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Arquivo de setembro, 2007

29/09/2007 - 14:50

Como treinar para ser flexível

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Você já deve estar cansado de saber que a flexibilidade é um dos diferenciais mais importantes que um profissional pode ter no mercado. Até mesmo fora do ambiente de trabalho, é a qualidade que pode mais ajudá-lo nos momentos críticos. Aqui no Khadro Ling, centro budista em Três Coroas onde estou há quase uma semana, as equipes de trabalhadores são treinadas sistematicamente para saber se virar em qualquer situação.

Se você tem uma visão bucólica do que pode ser um lugar assim, deveria conhecer o templo e a comunidade de moradores que vive em torno dele. Há muito trabalho. As pessoas precisam cuidar de milhares de detalhes, além de dar conta de complexas práticas e manifestações artísticas. Por incrível que pareça para quem vê de fora, as possibilidades de estresse são inúmeras.

Mas um dos maiores segredos da eficiência dos trabalhadores daqui – além da motivação de se ajudarem no treino da mente – é que as pessoas se revezam nas atividades. Mesmo que alguém cuide de uma área específica, cedo ou tarde precisa ajudar em outras que nada têm a ver com sua “zona de conforto”.

Quase todos aqui são ao mesmo tempo alunos e professores de alguma tarefa. Seja tocar instrumentos, gerenciar escritórios, cuidar de objetos e rituais, a idéia é que o conhecimento esteja sempre em circulação. E quando você se acostuma demais a um trabalho, logo aparece uma mudança de cenário.

O treinamento aqui é para não precisar de um chão sólido para viver bem – nem emocional, nem profissional. Enfrentar o que aparecer. Manter um certo equilíbrio e eficiência em qualquer situação. E, principalmente, tentar evitar a negatividade uns em relação aos outros (fofocas, disputas, invejas etc.).

É claro que as mudanças causam resistências. Mas o resultado é que uma equipe de cerca de 60 pessoas cuida de um local que recebe em média 5 mil turistas por mês, além de movimentar de 3 a 5 eventos anuais, que envolvem visitas de professores tibetanos, hospedagens, lojas, refeitórios, produção de CDs, livros e muito mais. E, claro, os moradores também tentam meditar algumas horas por dia.

Enfim, de bucólica, nem a paisagem da Serra Gaúcha – anteontem choveu forte e caiu uma árvore, deixando o centro praticamente no escuro e sem comunicações. Haja jogo de cintura.

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28/09/2007 - 11:59

Use o MSN no celular

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Está numa viagem off-road e ficou com saudade do MSN? Use o celular. Mas qual? iPhone? Blackberry? Não. O seu pré-pago mesmo. Basta usar o Nimbuzz, um programa J2ME que conecta seu celular com MSN, Skype, Google Talk, AIM e Yahoo Messenger. Ele faz ligações internacionais a preço local, chamadas em conferência, chats em grupo, busca de amigos e – o melhor – traz um bom contador de dados para saber o quanto você está gastando nisso. O “buzz” do nome vem de um serviço do software que permite enviar avisos aos seus contatos que estiverem offline. Por meio dele, você pode combinar um horário para se conectar e evita chamadas indesejadas. Quer ver um vídeo do Nimbuzz em ação? Clique aqui.

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26/09/2007 - 18:41

Como simplificar sua vida falando menos

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Os gurus que ensinam gerenciamento pessoal geralmente esquecem de um dos maiores desperdiçadores de tempo e energia já criados na história da humanidade: a fala. Quanto tempo você gasta do seu dia reclamando e se justificando? Faça as contas. E quantos recursos dos outros você queima diariamente com isso?

Há alguns anos trabalhei com um rapaz tão inseguro que chegava a irritar. Tinha uma necessidade insaciável de dizer para si mesmo e para os outros que estava sempre ocupado. Um simples bom dia poderia se transformar num interminável discurso sobre as dificuldades do trabalho naquele departamento.

Não que ele fosse um profissional ruim. Pelo contrário, era muito competente. Mas perdia muito tempo discursando e preocupado com sua imagem. As pessoas chegavam a evitá-lo, já que não parava de falar e de tentar chamar atenção. Pior, mesmo quando estava relaxado, tinha o hábito da reclamação.

Certa vez fui à sua casa e percebi que, mesmo aos domingos, não tolerava ser visto parado. Certa vez, eu havia combinado de pegar uns papéis na sua casa. Chegando lá, sua esposa pediu que eu entrasse e o encontrasse na sala de estar. Ele estava deitado, assistindo TV. Quando cheguei, pulou para o chão e fingiu que estava mexendo num laptop, que estava no tapete. E depois fez seu discurso.

Quantas vezes agimos de forma parecida com essa? E principalmente gastamos um tempo precioso com conversas inúteis, que só nos trazem problemas ou que só provam exatamente o contrário do que gostaríamos de demonstrar? O que me faz pensar que o primeiro passo para simplificar a vida é calar a boca de vez em quando. Coisa cada vez mais difícil numa época de blogs, twitters etc.

