e Vista e não quer torrar uma fortuna num Macintosh, é um jeito fácil e indolor de mudar de sistema operacional.

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27/11/2007 - 10:25

Escreva mais digitando menos

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Parece trivial, mas um dos maiores ganhos de produtividade que se pode obter vem de aprender a digitar direito. Não estou falando somente dos cata-milhos. Para esses, . Refiro-me a aplicativos que ajudam a escrever mais teclando menos. Um dos meus favoritos é o , gratuito, criado pelos programadores do . Ele permite que você crie atalhos para palavras ou até parágrafos inteiros. O vídeo acima mostra como isso funciona.

Para quem precisa escrever em inglês, o Texter é mais útil ainda, pois já vem com algumas palavras configuradas de fábrica, mais ou menos como o serviço T9 para celulares e o "autocompletar" do . Mas com uma diferença: trabalha em paralelo com qualquer programa. De clientes de e-mail a navegadores. Até mesmo no Windows Explorer. Onde quer que você tenha que digitar, ele pode ajudá-lo.

Interessou? . Infelizmente, só funciona para Windows.

(Usuários de Mac e Linux, aguardem-me. Logo haverá surpresas para vocês.)

Mais





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26/11/2007 - 20:41

Como trabalhar só 4 horas por semana e ganhar dinheiro

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tim ferriss
O guru de produtividade pessoal, best-seller e… lutador de kickboxing, Tim Ferriss, autor de The 4-Hour Workweek

Preste atenção neste currículo:

› Professor convidado da Universidade de Princeton, dando aulas de empreendimentos High-Tech e engenharia elétrica.
› Lutador de vale-tudo.
› Primeiro americano a ter um recorde registrado pelo Guinness em… tango.
› Treinador de esportes olímpicos.
› Campeão de kickbox na China.
› Dançarino na MTV de Taiwan.
› Campeão em diversos esportes coletivos, na Irlanda e em outros países.
› Ator de seriados de TV em Hong Kong.

Essa é apenas uma parte da ficha corrida de Timothy Ferris, autor do best-seller, The 4-Hour Workweek (algo como “4 horas de trabalho semanais”). Ele tem apenas 29 anos e já foi biografado pelo New York Times, NBC e até pela revista Maxim. Basicamente, para ensinar um segredo que muita gente gostaria de conhecer: como se livrar do trabalho tradicional e ainda assim ganhar dinheiro. Honestamente.

Ferris era um típico workaholic, gerenciando projetos de tecnologia. Um dia resolveu “recarregar as baterias” num período de mochilagem pela Europa. Acabou descobrindo que não precisava mais daquilo que se convencionou chamar de segurança e emprego estável. Passou a experimentar estilos de vida diferentes. E, com muito jogo de cintura, fez um bom dinheiro.

Depois de alguns anos viajando pelo planeta, passando pelas mais diversas profissões, descobriu que tinha um certo método para viver. Ela o havia aprendido ao não levar a sério seus próprios preconceitos e limitações, ao se livrar de certos medos e falsas seguranças.

Aos poucos, achou que poderia ensinar algo em livro. Coisas como: agendar pequenos momentos de retiro (diferentes das tradicionais férias); automatizar o gerenciamento das finanças e tarefas repetitivas; trabalhar a partir dos mais diversos espaços e contextos; fazer uma “dieta de informações” para não perder tempo com inutilidades; viajar e trabalhar ao mesmo tempo, sem destruir sua saúde econômica. Ou seja: idéias que podem ser assimiladas por qualquer pessoa, mesmo que não queira viver como ele.

The 4-Hour Workweek ainda não foi publicado no Brasil. Mas, se você fala inglês, pode acompanhar o blog de Tim Ferriss relatando as suas novas experiências pelo mundo. E também encontrar uma versão audiobook (livro em áudio) para baixar em sites como o Mininova, entre outros.

Ainda que não seja um manual para folgados profissionais e nem faça milagres, vale ouvi-lo para perceber que, em muitos casos, nós somos muito mais rígidos e imóveis do que a realidade à nossa volta.

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26/11/2007 - 12:04

Trabalha, trabalha, trabalha

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avatar
A unidade de carbono conhecida como Eduardo Fernandes, em sua manifestação como Maha Geek.

A partir de hoje sou o editor de tecnologia do site Nokia Trends. Não tenho jurisdição sobre a navegação do site. Apenas publicarei e editarei textos todas as semanas. Como é um wiki, você também pode colaborar. É só se cadastrar.

O projeto Nokia é só uma das primeiras mudanças de 2008, que já começou à toda aqui no Eduf Labs. Muita coisa está por vir. Quem quiser mais informações nesse nível mais pessoal, pode acessar meu Twitter ou o Tumblelog, que é um resumão de praticamente tudo o que eu publico na web.

