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Arquivo de agosto, 2007

31/08/2007 - 20:33

8 hábitos das pessoas muito ineficientes

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1. Querer ser admirado
2. Não querer ser criticado

As pessoas nos admiram pelos motivos mais estranhos. Geralmente não por aqueles que achamos que deveriam. Às vezes você pensa que fez uma obra de arte, mas elogiam a moldura. Ou alguém vem parabenizá-lo enfaticamente e você se questiona: “tem certeza de que fui eu que escrevi isso?” O mesmo vale para crítica. Muitos o odeiam por coisas que você nunca disse ou diria.

Tanto opiniões positivas quanto negativas têm muito mais a ver com quem as emite do que com o seu trabalho. O que você diz sempre pode detonar uma crise existencial em alguém. Exemplo: há muitos que apoiam suas identidades em se achar mais espertos do que a auto-ajuda, ou mais práticos do que “os filósofos arrogantes”, em ser adeptos da ciência em detrimento da religião ou vice-versa, gostar da Nintendo e odiar a Sony, em ser de esquerda ou de direita, gay ou hétero etc.

Tudo porque, depois do iPhone, a insegurança é um dos produtos mais populares da humanidade. Se você esbarrar nela, será elogiado ou detonado. Assim, o ideal é tentar manter a cabeça fria e aprender com ambos os lados. Para em seguida descobrir que também somos inseguros, tendenciosos e que poderíamos ter interpretado melhor uma crítica ou elogio. Mas faz parte. É tentar de novo amanhã.

3. Querer ganhar
4. Não querer perder

A chamada lei de Murphy é a maior comprovação de que nunca dá para saber ao certo o que vai acontecer. Você pode se cercar dos maiores cuidados para acertar, mas geralmente alguma coisa escapa. Aquela que mais o irrita. E nem sempre isso é ruim: o que você acha que é uma vitória hoje amanhã pode se mostrar uma derrota. Uma das coisas mais difíceis de aprender é a ser flexível e aceitar a incerteza. Porque nossa vaidade não gosta do fato de que, a menos que sejamos oniscientes, estamos condenados a “apenas” fazer o melhor que der.

5. Querer ser feliz
6. Querer evitar a infelicidade

O raciocínio aqui é semelhante. Quem sabe exatamente o que é ser feliz? Quem sabe se o problema de hoje não será a solução de amanhã? Prudência é uma coisa, paranóia é outra. E como saber os limites? Nem sempre é possível. A vida é beta. Um aplicativo que nem sempre funciona. Mas, como diria o filósofo do metal, Carlos Lopes, nos anos 80: “O medo da dor é mais forte que a própria dor”. Assim, melhor não se apegar a conceitos de felicidade / infelicidade que podem mudar em alguns anos.

7. Querer ser famoso
8. Não querer ser ignorado

Esse é um mal que assola quem trabalha com comunicação. Hoje em dia dá até para medir sua “fama” no Google Analytics (sistema que diz quantas pessoas visitam seu site) ou pelos buscadores. Há quem ande na rua querendo ser reconhecido só porque fez um podcast… criticando a cultura das celebridades televisivas. Outros aceitam qualquer convite, para qualquer coisa, desde que “apareçam”. Nunca vão admitir isso nem para si mesmos, mas alguns de nós gostaríamos de ser a Paris Hilton dos blogs ou das comunidades online.

O problema é que, novamente, fama ou ostracismo quase sempre não dependem do nosso trabalho. Há muitos fatores incontroláveis que influenciam nisso. Podemos fazer o melhor que der, seguir técnicas e ser bons de marketing pessoal. E até ganhar algum reconhecimento com isso. Mas trabalhar só para ser reconhecido é preparar a própria frustração.

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30/08/2007 - 18:18

Promoção A Arte de Fazer Acontecer

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Os 5 Magaiveres que participaram da nossa promoção e faturaram os livros A Arte de Fazer Acontecer, de David Allen (foto) são:

Carlos Júnior
Darcio Payá
Leo.R
Alessandra Caratti
Ronaldo Costa

Aguardem que vamos entrar em contato com vocês e passar os dados para entrega dos livros.