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25/09/2007 - 14:47

Acesse seu micro de qualquer lugar

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Como ainda não consigo me desapegar dos computadores de mesa (desktops), um dos softwares online que mais uso é o LogMeIn. É uma espécie de VNC (Virtual Network Computing), que permite acessar e controlar seu micro a partir de qualquer outro computador, desde que conectado à internet. Já cheguei a fazer design em casa a partir de uma lanhouse. Não é algo que eu recomende (é leeento), mas é possível. :)

Logo no início da web 2.0, houve uma espécie de febre desse tipo de programas, alguns até permitindo usar o micro a partir do celular. Testei alguns, de diversas maneiras. Mas só o LogMeIn – já um tanto tradicional no mercado – se mostrou estável, rápido e seguro.

O detalhe pitoresco é que a empresa que o criou chamava-se 3am Labs (3am de Três da manhã). Mas com o sucesso do programa, mudou para LogMeIn e criou vários outros serviços paralelos, como armazenamento de arquivos online, acesso remoto a múltiplos computadores e serviços de backup.

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24/09/2007 - 13:53

Qual é a melhor hora para comprar produtos de informática?

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Recentemente a Apple deu um dos maiores tiros no pé da sua história: baixou o preço do recém-lançado iPhone. Se você costuma acompanhar o noticiário de tecnologia, deve saber que Steve Jobs teve até de escrever uma carta dizendo que “informática é assim mesmo”, além de dar um desconto em produtos para os seus fãs mais ansiosos, que fizeram fila para comprar o telefone logo no primeiro dia.

Muitos dos que estavam se achando o máximo da modernidade agora sentem-se trouxas. Tanto que começa um tímido movimento de desconfiança em relação às políticas de preços e lançamentos da Apple. Um dos colunistas do site CNET escreveu sobre o novo consumismo geek (em inglês). Muitas pessoas recorrem a especialistas para saber se é a melhor hora para comprar um produto. E o curioso é que elas já têm a resposta: querem comprar, mesmo que sem necessidade. Apenas precisam de uma opinião que as deixe menos culpadas e, talvez, ajude a prevenir a impressão de “fui passado para trás” um mês depois.

É de se esperar que pessoas que têm poucos conhecimentos de tecnologia caiam nessa febre por aparelhos eletrônicos e desperdicem dinheiro. Afinal, de modo geral, elas só têm a referência do marketing – seja o oficial ou o viral. Mas é estranho ver que até mesmo os geeks, que suspostamente são pesquisadores de tecnologia, se deixem levar pela busca da novidade sem espírito crítico.

A impressão é que muitos blogs e sites especializados estão deslumbrados, filmando, tirando fotos etc. dos processos de “tirar da caixa” e de mostrar o produto novo antes. Pior, não toleram mais uma notícia que tenha uma semana de idade. Ou seja: a análise, o teste, o tempo para pensar, ficam comprometidos. E os próprios analistas viram reféns do marketing corporativo, das empresas que lançam boatos para criar expectativas.

Steve Jobs acabou por fazer um bom favor ao consumidor de tecnologia: fez lembrar que é melhor esperar para comprar. Ou seja: ler boas resenhas, analisar a real necessidade de um produto e, principalmente, deixar a moda passar. Já que o hype de hoje geralmente é o tédio de amanhã.

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22/09/2007 - 08:54

Saia da rotina para não precisar fugir dela

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Estou escrevendo a partir de uma minúscula cidade do interior do Rio Grande do Sul chamada Três Coroas. Na verdade, num centro budista no topo da Serra Gaúcha. Lá fora, a neblina é tão espessa que se você esticar o braço à sua frente quase não enxergará a ponta dos dedos. E daqui a pouco preciso desligar o micro porque está relampeando demais e as instalações são precárias. Venho aqui pelo menos duas vezes por ano para uma semana de retiro.

Quantas vezes por ano você pode se dar o luxo de sair da sua rotina? Veja bem, não estou falando de férias. Até porque isso não tem nada a ver com o que fazemos aqui. Refiro-me a colocar-se numa situação na qual sua forma habitual de gerenciar o cotidiano não funciona. E, claro, tentar aprender com isso.

Por exemplo, como esse retiro é coletivo, costumo ficar no dormitório. Você precisa dormir num beliche, tomar banho num lugar bem pequeno, compartilhar espaços com as pessoas, ouvir roncos e sons que seus companheiros de quarto emitem à noite, ajudar pacientemente os praticantes que não têm experiência nesse tipo de evento, entre outras coisas. E dessa vez temos um desafio extra: há uma equipe de cinema por aqui filmando o novo trabalho da atriz Lucélia Santos.

O que se aprende numa situação dessas? Muitas coisas, mas, basicamente, generosidade e paciência. À medida em que você ganha conhecimentos num determinado assunto, por menor que sejam, é muito fácil ficar arrogante. E mais, na carência e necessidade de sentir-se especialista e aceito pela comunidade, passa a ignorar ou tratar mal as pessoas. Vejo isso muito em comentários em sites na internet, por exemplo.