Não custa lembrar que também escrevo notas diárias, que o James Della Valle publica no canal de tecnologia do iG.

E voltamos à programação normal aqui no Magaiver.

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26/11/2007 - 07:33

Sem espaço… no espaço

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23/11/2007 - 20:11

Como cumprir as promessas de fim de ano

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adestramento de gente
Olho de tigre, Balboa. Tem que treinar todo dia.

Dezembro está aí e já começo a ouvir (às vezes de mim mesmo) as tradicionais promessas de fim-de-ano. Muitas são tão velhas que lembram um desses parentes que só vemos em velórios.

Mas, afinal, por que isso acontece? Por que há certos assuntos que não conseguimos resolver de uma vez? O problema aqui não é só a procrastinação. Envolve algo ainda mais profundo: o hábito.

Certos hábitos são tão arraigados que mal conseguimos identificá-los. Ficamos pulando de uma dica de produtividade a outra e sempre parecemos estar estagnados nas mesmas manias. Achamos que algumas delas são “naturais”, que formam nossa identidade, não há o que fazer.

Na verdade, elas não passam de padrões de comportamento assimilados com muito custo, aprendidos por meio de repetição sistemática. Nos pegamos dizendo: “sou preguiçoso”. Mas isso não está no seu DNA. De alguma forma, você aprendeu a sê-lo.

Quase tudo o que fazemos dependeu de algum tipo de treinamento. De conversar a fazer sexo. No começo, tudo é um tanto difícil e estranho. Depois, se formos capazes de superar as resistências iniciais da aprendizagem, poderemos tirar prazer daquilo que antes causava ansiedade ou sofrimento. Estou falando alguma novidade?

Para dar esse “salto evolutivo”, precisamos nos apoiar na repetição. É como auto-adestramento: praticar todo dia, até que a mudança se torne automática. Mais que procurarmos novas dicas, precisamos ser capazes de experimentar as que já temos. E não fugir quando bater o tédio ou a dificuldade.

Por exemplo: você não consegue organizar seu dia e se perde em distrações? Faça um compromisso, um voto: “a partir de amanhã, às 9h, vou fazer uma reunião comigo mesmo. Diária. Terei que sair dela às 9h30 com um plano do que fazer no resto do dia”.

Não pense que vai funcionar logo de cara. Você vai encontrar as mais diversas desculpas para escapar do compromisso. “Hoje estou doente”, “quem precisa disso? estou paranóico”, “vou ler outro autor, que ensina um método superior”. Você vai se surpreender com sua criatividade na arte de se enganar.

Mas, se está realmente comprometido em mudar, sair do piloto automático e do plano das eternas promessas, precisa planejar, dividir suas tarefa em pedaços menores e realistas. Depois, partir para a execução. Regular, sistemática e diária.

Durante o processo, acostume-se com os altos e baixos. Não se importe nem com o fracasso, nem com o sentimento muitas vezes ilusório de que você “finalmente conseguiu” superar um padrão de comportamento. Hábitos são engenhosos. Quando você acha que os venceu, eles voltam à tona.

Siga todo dia. Não perca o foco. Repita, repita, repita. Olho de tigre. Quando menos esperar, aquela velha promessa sumirá da sua lista de fim de ano.

***

Nesta semana, o Efetividade.net publicou uma ótima série de dicas de produtividade. Vale conferir.

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22/11/2007 - 21:11

Testando vídeo ao vivo

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Se você esteve no site no dia 22/11, por volta das 21h15, deve ter assistido ao teste ao vivo que eu fiz do ustream.tv. Trata-se de uma ferramenta online para transmitir vídeos em streaming.

É possível inserir um player no seu site e deixar a brincadeira acontecer ao vivo, com direito a chat com o autor. Se você gostou da idéia, podemos agendar um programa Magaiver Live em algum dia da semana. O que acham?

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22/11/2007 - 17:52

Rádio Magaiver: Wes Anderson é um antivírus?

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darjeeling

Expresso Darjeeling, filme de Wes Anderson ajuda a refletir sobre os vírus e trojans que atrapalham o desempenho das nossas mentes.


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21/11/2007 - 15:27

Crie seu próprio Del.icio.us

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sabrous

Uma das grandes reclamações sobre os aplicativos online é o fato de que ficam instalados e hospedados em computadores de terceiros. Se a empresa que mantém o serviço falir, para onde vão seus arquivos? Você tem direito a backups regulares? O que fazer quando o site sai do ar?

Esses ainda são alguns dos problemas que levam muitas pessoas a desconfiar de serviços como o Del.icio.us e Ma.gnolia, por exemplo.