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30/08/2007 - 17:14

20 programas para facilitar sua vida online

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29/08/2007 - 16:33

Como se livrar da chatice dos programas de escritório

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O ex-Talking Heads, David Byrne, usa o Power Point pra fazer arte

A Microsoft mantém um blog para desmistificar o lado chato dos seus programas. Chama-se Ócio 2007. Lá você conhece experimentos criativos feitos com todo o pacote Office, além de dicas surpreendentes, como usar o Excel para criar um sorteador de números da Mega-Sena.

Mas nada lá chega perto do que fazia David Byrne, ex-vocalista do Talking Heads. Em 2003 ele lançou um livro / DVD com arte feita usando o Power Point. Até o final de 2005 ele circulou pelos EUA mostrando suas obras. Confira imagens aqui. Usuários do Macintosh, podem visitar o The Art of Office.

Mais que sites para perder tempo e procrastinar, eles servem de inspiração para tirar um pouco da rigidez do nosso relacionamento diário com os computadores. E, em se tratando do Office, qualquer ajuda é bem vinda.


PS – Aliás, se você é fã de Byrne, vai gostar de vê-lo batendo ponto em sua própria gravadora, a Luaka Bop. Confira o vídeo abaixo.

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29/08/2007 - 16:19

O cartão de crédito do MacGyver

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Todos sabemos que MacGyver, do seriado Profissão: Perigo, ficou famoso pelos usos inusitados que deu ao canivete suíço. Pois os anos se passaram e o multi instrumento também evoluiu: foi lançado nos EUA uma espécie de “cartão de crédito suíço”.

Infelizmente, não se trata do cartão de banco de laranjas em paraísos fiscais. É uma ferramenta. A BCB Mini Work Tool – 11 Function Credit Card Survival Tool junta numa só engenhoca abridores de latas e garrafas, faca, chave de fenda, régua, chave inglesa de 4 posições, entre outras utilidades. Custa US$ 12 e pode ser encontrada na loja Fishboy. Aliás, se você é um dos que adoram produtos estilo Tabajara, vai se sentir em casa no site.

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28/08/2007 - 17:20

Fones que tocam silêncio

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Provavelmente nunca houve na história da humanidade um momento no qual a música fosse tão disseminada. Temos mp3 players, discos de graça via internet e trilhas sonoras em vários lugares – de shopping centers a elevadores. Mas será que realmente conseguimos ouvir música hoje em dia?

Suponha que você saia com um iPod nas ruas de São Paulo. O ruído de fundo é tão alto – trânsito, conversas etc.- , que geralmente escuta um arremedo de vocal e bateria, ou o que estiver mais alto na mixagem. Para contornar a situação, muitos tentam aumentar o volume a níveis perigosos. Acabam criando mais um zumbido, desta vez produzido pelo próprio corpo, o tinitus.

Como resolver isso? Usando os fones canceladores de ruído. Eles têm microprocessadores que captam os barulhos do ambiente e emitem ondas sonoras com padrões inversos a eles. Isso faz com que as ondas “cancelem” umas às outras, dando a sensação de ausência de ruído.

No Brasil, praticamente só é possível encontrar os modelos da marca Coby (a partir de R$ 110) e, com sorte e dinheiro, os mais profissionais da Seinnheiser (que podem chegar a custar R$ 2 mil!). No site Amazon, você acha de outros fabricantes, com preços mais variados.

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27/08/2007 - 12:12

Nasce a primeira rede anti-social da internet

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Cansado de blogar, falar ao Skype, ler scraps no Orkut etc.? De saco cheio de tanto ler sobre redes sociais e web 2.0? Você precisa conhecer o NoSo (abreviatura para “no social”), a primeira ferramenta de rede ANTI-social.

Basicamente ela permite que você agende compromissos fora da internet com os amigos. Para fazer o quê? Nada, oras. É esperado que as pessoas nem mesmo falem entre si enquanto estiverem juntas. Durante um certo período, você não deve atender celulares, responder a e-mails, ouvir música, cantar, afagar o cachorro, dar bom dia ao pipoqueiro. Nada. Total silêncio.