Parte do nosso treinamento aqui no Khadro Ling é tentar ser paciente, generoso e didático, não importa o que elas saibam e quem sejam. Mesmo que pareça que você é um estúpido.

Esses períodos fora da rotina ajudam a transformá-la na volta. Você passa a ter uma visão um pouco menos exigente e chata de tudo o que acontece. Entende que senso crítico é diferente de ranhetice, que conhecimento nada tem a ver com arrogância e que muitos dos seus hábitos são completamente dispensáveis.

Se você não é do tipo que gosta de “atividades asiáticas” como eu, deveria encontrar a sua própria maneira de passar por períodos em que se concentra no essencial – viagens para locais difíceis, essas coisas. No mínimo, você deve voltar com vontade de gastar menos na conta de luz. :-)

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20/09/2007 - 18:59

5 coisas que pouco se fala sobre o tédio

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Quantas vezes nesta semana você já se sentiu entediado? Muitas? Você seria capaz de responder às perguntas abaixo?

1. Como seu corpo se comportou no momento do tédio?
2. O que você dizia para si mesmo? Descreva claramente, tentando ser o mais específico possível.
3. Quanto tempo, exatamente, o tédio durou?
4. O que você fez para passar esse sentimento?

Poucas pessoas conseguem responder claramente às perguntas 1, 2 e 3. Por um motivo simples: geralmente, não experimentamos o tédio completamente. Ele não tem um sabor próprio. O que sentimos é algo diferente: ansiedade e vontade de nos ocuparmos com algo. É uma urgência em fazer, pensar, preencher espaços. Fugir de algo que nem sabemos exatamente o que é. Assim, as 5 coisas que pouco se fala sobre o tédio são:

1. Tédio é uma espécie de mal contato. Geralmente surge quando rejeitamos ou não prestamos atenção no que fazemos ou temos que fazer. Nasce de uma apreensão preconceituosa ou incompleta do cotidiano. Quantas vezes você já pensou “não quero fazer tal coisa porque é um saco” e quando efetivamente pôs a mão na massa, viu que não era tão ruim assim? É óbvio que há muitas tarefas desagradáveis. Mas elas ficam potencialmente piores na medida em que queremos estar em outro lugar, fazendo outras coisas. E não podemos.

2. Você pode se entediar passivamente. Ou seja: produzir um estado de sonolência e aceitação dispersiva. Tudo para tentar se afastar da realidade.

3. Ou ativamente. Revolta, rejeição, busca incessante por distrações ou coisas “melhores”. Tudo isso pode trazer prazeres temporários. Às vezes até boas mudanças. Mas, de modo geral, só nos desconcentram. E assim ajudam a piorar a situação.

4. Obviamente, a ocupação por si só não assegura satisfação. Mas, correndo o risco de ser simplista, é possível dizer que desde a Modernidade valorizamos o “ter algo pra fazer”. E, claro, a agitação, o desespero pelo mais e melhor – de acordo com a moda que estiver em vigor. Porém, se você já viveu mais de 2 anos, deve ter percebido que às vezes é melhor ficar quieto. Ou seja: não há uma regra clara. De antemão, não há como glorificar nem condenar as mudanças. Muito menos a “passividade”.

5. Se você encarar o tédio, ele vai desaparecer. Tente por si mesmo. Da próxima vez que sentir-se entediado, tente responder às perguntas do início do texto. Depois me conte o que aconteceu.

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19/09/2007 - 19:39

Afinal, para que serve o Google?

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Previsão do tempo, calculadora, busca de cotações de ações, conversor de moedas e distâncias, localizador de encomendas FedEx, dicionário, agenda cultural e muito mais, tudo numa só caixa de texto. Embora os hacks do Google não sejam novidade, é de se perguntar quem é que consegue usar todo o potencial do site.

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19/09/2007 - 17:31

Ainda em busca do cliente de e-mail perfeito

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Por falar em e-mail, mais uma ferramenta para ajudar a colocar ordem na caixa postal. Se você usa o Outlook, o Xobni (inbox ao contrário, dãh) cria uma barra lateral que adiciona várias funcionalidade ao programa, como avatares, agrupamento por assuntos (estilo gmail), timelines, entre outros detalhes de interface, na linha dos widgets do Mac OS X, Vista e Yahoo.

Mas uma das coisas mais interessantes do software é que ele cria uma central que mostra estatísticas de como você se relaciona com seus contatos: quem são aqueles com os quais troca mais e-mails, os principais assuntos, a freqüência das comunicações etc. Tudo isso à distância de um clique, sem maiores dificuldades de configuração.

Aqui você encontra mais vídeos mostrando o programa em ação. E aqui você pode pedir um convite para baixar a versão beta. Assim que eu tiver mais, avisarei.

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18/09/2007 - 14:17

Vem aí um novo jeito de usar e-mail?