A idéia do chamado social bookmarking é bastante útil – compartilhar seus sites favoritos online, acessá-los a partir de qualquer computador e até usá-los como instrumento de marketing. Mas o que as empresas donas dos serviços fazem com as suas informações pessoais? Você pode personalizar o layout das suas páginas e organizar o conteúdo do seu jeito?

A resposta é sim. Pelo menos para os usuários do Sabros.us. Trata-se de uma espécie de versão livre e instalável do Del.icio.us. Você escolhe seu plano de hospedagem e muda as configurações do software conforme suas necessidades. Seus dados ficam onde você preferir. Na página do projeto no SourceForge você pode baixar o programa e ajudar a desenvolvê-lo.

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21/11/2007 - 15:19

Mande apresentações do PowerPoint direto para o YouTube

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powerpoint

A Acoolsoft desenvolveou um aplicativo que permite postar no YouTube apresentações criadas no PowerPoint. Basta instalar o PPT2YouTube, importar o arquivo pps e fazer o upload para sua conta no site de vídeos.

O software promete se tornar mania entre os brasileiros. Sobretudo os usuários do Orkut, que são provavelmente os maiores compartilhadores de apresentações bizarras do mundo. É um jeito mais seguro de espalhá-las, já que não há como enviar vírus embutidos no código dos arquivos.

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20/11/2007 - 17:47

Odeio você. O emprego é seu

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page brin
Os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, que queriam se estapear quando se conheceram.

Estava relendo o já clássico A Busca, livro no qual o fundador da Wired, John Battelle, dá uma geral na história do nascimento do Google. Ele explica o processo de contratação de funcionários no começo da empresa:

“Dizer que os fundadores eram obcecados a respeito de quem podia entrar na empresa é pouco. (…) Larry Page e Sergey Brin estavam determinados a não repetir os erros dos seus amigos do Vale do Silício. O principal era a espiral de contratações. Num cenário desses, os fundadores contratam uma pessoa que possam considerar um A – perfeita para o cargo, inteligente, produtiva e encaixada culturalmente na empresa. Depois, eles permitem que esta contrate seus subordinados, estes, por sua vez, mais gente e assim por diante. O problema é que freqüentemente os As contratam Bs (para continuarmos usando a metáfora de Aldous Huxley). Ou seja, quem não os ameace e nem os desafie. E os Bs contratam Cs e assim por diante, até que a empresa seja literalmente consumida por gente que está lá pelas razões mais equivocadas. Ela perde sua cultura e torna-se vítima de uma política interna divisiva e da doenças dos jogos gerenciais movidos pela hierarquia.”

Battelle conta que o processo de seleção do começo do Google era mais parecido com o de uma fraternidade universitária exclusiva. Ou seja: olho no olho, desafios e muita provocação. Bem diferente da espiral de contratações, que é baseada no medo, na politicagem e na insegurança.

Page e Brin mesmo se estranharam na primeira vez que se viram na universidade. Bateram boca por horas. Achavam que nunca mais se veriam. Mas sentiram um certo respeito mútuo. Imagine o que seria da internet agora se eles resolvessem ter feito política um com o outro.

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19/11/2007 - 15:28

Construa autofalantes com apenas 1 centavo

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…E o prêmio Magaiver da semana vai para The Household Hacker, blog mantido por um californiano de 25 anos que prefere não se identificar. Ele publica vídeos no YouTube ensinando coisas incríveis como carregar iPods com Gatorade e cebolas; construir autofalantes com uma moeda de 1 centavo e um prato descartável forrado com papel alumínio; interceptores de celular com controles remotos e microfones de lapela; além de usar a velha sabedoria das avós para limpar cobre com vinagre e um punhado de sal.

De alguma forma, esses vídeos me lembraram do Jailson, o taxista hacker que tive a sorte de descobrir na época em que era editor do site da Superinteressante.

Com uma maozinha do Blue Bus.

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16/11/2007 - 14:58

Como lidar com Momentos Tela Azul

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Você é convidado para fazer uma participação especial no show de uma banda. Vai tocar bateria – que não é lá o seu instrumento. Não conhece a música, o som está horrível e não é possível entender o que o vocalista está cantando. À sua frente, há uma partitura para saber minimamente o que está fazendo. Mas, na hora da apresentação, não consegue acompanhá-la. Pior: você nem mesmo enxerga direito os outros integrantes do grupo. O que você faz? Entra em desespero?

Provavelmente sim. Quando sentimos que o ambiente está prática ou totalmente fora do controle, é natural perder as referências e entrar numa espécie light de estado de choque. Acontece com programadores, policiais, apresentadores de TV, músicos, qualquer um. Todos temos um momento “tela azul” (MTA).

Mas quanto tempo você gasta nisso? Se um policial demora a voltar de um MTA, pode levar um tiro. O músico pode atrapalhar a apresentação. E assim por diante. Os MTAs são inevitáveis. Aliás, você já deveria esperá-los. O problema é demorar para se recompor. Ficar remoendo a dificuldade, perdendo tempo e energia com a autocomiseração.