Não entendeu direito? Assista ao vídeo explicativo aqui. É uma espécie de crítica absurda ao excesso de estímulos à “sociabilidade” que há na internet hoje em dia. Será que a idéia pegará no país do Orkut e do MSN? :)

Via Mashable.

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27/08/2007 - 09:57

O método George Costanza de convívio no trabalho

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O site da revista Wired ensina como fazer “amigos úteis” no trabalho. Basicamente, é um guia de como manter boas relações com recepcionista, segurança, os geeks do suporte técnico etc, para poder explorá-los melhor. É a idéia de produtividade levada ao extremo: “para que serve essa pessoa?” Segue um resumo das dicas:

1. Recepcionistas – Elas podem dar dicas como “seu chefe já chegou, vá por outro caminho para que ele não perceba que você está atrasado”. Assim, é sempre bom dar um pouco de atenção a elas. Mas não muita, porque geralmente não são tão ocupadas e sentem-se muito entediadas. Vão querer tagarelar por horas.

2. Suporte técnico, funcionários do TI – Afague seus egos. Eles gostam de pensar que têm um conhecimento que os torna especiais, exclusivos. Tente não parecer leigo demais, nem chamá-los inúmeras vezes ao dia. Se eles perderem o respeito por você, vão tratá-lo polidamente, mas como um idiota. Dê um jeito de parecer que também entende / concorda com as opiniões deles sobre software livre.

3. Mensageiro – Saiba pelo menos o nome dele. Tenha conversas rápidas e bem humoradas com ele. Você nunca sabe quando vai precisar de um malote com extrema urgência. Mas não conte nada da sua vida pessoal. Lembre-se: o trabalho dele é ser um leva e traz.

4. Funcionários da manutenção – É possível que você os encontre muito pouco, já que aparecem nos horários em que ninguém está por perto. E quando surgem, geralmente precisam interromper o trabalho dos outros. Assim, eles sentem-se um tanto desvalorizados. Puxe assunto, convide-os para um café, seja cordial, mas não dê muita intimidade, senão eles podem grudar.

Essas dicas me lembram episódios do Seinfeld, que mostram como esse esforço da política do cotidiano é ridículo. Como diria George Costanza: “Eu minto a cada segundo do dia. Minha vida inteira é uma fraude”.

Nem tanto, George. Mas quase.

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25/08/2007 - 19:12

Você consegue ficar um dia sem nenhum computador?

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Hoje praticamente todas as minhas relações pessoais, trabalho e diversões estão de alguma forma ligadas aos computadores. Até para falar com minha família uso o Skype. Não se trata de fanatismo, mas de praticidade. O problema é que muitas vezes eu ligava o micro nos fins de semana para ouvir música e parava para checar e-mails. Quando me dava conta, o dia inteiro havia passado e eu não tinha me divertido, nem descansado e nem trabalhado direito. Era vampirizado pelo computador e pela internet.

Olhava o dia pela janela de casa e ficava com raiva por não ter a disciplina – sim até pra isso precisamos dela – de desligar o micro, sair para caminhar pelo bairro e gastar o IPTU que pagamos tão caro. Logo chegava a segunda-feira e eu entrava de novo no modo “sem tempo para nada”. Foi quando resolvi usar uma tecnica simples que aprendi com o budismo: fazer um voto.

Basicamente, voto é uma promessa que você faz para si mesmo ou para um grupo de amigos de que vai fazer (ou deixar de) alguma coisa durante um período de tempo. Exemplo: “de hoje até 20 de setembro não usarei mais roupas pretas”. A idéia é que, ao mexer com um hábito arraigado, você fica mais atento a como sua mente funciona.

O voto ajuda a perceber melhor nossas motivações, expectativas e padrões mais inconscientes. Com o tempo, você ganha maior capacidade de lidar com eles. É como quando temos fome: nós percebemos os sinais dela chegando. A mesma coisa acontece com os padrões de comportamento. Você detecta quando irá agir no piloto automático. E pode decidir mudar.

Então meu voto foi o de não usar o computador aos domingos. A menos que fosse um caso de absoluta emergência. Isso me liberaria tempo e disposição mental para fazer outras coisas.