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Notícias publicadas nos principais sites sobre tecnologia dos EUA indicam que finalmente vem aí uma boa mudança na maneira como usamos e-mail. O Yahoo comprou o web-mail-faz-tudo Zimbra e a Mozilla Foundation (Thunderbird e Firefox) informou que vai investir U$ 3 milhões para desenvolver um novo aplicativo que consiga trazer inovações para essa área. Também há rumores de que o Gmail tenha a sua versão desktop, via Google Gears. E a Microsoft já tentou a sorte com o Windows Live Mail Beta.

Não era sem tempo. Basicamente, não há mudanças significativas nos programas de e-mail para desktop há pelo menos 5 anos. Os webmails evoluíram consideravelmente depois do gmail e do aparecimento do Ajax. Mas mesmo assim, só tentaram se aproximar do Outlook, Eudora etc.

Deve levar algum tempo ainda para as novidades aparecerem, mas já estou tentando fazer minha parte, indicando os clássicos textos sobre Inbox Zero e outras dicas em inglês nos fóruns da Mozilla. A esperança é que as empresas saibam dos principais problemas que enfrentamos e criem ferramentas simples e enxutas que os resolvam.

Se eu fosse desenvolvedor, concentraria meus esforços nos seguintes conceitos:

1. Automatização de tarefas repetitivas. Como as “actions” do Photoshop ou as velhas “macros” dos programas de escritório: gravar coisas que você sempre faz e depois resolver tudo só com teclas de atalho.

2. Busca. Eficiente, rápida e com a possibilidade de salvar as pesquisas mais freqüentes. E que fique mais inteligente conforme a usamos. Ou seja: uso dos microformatos.

3. Integração com as principais ferramentas do mercado.

4. Triagem e seleção automática de mensagens, por linguagem, contexto, tempo disponível para responder, conteúdo etc. Ou seja, um mesmo cliente que suportasse multiplataformas. Ele poderia perceber se estou no trabalho, em casa ou no celular e me apresentar as melhores opções de ação.

Enfim, aqui e ali, já há bons aplicativos que ajudam a melhorar a relação com e-mails. Mas vamos ver no que exatamente Yahoo e Mozilla conseguirão inovar.

Mais e-mail no Magaiver
Mais dicas para lidar com e-mails
Porque muitas dicas pra lidar com e-mails não funcionam

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17/09/2007 - 18:34

Aprenda inglês online de graça

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Imagem do Windows Live Translator Beta. Site em inglês à esquerda, em quase-português à direita. Se você NÃO quer aprender inglês, estará fadado a esse tipo de serviço.

Toda semana recebo pelo menos um email reclamando de que a maior parte dos softwares online está em inglês. Pior, muitas vezes um inglês engraçadinho, com expressões particulares deste ou daquele pedaço dos EUA. É a web 2.0, que exclui os monoglotas e até os meia-bomba-glotas. Não há outro jeito, você precisa aprender a falar a língua de Bush. Mas isso não precisa ser um parto. Então aí vão alguns podcasts que vão ajudá-lo a dar um upgrade nas suas skills. Não espere ouvir nada no esquema “she is Ana. He is Bob”, certo?

The Word Nerds
Bom para iniciantes e intermediários, é feito por 3 professores viciados em palavras, seus significados e usos. Eles as analisam por meio de músicas e conversas bem-humoradas.

FreiPod
Doshisha é um professor de inglês que vive no Japão e criou um programa para auxilar seus alunos a treinar a pronúncia das palavras. Bastante didático, acaba sendo um tanto bizarro, por ter trilhas sonoras e produção metida a rádio.

English as a Second Language Podcast
Este é mais tradicional e segue o modelo de ensinar por meio de situações cotidianas, utilizado pela maior parte das escolas no Brasil. Nada que você já não tenha visto nessas revistas Speak Up da vida, mas tem farto material online. E de graça.

Mais recomendações de podcasts no ótimo blog Inglês pra quê?, que trata de curiosidades contemporâneas do inglês, como as gírias dos guetos americanos e muito mais.

Cranky Geeks
Se você é um geek como eu, recomendo assistir ao programa do colunista da PC Magazine, John C. Dvorak. Ele reúne semanalmente os maiores reclamões da indústria de tecnologia para debater os assuntos mais polêmicos da área. Como nem sempre os convidados são norte-americanos, você ainda ganha a oportunidade de treinar a flexibilidade para entender sotaques e entonações.

E, se a preguiça está forte, aproveite a mais recente versão do tradutor online da Microsoft, também parte do pacote Live. É ruim como o do Google e o velho Babel Fish, mas pelo menos tem uma boa apresentação dos resultados das traduções (veja imagem acima).

Alguém mais tem dicas? Se não, voltemos à nossa programação normal.

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14/09/2007 - 17:41

Lifehacking chega à propaganda

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Sprint

Se alguém tem dúvida de que o Lifehacking está saindo do gueto dos profissionais de informática para ganhar espaço na mídia, vale vasculhar esse site da Sprint. A operadora de telefonia celular norte-americana bancou uma campanha completamente baseada na troca de dicas divertidas voltadas a facilitar a vida no dia a dia.