No momento em que tudo dá errado, a melhor coisa que podemos fazer, é parar de buscar uma lógica imediata, causas e culpados. Seu cérebro já tem muita informação acumulada sobre diversos problemas. Nessas horas, geralmente ela voltar em forma de intuição. Depois, nem sabemos ao certo como resolvemos um problema, mas acabou tudo dando mais ou menos certo.

Mais que isso, muitas vezes sua única saída é confiar nos outros. Deixar de tentar estar completamente no controle e abrir-se para ser ajudado. Ou para as informações que vêm do ambiente. No caso da música, essa é a essência do improviso: conhecimento previamente acumulado, confiança no outro, capacidade de relaxar a mente e de responder rapidamente aos problemas que aparecem.

Os MTA são ótimos professores. Quanto mais você aprender a dançar com eles, menos vai derrubar o resto da banda e a si mesmo. Seja ágil.

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14/11/2007 - 16:22

Você precisa realmente de mais espaço na HD?

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espaço

Hoje tentei dar um jeito na minha coleção de MP3. Conforme ia fuçando nos arquivos, descobria discos que estavam completamente esquecidos no HD lotado. Em algum momento deste ano, achei que era imprescindível tê-los, guardá-los e ouvi-los. Mas dias depois foram deixados de lado, sem uma única audição.

De certa forma, é triste ver arte virando tralha. Músicas se tornando itens de uma prateleira digital ou física, cheia de coisas que suspostamente devem agregar algum valor à nossa personalidade. Sons só para decorar o MP3 player e o ego. Um dia, quem sabe, receberão atenção.

Perguntei-me se me faltava um bom organizador de arquivos de áudio. Mas não era esse o problema. O iTunes funciona perfeitamente. O que eu não tinha era uma qualidade bem humana e pouco tecnológica: zelo. Quer dizer: cuidado, respeito pelas coisas que chegam até a mim.

espaço2

Hoje é tão fácil conseguir músicas, que podemos ouvi-las por 10 segundos e descartá-las em 2. Alguns de nós temos pouca paciência para escutar um álbum inteiro, com uma narrativa e um desenvolvimento próprio. Vamos direto ao single.

A mesma coisa acontece com a internet. Nos cadastramos em tantas redes sociais que mal lembramos das senhas. Segundo pesquisas, quando estamos na internet, tendemos a fazer leitura dinâmica dos textos. E principalmente olhar só o que está destacado em negrito ou algo assim.

Não sou daqueles que acham que no passado houve uma era de ouro na qual foi possível dar mais atenção às leituras, filmes, músicas e pessoas. Sempre fomos ávidos. De alguns séculos pra cá, só aceleramos o processo. Mas o que me preocupa é o desejo pelo “the next big thing”, antes de experimentar “the real thing”. Ou seja, viver cuidadosamente aquilo que já temos.

É tão fácil enganar os desatentos. Dizer que existe uma nova funcionalidade num programa, quando ela já está lá há anos. Anunciar novidades que não funcionam – mas que em tese parecem maravilhosas.

Engraçado que se ache que os religiosos é que têm fé cega, que gastam rios de dinheiro com ilusões e promessas de felicidade. O que dizer de um entusiasta do mercado de informática?

Pergunto-me se não vale desafinar o coro do mantra da modernidade (“seja inquieto”, “renove, renove”) para algo como “antes, veja se você está usando bem tudo o que já tem”.

No caso das minhas MP3, preciso de menos HD e mais espaço na mente.

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13/11/2007 - 15:16

Crie sua própria rede para trocar arquivos

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leaf
Sweet Leaf, diria Ozzy Osbourne.

Você é designer e está no aeroporto, trabalhando num laptop. O prazo da entrega do layout está acabando. Mas, enquanto o vôo atrasa, você consegue terminar o serviço, conectado via wireless. E agora, como enviar o material?

Usando o , um aplicativo gratuito que transforma qualquer computador em um ponto de distribuição (se você não ligou o nome à pessoa, p2p é o mesmo tipo de serviço que permite baixar músicas em programas como o Kazaa, Morpheus e Soulseek).

Seu cliente também vai precisar ter o programa no computador. Mas, uma vez instalado, é como se você tivesse um Limewire particular, com o qual pode enviar e receber quaisquer tipos de arquivo, de qualquer tamanho. Inclusive música. Você também pode usar o programa para acessar o seu computador que fica no escritório ou em casa.

O site da Leaf Networks garante que é possível até mesmo jogar videogame com o software. Mas, neste caso, não tenho como opinar, afinal, os únicos jogos de que entendo são o e . Did you check the toilets on the right? Did you check the toilets on the left?


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