Parece simples? Nunca é. Foi terminar de fazer o voto e aparecer todo tipo de possíveis “emergências”. Até trabalhos freelancer irrecusáveis. Mas faz parte da experiência do voto ser capaz de descobrir as maneiras pelas quais nos enganamos diariamente. Assim, sempre dei um jeito de resolver os problemas sem usar os micros. Afinal, felizmente, sou de uma geração que viveu pelo menos um terço da vida sem eles.

——–

O voto tem outros significados e aplicações muito profundos nos três tipos de veículos budistas, hinayana, mahayana e vajrayana. Aqui eu falei mais sobre minha experiência como usuário da técnica. Para saber mais você precisa consultar um professor qualificado.

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24/08/2007 - 14:23

Steve Trampos mostra a maior invenção da humanidade

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Esse é o piloto do TV Gambiarra, digo, TV Magaiver. Ficou mais pra Chapolin, mas a idéia era sacanear os keynotes do todo-poderoso da Apple, Steve Jobs. Exemplo aqui. Assistam. Prometemos melhorias. Mas não muitas. :)

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23/08/2007 - 16:07

Como se tornar “gente que faz”

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Como diria Bruce Lee: um só golpe, mas preciso.

Essa história de blogs de auto-ajuda na internet às vezes pode ser problemática. O Pick the Brain publicou ontem um artigo que tenta ensinar como desenvolver o hábito de ser um realizador, em vez de ficar preso ao planejamento. Segue um resumo das dicas:

1. Não espere que as condições estejam perfeitas para depois agir.

2. Acostume-se a ser um realizador. Em vez de ficar pensando, faça logo.

3. Não adianta só ter idéias. Elas precisam ser aplicadas.

4. Use a ação para curar o medo de agir.

5. Pratique ter idéias e executá-las. Não espere uma grande inspiração.

6. Pense no que pode fazer agora. Não se prenda ao futuro nem ao passado.

7. Evite distrações.

Idéias bem interessantes. Mas um tanto superficiais. Cada uma traz vários problemas que não podem ser ignorados.

Ansiedade
Cuidado com a ansiedade e a vontade de “mostrar serviço”. Um realizador compulsivo pode atropelar a si mesmo e lançar idéias prematuramente. O realizador precisa constantemente afinar sua percepção do momento.

Motivação
Por que, afinal, você aceitou fazer uma tarefa? Muitas vezes nos comprometemos a desarmar bombas só porque somos inseguros e temos medo de parecer incompetentes ou chatos. Isso é um erro grave que no futuro pode se transformar em procrastinação e má execução do trabalho.

Interdependência
O realizador precisa saber se comunicar com sua equipe. Na pressa de realizar, você pode atropelar os procedimentos e métodos justos que guiam outras pessoas. E então elas gritarão. Ou pior: podem se desmotivar e criar um clima de “cada um por si” ou “minha tribo contra a sua”, que geralmente leva a falhas de comunicação.

Preciosismo ou planejamento?
Há um tipo de planejamento que leva à estagnação e ao preciosismo. Mas nem por isso você vai sair por aí como uma vaca louca, se metendo no que não sabe.

Enfim, o ideal é tentar um meio termo entre realizador e planejador. Mas, de modo geral, ainda prefiro fazer menos. E tentando ser preciso.

PS – Este artigo do Vitamin parece bem melhor: a diferença entre os realizadores e os construtores.

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22/08/2007 - 16:16

Faça seu próprio portal para celular

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Depois dos blogs e microblogs, agora o espírito do faça-você-mesmo chega aos celulares. O MobiSiteGalore permite criar um portal wap completo. E de graça. Você não precisa instalar softwares, nem recorrer a programadores.

Pesquisas mostram que a tendência da internet é ficar cada vez mais mobile. Depois do iPhone, então, não é de se duvidar que em dois ou três anos já estejamos acostumados a ver sites em telinhas minúsculas.

Se isso for verdade, talvez o MobiSiteGalore venha a ser o primeiro blogger dessa geração. Ou seja, ainda tosco, mas uma possibilidade de qualquer um postar conteúdo online. Será que pega?