Basicamente, você é encorajado a calcular quanto tempo gasta com tarefas cotidianas como amarrar o sapato, cortar as unhas etc. Depois pode assistir a vídeos que ensinam como fazer essas coisas de um jeito mais esperto. Num tom de brincadeira, um dos vídeos ensina uma técnica para tirar a camiseta que pode, segundo o site, economizar 3 dias da sua vida.

Em quanto tempo você acha que alguma agência no Brasil vai se inspirar e o Lifehacking irá aparecer no Luciano Huck? :)

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13/09/2007 - 17:09

Como organizar os vídeos no seu computador

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Posso dizer sem medo de errar que recebo pelo menos duas recomendações de vídeo por dia. De filmes curtos do YouTube a videoclipes e até documentários de mais de uma hora de duração, minha “youtubeoteca” tem de tudo. Muitas vezes eu parava meu trabalho para dar uma escapada e assistí-los. Mas, na correria, quase não prestava atenção neles e acabava atrasando minhas tarefas. Ou pior, via os vídeos uma só vez e me esquecia de marcar para consultas futuras.

Isso até descobrir o Miro, o antigo Democracy, que estréia nova versão 2 (0.9.9). Antes que alguém reclame, o player de vídeo foi lançado já há algum tempo e algum blogueiro no Brasil já deve tê-lo mencionado antes. :-)

Mas, enfim, o importante é que ele permite que você baixe vídeos do YouTube sem complicações, cadastre seus canais favoritos, assista materiais criados em alta definição e organize tudo em pastas como as do iTunes. Tem versões para Mac, Windows e para as mais conhecidas distribuições Linux do mercado. Também suporta diversos formatos de compressão de vídeo, como wmv, mov, mpeg, avi, xvid. Se você achar algum formato que ele não suporte, pode baixar o Super, um conversor gratuito e bastante simples de usar.

Depois do Miro, comecei a organizar meus vídeos assim:

1. Tenho um simples arquivo de texto no Google Docs chamado “vídeos”. Sempre que alguém recomenda algo, abro o arquivo e jogo o link lá. Ou seja, funciona como uma “caixa de entrada”.

2. Como recomendar e publicar vídeos de diversos assuntos faz parte do meu trabalho, tenho um horário específico no dia para assisti-los. Geralmente em casa, longe de qualquer pressão de produtividade.

3. Faço uma triagem por temas e descarto os vídeos repetidos. Depois uso o Miro para criar playlists indepententes. Por exemplo: “sustentabilidade”, “ciência”, “humor”. Se o vídeo faz parte de um canal ou de algum site que pode recomendar outras coisas interessantes, cadastro o feed ali mesmo no Miro para consultas futuras.

4. Quando escrevo uma matéria, quase sempre procuro algo em vídeo e áudio sobre o assunto. Assim, tento manter sempre um sistema enxuto e atualizado de temas (se você é jornalista ou estudante e quer conhecer um pouco mais desse método de escrever, eu o descrevo aqui).

Deve ser por essas e outras que minha TV está cada vez mais solitária. Daqui a pouco vou acabar trocando-a no Freecycle por um George Foreman Grill. Será que dá para baixar umas receitas nele?

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12/09/2007 - 17:03

MIT quer criar um detector de bagunça

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Você é bagunçado? Mas o quanto, exatamente? Não sabe? Ruth Rosenholtz, do departamento de Cérebro e Ciências Cognitivas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) quer ajudá-lo a descobrir. Ela está trabalhando num projeto que visa criar uma espécie de detector de bagunça visual. A notícia foi divulgada em 02/09 no site da revista PC World.

A atual fase do trabalho é definir clara e universalmente o que é bagunça. Como medir algo tão subjetivo? Rosenholtz e equipe trabalham a partir de testes com imagens e mapas, que são apresentados para voluntários. Depois colhem depoimentos, levando em conta dados como quantidade de informações num mesmo espaço, cores, nitidez, entre outros fatores. O artigo completo da pesquisadora, em inglês, pode ser lido aqui.

No texto, a pesquisadora diz que “bagunça é um estado em que o excesso de itens, ou da representação e organização deles, degrada a performance para executar uma tarefa. Isso pode causar um sentimento de superlotação, sobrecarga, mascaramento, torna mais difícil reconhecer objetos (…). Pode inclusive atrapalhar a memória de curto prazo. No caso desta, importa não só a quantidade de objetos que o distraem do seu foco, mas também suas cores, orientações etc.).”

Nada que você já não saiba intuitivamente. Mas a pesquisa é interessante por tentar medir e definir toda essa bagunça conceitual. Se a equipe do MIT estiver certa, em pouco tempo vai ser possível determinar que você é 10% mais desorganizado do que seu colega de trabalho – informação utilíssima para nazis do RH. Ou, sendo um pouco mais otimista, você vai poder saber qual é exatamente o melhor jeito de botar ordem na mesa. Ou seja: que cores eliminar, quais as melhores formas de espaços para escritórios. Seria um Feng Shui pra acadêmicos?

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11/09/2007 - 17:53

Microsoft lança um Word para blogs

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A Microsoft lançou a versão beta do seu Word para blogs. É um editor de texto simples mas limpinho que facilita a vida na hora de inserir links e imagens em posts na internet. Chama-se Live Writter e oferece alguns recursos que programas mais profissionais, como o Dreamweaver, já trazem há algum tempo.

O software faz parte do pacote Windows Live, que inclui os Live’s Messenger (ex-MSN), Mail (uma espécie de Outlook Express), Search, Photo Gallery Beta (um Picasa ou iPhoto mais amador), Family Safety (um controle de acesso a sites suspeitos) e SkyDrive (armazenamento de arquivos online). Você pode baixá-los aqui.

O Writter confirma a tentativa da Microsoft de criar concorrentes para os principais serviços online já consagrados. Mas eles são vantajosos apenas para usuários já muito acostumados ao Windows e que não querem gastar tempo aprendendo outros estilos de programas.

O novo publicador online da Microsoft, por exemplo, não traz grandes novidades: se você já testou o próprio Word 2007, deve ter percebido que, quando abre uma página em branco, ele já pergunta se você vai escrever um post para blog ou um texto offline.

O Writter nem mesmo é tão poderoso quanto os principais sistemas de blogs do mercado (WordPress, Blogger, TypePad, Movable Type, entre outros). Mas se integra a eles, ainda que no meu teste num WordPress não tenha conseguido postar em categorias.

O software livre Thingamablog continua sendo a melhor opção para blogar sem precisar conectar. Faz tudo o que o Live tenta fazer, aceita categorias e ainda vem com um leitor de RSS.

Instalei o Writter na esperança de que, por ser do pacotão Live, me deixasse postar direto do MSN, integrar e-mails do Outlook, imagens do Photo Gallery, entre outras coisas. Mas nada, por enquanto.

Então, afinal, por que ele foi indicado no Magaiver? Porque quase 80% dos visitantes aqui usam Windows e Explorer 6.0. Ou seja: para boa parte dos leitores, manter-se no ambiente Windows ainda é uma grande vantagem.

E o Writter em si não é desprezível. Você pode até mesmo editar o visual do blog a partir dele e usar recursos avançados para quem ganha dinheiro com weblogs. Se você está começando a fazer o seu, o Writter pode ser uma boa opção.

Mas se você quer algo mais profissional, melhor continuar usando os sistemas online mesmo, como o próprio WordPress, o Joomla e o Drupal. Ou até o próprio navegador Flock, que já vem com um editor de posts integrado.

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10/09/2007 - 17:33

3 programas para turbinar as buscas no seu micro

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PC: Oi. I’m a PC. Eu uso o Windows XP e tenho um programa de gerenciamento de arquivos arcaico chamado Windows Explorer. É muito chato encontrar arquivos nas minhas pastas e subpastas. Estou cansado de perder tempo.

SPOCK: Oi. I’m Dr. Spock. Seguem 4 programas para facilitar as buscas no XP que, afinal de contas, é o sistema que todo mundo ainda usa.

Copernic Desktop Search, X1 e Yahoo Desktop
SPOCK: Conhece o Google Desktop, software gratuito do Google que instala um bom sistema de busca para arquivos salvos no seu computador?

PC: Muita gente acha que ele deixa seu micro lento e ainda envia dados confidenciais ao big brother. Pior: ainda oferece uma série de softwares (os chamados widgets) com alto poder de distração: últimas notícias dos seus sites favoritos, notificações de e-mail, condição do tempo em diversas capitais etc. Enfim. Se bem usado, tudo pode ser útil. Mas quero apenas uma busca avançada, eficiente, gratuita e segura.

SPOCK: Então use o Copernic Desktop Search, que é relativamente leve, não envia dados via internet e tem uma interface realmente simples. Se você não confia em softwares gratuitos, tente o X1, que custa U$50 por usuário. Ele é a ferramenta por trás do Yahoo Desktop Search.

PC: Qual é o melhor?

SPOCK: Aquele que melhor estimular sua capacidade cognitiva. Para mim é o Copernic. Até porque tem nome de cientista. Humano, mas já é alguma coisa.

Side by Side Explorer
PC: E se colocassem abas na barra do sistema, lá embaixo da tela?

SPOCK: É possível colocar abas no Windows XP e criar pastas “favoritas”. Basta usar o Side By Side Explorer. Você pode até mesmo alterar os menus do Windows para funcionar do seu jeito.

Explorer Breadcrumbs
PC: Mas, sabe… Na verdade, ainda sou apegado ao Windows Explorer. Não dá para melhorá-lo? O que eu queria mesmo é colocar breadcrumbs nele. Sabe aqueles links que vão se abrindo sucessivamente, mostrando o histórico de seus cliques? (exemplo: home > página 1 > página 1a).

SPOCK: Use o Explorer Breadcrumbs. Seu programa vai ficar parecido com o gerenciador de arquivos do Vista. E você nem vai ter que deixar a alma nas prestações das Casas Bahia.

PC: Quer saber? Eu gostava mesmo era de digitar c:\dir no DOS e ver a tela rolar. Era tão poético…

SPOCK: Humanos.