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21/08/2007 - 09:35

Mais dicas para lidar com e-mails

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1. Defina horários para checar e-mails. Não verifique sua caixa postal compulsivamente. Desligue os notificadores. Defina horários que sejam adequados à sua rotina. Eu venho me disciplinando para checá-los 3 vezes ao dia. Mais que isso é exagero. Percebi que as urgências que me chegam por e-mail nem sempre são tão cruciais assim. A maioria pode esperar um pouco.

2. Não deixe que sua primeira atividade do dia seja checar e-mails. Isso geralmente leva à dispersão e perda de tempo. Primeiro olhe sua agenda, lista de tarefas e projetos. Defina quais são suas prioridades do dia e em seguida veja se os e-mails mudaram alguma coisa nelas. Se não, ótimo. Se mudaram, foque-se em atualizar suas prioridades.

3. Defina poucas contas, mas separadas por temas. Eu tenho uma para listas, newsletters, spams e assessorias de imprensa em geral, uma para família e amigos VIPs, uma para o Magaiver e outra para o trabalho. Assim, quando estou “na firma”, tento não ver coisas pessoais e vice-versa.

4. Use melhor os webmails. Aos poucos tenho abandonado os clientes instaláveis (Outlook, Thunderbird) e usado apenas webmails. Os sistemas de busca são melhores. Além disso, são mais práticos para quem usa mais de um computador.

No meu caso, os webmails me forçam a separar melhor as tarefas. Tenho todas as contas configuradas no Thunderbird. E estava muito acostumado a checar todas as caixas postais de uma só vez, dispersando minha atenção. Claro, eu poderia olhar só uma das contas. Mas não consegui cortar o antigo hábito. Então preferi “mudar de ambiente”, para criar novos costumes.

Voltaremos ao assunto, com dicas mais profundas. Nem todos os leitores do Magaiver são geeks e usuários de sites de produtividade pessoal. Então, como o blog não tem nem um mês de vida, é importante partir das dicas mais básicas. Se você lê em inglês e quer saber mais, siga as dicas do 43 Folders.

Mais sobre e-mails no Magaiver

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20/08/2007 - 15:47

Você é um viciado em post-it?

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Animação feita com post-it

Apesar de ser uma boa ferramenta pra lembretes, os post-its ficam rapidamente ineficientes quando usados sem controle. Há quem tenha mais folhinhas amarelas coladas no computador do que espaço livre. E elas nunca saem dali.

Bilhetes e pendências constantemente à sua frente podem trazer um sentimento pesado de que há coisas demais a fazer e que nada é resolvido. Ou pior, perdem o significado e viram cenário.

Tenho amigas que ficaram tão acostumadas com a paisagem amarela, que começaram a usar post-its de várias cores para destacar aquilo que consideravam mais importante. Em alguns dias estavam habituadas de novo.

O próximo passo foram os softwares de post-its, como o da própria 3M, dona da marca, o Post-it Software Notes e o Stikies. Alguns deles são mais inteligentes e trazem recursos de gerenciamentos de tarefas. Meu preferido é o Stikkit, que permite enviar tarefas por e-mail e compartilhar seus recados.

Mas, para falar a verdade, ainda prefiro não usar post-its. A não ser que precise de um lembrete muito específico. De modo geral, só confio no meu bloco de notas memobook. De resto, cada coisa em seu lugar: telefones na agenda, compromissos em listas de projetos, idéias em pastas de referência. E dinheiro no imposto.

Rock chiclete gruda como post-it.

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18/08/2007 - 19:08

O que os games podem ensinar sobre produtividade

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Este fim de semana eu cobri um dos maiores campeonatos de games do mundo. Como não sou um gamer, me esforcei para aprender alguma coisa lá. Essas foram as conclusões a que cheguei até agora:

1. Concentração. Os gamers são, hoje em dia, um dos grupos sociais que mais entendem de concentração. Qualquer momento de desatenção pode causar a perda de uma partida.

2. Flexibilidade. As equipes de competidores conseguem manter a atenção em meio a uma enxurrada de informações, não só do próprio game como do ambiente do WCG. São inúmeras trilhas sonoras concorrendo entre si, luzes piscando, gente falando, sons de carros de fórmula 1, apresentadores ao microfone etc. Mesmo assim, eles rapidamente criam novas estratégias para dar conta de suas tarefas.

3. Capacidade de lidar com conflitos. As equipes de gamers funcionam numa sintonia incrível. Mas estão longe de ser um exemplo de finesse: os integrantes comunicam-se entre si aos berros e se xingando o tempo todo. Se alguém ali se desse ao luxo de se melindrar com críticas, estaria perdido.

4. Entrosamento. A equipe mibr, uma das mais importantes do Brasil, é o entrosamento em estado puro. Um movimento de braço significa muito. Lembrando que, durante uma disputa, os gamers raramente olham para os lados. A comunicação se dá num nível bem diferente. Menos discursivo e mais imediato.

Ainda não me vejo jogando um Counter Strike da vida. Mas o WCG me mostrou que há muito o que estudar no jeito que os gamers se viram para as coisas acontecerem.

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17/08/2007 - 18:18

5 dicas para “desfragmentar” seu tempo

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Gerenciar tempo é muito semelhante a gerenciar dinheiro. Se você não sabe no que mais gasta, se perde e fica na dívida. Se você aceita muitos compromissos futuros, age como um descontrolado no cartão de crédito. Assim, na sua agenda você pode usar técnicas parecidas com as quais usaria na sua planilha de gastos:

1. Evite aceitar compromissos por impulso, ou porque não sabe dizer não ou para evitar ser criticado / rejeitado. Seja realista. Pense que amanhã virá a “fatura”. É melhor dizer que não pode fazer algo do que prometer e depois deixar de entregar.

2. Poupe tempo. Tudo que puder otimizar, simplificar e tornar mais prático, faça. Acostume-se a usar essa idéia até nas coisas mais cotidianas. Divirta-se inventando modos habilidosos de simplificar suas tarefas mais rotineiras – como limpar a casa, tomar banho etc. O traquejo adquirido com essas coisas irá ajudá-lo a resolver situações mais complicadas.

3. Invista seu tempo. Tem algumas horas livres e vai ficar na frente da televisão assistindo a programas de que nem gosta ou navegando na internet sem prestar atenção nos sites que acessa? Procure algo útil para aprender. Isso pode ajudá-lo no futuro.

4. Não se confunda com suas pequenas despesas. Descanso e lazer não são a mesma coisa que os micro-desperdícios de tempo do dia-a-dia. Você vai precisar descobrir quando é que realmente usa o tempo livre para descansar e quando é que o joga fora com procrastinação, preguiça ou falta de foco.

5. Crie rotinas e procure segui-las. Por exemplo, estabeleça períodos para checar e-mail, em vez de respondê-los compulsivamente. É claro, você terá que ser flexível, afinal geralmente o dia traz muitos imprevistos. Mas mantenha uma agenda diária básica como referência. Um ponto de apoio que o ajudará a gerenciar seu tempo de um jeito mais consciente.

Se hoje você nem mesmo sabe como gasta o tempo, faça o seguinte: durante dois dias anote mais ou menos tudo o que fez. Exemplo: se demorou 15 minutos para amarrar o sapato porque ao mesmo tempo ficou remoendo algo que seu chefe lhe disse ontem, anote numa planilha que fez isso. Se gastou 1 hora no trânsito, anote.

Não tente ser minucioso demais ou obsessivo, mas seja honesto consigo mesmo. Só assim vai perceber a enorme quantidade de tempo que perde diariamente com as coisas mais inúteis – ou passíveis de serem simplificadas.

Está na hora de desfragmentar não só o hard disk, mas também o dia-a-dia.

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17/08/2007 - 09:43

O homem que vende monstros por e-mail

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Estréia hoje uma nova seção no blog: o magaiver da semana. Toda sexta vou contar uma história curta sobre alguém que usou a criatividade para faturar uns trocos, cortar despesas ou se livrar de uma limitação.

Len Peralta – ilustrador

E o magaiver da semana é o ilustrador Len Peralta, 36, de Cleveland, EUA. Fã de antigos gibis de terror e super-heróis, ele não trabalha para grandes editoras e nem teve seus quadrinhos adaptados para o cinema. Apenas mantém um blog e um podcast com sua esposa, Nora.