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08/09/2007 - 17:45

5 dicas para ganhar mais tempo de feriado

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Você já teve a sensação de que o feriado passa rápido demais? Às vezes ele termina e não deu tempo nem de se divertir ou descansar. Então aqui vão 5 dicas para ganhar umas horas extras de tempo livre.

1. Defina um tema para o feriado. “O fim de semana das visitas”. “Hibernação das espécies”. “Tirando o atraso na leitura”. “Os selvagens do litoral”. Seja lá o que você queira fazer, planeje e crie uma lista de próximas ações. Se agir no piloto automático vai perder tempo com rotinas inúteis e quando perceber já vai ter que voltar a trabalhar.

2. Controle seus gastos durante o ano, agendando-se para os feriados. Crie um fundo para viagens ou outras coisas que queira fazer no tempo livre. Compre passagens, reserve hotéis com antecedência etc.

Planejar suas folgas durante o ano pode parecer metódico demais, mas é o melhor jeito de evitar aquela sensação de “e aí? não temos dinheiro para fazer nada, vamos ficar em casa assistindo TV”. E é claro que qualquer planejamento é só uma referência. Você não deve tratá-lo com rigidez.

3. Evite os vícios sugadores de tempo. Exemplo: internet e TV. A menos que essas sejam suas maiores idéias de diversão, não reproduza rotinas dos dias de trabalho durante um feriado. Ou seja: não perca tempo demais com e-mails ou assistindo a inutilidades, em vez de sair logo e se divertir.

4. Não enrole para sair de casa. Crie listas com roupas e equipamentos que você precise para suas atividades. Depois organize tudo com rapidez e objetividade. Há quem perca tanto tempo para sair que quando chega ao compromisso já precisa voltar.

5. Mantenha sua rotina de trabalho organizada para não ter que trabalhar no feriado. Anote todos os compromissos, não deixe nada na sua cabeça. Ou então terá dificuldades de relaxar durante a folga.

Resumindo: você precisa estabelecer prioridades para o feriado. A disciplina ajuda até para diversão. Depois que você parar de enxergá-la como uma coisa chata, negativa e entender que ela é um instrumento que serve para inúmeros fins, inclusive prazer, vai conseguir ganhar horas extras de feriado só por saber planejar.

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07/09/2007 - 19:38

10 dicas para se livrar da procrastinação

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procrastinação

Curto e grosso. Procrastinação é enrolar para fazer algo. Você sabe que tem que resolver uma determinada situação, mas vai adiando até que ela estoure de vez.

A maioria dos pesquisadores concorda que as causas da procrastinação são:

1. Falta de um bom motivo ou objetivo para executar o trabalho.
2. Este não faz sentido ou não tem importância para você.
3. Você acha que não tem competência para lidar com ele.
4. A tarefa parece complexa e nebulosa demais.
5. Excesso de distrações.
6. Cansaço físico. Falta de disciplina.

De modo geral, como a procrastinação funciona? Você evita fazer algo, mas mantém em mente que deveria resolver aquilo. Sente-se culpado e impotente. Mas não motivado a mudar. Sua mente fica à procura de qualquer micro-distração que o mantenha ocupado. Ela percebe que a maior delas é exatamente o sentimento de culpa. Então cria uma identidade fictícia, a do “eu sou um procrastinador” e busca elementos para fortalecer essa imagem. Ou seja: você trabalha e sofre muito para evitar trabalhar e sofrer.

Esse estado confuso pode gerar atitudes compulsivas, como comer demais, navegar sem destino na internet etc. Tudo isso causa alívio. É um prazer momentâneo, cheio de culpa, mas ainda assim, traz satisfação. Ao fim de uma “sessão de procrastinação” geralmente você se sente muito cansado. É como se sua energia tivesse sido sugada. E o tempo sempre parece curto demais.

Quais são os principais antídotos da procrastinação?

1. Decida se a tarefa faz ou não sentido. Ela é realmente imprescindível? Você pode delegá-la?

2. Se notar que entrou no “processo procrastinatório”, corte de uma só vez o mecanismo de culpa. Não julgue a si mesmo, não tenha autopiedade ou raiva. Não culpe os outros por terem lhe passado a tarefa. Apenas corte o hábito de procrastinar.

3. Divida o trabalho em listas de pequenas sub-tarefas mais claras e gerenciáveis.

4. Defina prazos, rotinas e metas. Todos os dias, às 10h farei tal coisa, para conseguir tal resultado.

5. Siga as rotinas firmemente. Evite furos e exceções. Um amigo usa a seguinte técnica: se está com preguiça de acordar às 7h, se levanta 10 minutos antes. Assim que ele nota o mecanismo da procrastinação aparecer, toma uma atitude contrária.

6. Cérebro precisa de treinamento. Se hoje é difícil, amanhã será menos. Você não é muito diferente de um atleta. Foi assim que você aprendeu a ler, pensar, dirigir e até a fazer sexo.

7. Entenda afinal, por que você acha que uma tarefa é chata. O que significa a tal chatice? Descreva claramente a situação. Você está superdimensionando? Está sofrendo por antecedência?