Mas agora descobriu que precisa turbinar suas finanças: Nora está grávida. Os exames de pré-natal custam fortunas e o ilustrador se viu numa enrascada. Foi então que teve uma idéia de gosto um tanto duvidoso, mas perfeitamente adequada para seu estilo de vida e seu trabalho.

Trata-se de um novo “serviço”: receba o desenho de um monstro por e-mail. Pagando US$ 20, você pode inventar um nome e descrever as características de uma criatura qualquer. O ilustrador vai desenhá-lo e enviar o resultado.

Parece absurdo, mas Peralta deve faturar algum dinheiro, pois seu serviço foi divulgado hoje no Laughing Squid, um dos mais importantes blogs de curiosidades para geeks, na linha do Boing-Boing.

Aqui no Brasil, lembro de um caso envolvendo o “punk brega” Wander Wildner. O músico queria viajar para o exterior e estava duro. O amigo e produtor Carlos Eduardo Miranda (sim, o do Ídolos) deu a idéia: grave um disco com tiragem limitada, em CDR mesmo, e venda a R$ 50 para os amigos. Wildner seguiu o conselho e conseguiu o dinheiro da viagem.

É o que poderíamos chamar de a economia da brodagem. Quem, afinal, precisa de um desenho de monstro? Você também deve se lembrar do clássico site que vendia 1 pixel a 1 dólar. Neste caso e no de Len Peralta, a compra acontece mais por ironia ou brincadeira. Espero que nada disso pague imposto.

—–
Tem uma história magaiver pra indicar? Envie por e-mail. Se for interessante, será publicada aqui.

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16/08/2007 - 18:23

Estressado no trabalho?

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Toda a classe e a elegância do trabalhador de escritório.

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16/08/2007 - 11:27

Pzizz: o software dos cochiladores profissionais

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Magaiver testou o Pzizz, um software feito para ajudá-lo a… cochilar. Ouça no Rádio Magaiver.

Clique aqui e ouça.

Daqui a alguns dias você poderá assinar o Rádio Magaiver via iTunes. E estou pesquisando um player para colocar aqui. Aguarde novidades.

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15/08/2007 - 19:18

Porque muitas dicas pra lidar com e-mails não funcionam

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Acabou de ser publicada no site Arstechnica uma pesquisa impressionante sobre o uso de e-mails nos EUA. Uma psicóloga, um estatístico e um professor de ciência da computação estudaram a maneira pela qual 177 profissionais norte-americanos lidam com e-mails no trabalho.

Só 38% do grupo acha que convive bem com a quantidade de mensagens que recebe diariamente. O resto se declara pressionado ou estressado. Mais detalhes aqui. Outra pesquisa da América OnLine detecta uma crescente tendência ao vício de checar e-mails.

Com um fenômeno desses apenas começando a se revelar, começam a surgir as tentativas de encontrar saídas milagrosas. Recentemente, diversas revistas e sites no Brasil e nos EUA publicaram matérias ensinando a lidar com e-mails.

As dicas que considero mais úteis estão no site 43Folders. Mas há métodos para todos os gostos. Há até mesmo um site que propõe que você limite seus e-mails a, no máximo, 5 sentenças.

A verdade é que poucas delas funcionam porque, na hora de implementá-las, você vai ter que enfrentar seus costumes e padrões comportamentais. E aí tudo se complica.

Lidar com computadores é mais do que dar dicas técnicas. É mexer com emoções. Coisas muito pouco tecnológicas como preguiça, insegurança, carência, vontade de agradar a todos, medo da rejeição etc. Esses são os reais motivos por trás das nossas caixas de e-mails cheias. Não somente o trabalho, os softwares ou os spamers.

Podemos seguir técnicas de “inbox zero”, claro. Algumas com bom resultado. Mas não podemos ser simplistas. Se limitar a dar dicas é como dizer “emagreça em duas semanas”. Parece útil, divertido e inteligente, mas nem sempre funciona. Você diminui suas medidas agora, mas engorda novamente em pouquíssimo tempo.

Não há milagres. Ou você enfrenta as causas ou vai se ocupar mais ainda mais com as conseqüências.

De qualquer forma, amanhã eu conto algumas práticas que me ajudam a lidar com meus e-mails.

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