8. Use a criatividade para deixar a tarefa menos pesada. Vista uma roupa específica para executá-la, faça-a num lugar que lhe dê prazer, usando instrumentos que ajudem a motivá-lo. Ou pelo menos pare de gastar energia com resistência.

9. Simplifique a tarefa. Torne-a cada vez mais clara e direta. Automatize tudo o que der.

10. Descanse e se alimente corretamente. Afinal, é muito mais fácil ter preguiça depois de uma noite mal dormida e de uma feijoada tripla.

Ainda há muito mais a dizer. Até porque cada um tem seu jeito de procrastinar. Mas é bom manter o foco. Afinal, nossas mentes são tão rápidas que podem usar inclusive essas técnicas para procrastinar. Portanto, o melhor é se lembrar do espírito delas, que cabe em duas palavras: corte e faça.

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06/09/2007 - 09:34

iReader: o programa que a Apple não lançou ontem

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Hoje o New York Times publicou um artigo sobre o velho assunto ebook – pega ou não? É que a gigantesca loja online Amazon anunciou um novo aparelho wireless para ler livros eletrônicos. Então alguns analistas acreditam que agora esse mercado possa deslanchar. Vamos ver. O que ninguém disse ainda é que o melhor gadjet para ler ebooks já foi quase criado. Chama-se iPod Touch, lançado ontem pela Apple.

Segundo a apresentação do poderoso chefão da empresa, Steve Jobs, o novo iPod também vem com wireless e com o mesmo tipo de interface do iPhone. Ou seja: tudo gerenciado via touchscreen, com seus próprios dedos.

Aí eu me pergunto: se dá para selecionar ringtones e assistir a vídeos, por que não virar páginas de um livro?

O tamanho de um iPod é mais ou menos o mesmo de um pocketbook, desses que você compra em bancas de jornal. Com fontes de tamanho razoável (o que nem sempre os próprios livros têm), daria para ler ali tranqüilamente. Mais: o aparelho trabalha em modo “em pé” e “deitado”. Você poderia usar o que fosse mais confortável.

Como funcionaria na prática?

Acordo empreendedor e resolvo ler um livro do guru do marketing online, Seth Godin. Vou até a iTunes Store, clico em “livros”. Aparece uma página com os últimos lançamentos e uma caixa de busca.

Digito Seth Godin. Surgem os nomes dos seus livros. Abaixo, as opções: “leia um trecho de graça”, “compre o livro”, “compre o audiobook”, “compre o pacote” (pacote significa livro, mais sua versão em áudio e o direito a enviá-los gratuitamente para mais 2 pessoas).

Baixo o pacote. Agora está na minha library do iTunes. Posso usá-lo no computador e no iPod. Se eu for extravagante e playboy, posso até acessá-lo na minha TV, pelo media center Apple TV.

São por volta das 8h da manhã e decido tomar café. Tenho a mania de ler enquanto isso. Então conecto o iPod no computador e imprimo só um capítulo do livro – afinal, não quero correr o risco de sujar a touchscreen. Leio e me esqueço da vida.

9h30. Preciso sair para trabalhar, mas não queria parar a leitura. Eu poderia ler na tela tranquilamente, até porque há a função de aumentar / diminuir / mudar a fonte. Mas não gosto de ler no ônibus: muito balanço, me embrulha o estômago. Então escolho o segundo capítulo em audiobook e ouço o próprio Godin lendo-o para mim.

De repente, me dou conta de que há um ícone piscando no menu do iPod. Ele detectou que há muita vibração no ambiente e ofereceu uma função de estabilizar a tela. Não é perfeita, mas o texto parece se mexer bem menos. Decido então continuar ouvindo Seth Godin e ler o capítulo ao mesmo tempo. Assim posso treinar mais o meu inglês.

Então acordo e estou segurando um jornal enorme e incômodo, que solta tinta nos meus dedos e ainda critica os blogueiros. Tradição é isso aí.

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05/09/2007 - 13:50

Faça sua própria camiseta

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Em mais um serviço de utilidade pública, o Magaiver publica inteiramente de graça sua primeira coleção de camisetas. Você pode baixar os arquivos no formato eps (desenho vetorial), levar para sua estamparia preferida, fazer as telas de silk srcreen, imprimir o material e depois usá-lo à vontade. Sinta-se livre para reproduzir e vender as camisetas. É sempre educado citar a fonte, mas não obrigatório.

Ad sense
camiseta google
Para presentear o seu problogger favorito.
Baixe o arquivo.

Get Things Done
camiseta gtd
Para seguidores dos métodos de produtividade pessoal criados por David Allen.
Baixe o arquivo.

Interrupção
camiseta infarto
Para o dia em que você estiver realmente enrolado no trabalho.
Baixe o arquivo.

Preblogger
camiseta preblogger
Para você que já é um dinossauro da internet.
Baixe o arquivo.

Tempo
camiseta tempo
Para tentar convencer seu chefe a renegociar prazos.
Baixe o arquivo.

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